Carlo Mea |
Enviado em 19/12/2009 às 22:07
Querido Mestre, |
Lu Fandinho |
Enviado em 18/12/2009 às 22:09
Oi Mestre, tudo bem? Quero te pedir uma gentileza. Domingo acontecerá a Marcha pela Paz e não Violência, que depois de ter passado por 82 países, vai passar por São Paulo e terminará na Argentina. Sabendo que seu blog tem grande visibilidade e como sempre, antenado em tudo o que acontece de bom, peço a divulgação. |
O nosso está inscrito na categoria Cultura e Lazer como www.metododerose.org/blog
Mario Vendas |
Enviado em 03/12/2009 às 9:29
Bom dia Mestre, Em Portugal existe, neste momento, um concurso para votar no blog que considere, na sua opinião, ser o melhor. Aqui deixo o link para que a nossa família possa votar naquele que mais gostar, inclusive no seu próprio blog: Beijos e abraços com carinho, |
Agradeço a presença dos Diretores das Unidades Credenciadas do Rio de Janeiro à solenidade realizada nessa cidade, na qual recebi uma relevante homenagem em nome dos instrutores de todas as modalidades de Yôga. Não faltou nenhum Diretor e ainda levaram alguns instrutores. As fotos brevemente serão postadas no blog.
Na sexta-feira à noite, em uma solenidade de gala com a presença de vários parlamentares (senadores, deputados, vereadores, prefeitos) comandantes da Polícia Militar e outras autoridades civis e militares, recebemos o diploma de Conselheiro Federal Emérito. Todos os Diretores de São Paulo receberam convite para testemunhar o evento, mas, devido aos exames da Federação, somente puderam comparecer os instrutores Gustavo de Oliveira, Heduan Pinheiro, Fernanda Neis, Virgínia Barbosa, William Câmara, Juliana Varaschin e minha amiga Eliane Lobato.
Fernanda chamou a atenção dos instrutores para o fato de que o único componente da mesa de honra que não era parlamentar era o Comendador DeRose, fato que gratificou e emocionou a todos os nossos.
Gustavo filmou e fotografou. Espero que ele coloque esse material aqui no blog para compartilharmos as importantes cenas com você.
Gus Oliveira
Enviado em 14/12/2009 às 20:01
Oi Mestre, realmente foi bem importante a participação neste evento! Me trouxe uma dimensão do reconhecimento de nosso trabalho perante instituições sérias. Recomendo que outros colegas participem também. Nos traz um orgulho saudável.
Ainda estou em Curitiba, e assim que voltar farei uma edição do vídeo para postagem aqui no blog. As fotos foram tiradas pelo Will.
A propósito o curso que aconteceu ontem, aqui em Curitiba somente para instrutores foi excelente. Aprendi muito. As 6h30 de curso passaram “voando”.
abração
Gustavo Oliveira
Diretor Espaço Cultural Vila Mariana
Método DeRose
Não leio jornais. Contudo, às vezes me cai nas mãos uma manchete e acabo lendo a matéria. Na virada do ano, encontrei no jornal O Globo, caderno de economia, a informação de que “BOVESPA sobe 142% em dólar e lidera ganhos no mundo. Real tem a maior alta global: 33,91%“.
Em comparação com a BOVESPA (Bolsa de Valores do Estado de São Paulo) que brilhou com seus 142%, o índice Down Jones ficou com modestos 20,06%!
Depois, li no box que em comparação com a valorização do real de 33,91%, a libra teve a valorização de 10,08% e o euro apenas 2,61%, sempre, todas elas, em relação ao dólar estadounidense.
Em 2001, o economista Jim O’Neill criou a sigla Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) para designar o grupo de países que deveria ganhar força na economia. De fato, em 2009 esses quatro países ocuparam as primeiras quatro posições no ranking de desempenho das bolsas de todo o mundo. Em primeiro lugar o Brasil com 142,70%, em segundo a Rússia com 126,51%, em terceiro a China com 115,78% e em quarto a Índia com 97,02%. Quase que na mesma ordem da sigla! Esse O’Neill é um profeta.
Não percamos nos labirintos da memória o fato inédito de que em 2009 o Brasil ofereceu alguns bilhões de dólares emprestados ao FMI. Que eu saiba, foi a primeira vez na História em que os papéis se inverteram e o Brasil não precisou pedir emprestado ao Fundo Monetário Internacional e sim esnobou o FMI, oferecendo-lhe um empréstimo.
Esperemos que esses fatos não sejam fruto de especulações e manobras que estão fora do alcance da compreensão dos simples mortais. E que o país saiba utilizar inteligentemente esses recursos para promover o crescimento sustentável da economia, tanto a nossa quanto – por reverberação – a dos nossos parceiros e hermanos da América Maior (a Améria Latina).
Adendo: Outra informação auspiciosa é a de que o Brasil (com 200 milhões de habitantes) teve 3,1 milhões de graduados em suas universidades no mesmo ano em que a Índia (com mais de 1 bilhão de habitantes) teve os mesmos 3,1 milhões de graduados e a China (com 1,35 bilhão de habitantes) teve apenas 3,3 milhões de graduados acadêmicos. Para complementar estes dados, leia o post Você sabia?, neste blog.
A princípio o dêvanágarí não traz a acentuação tônica das palavras mas esse autor resolveu colocar e olha só que interressante que ficou:
http://is1.mum.edu/vedicreserve/rk_veda/rk_ved_m1.pdf
Os scripts tendem a ir evoluindo cada vez mais condizentes com a entoação de cada língua.
As línguas mortas têm o gigantesco benefício de não estarem sujeitas a várias corrupções que estão sujeitas as línguas vivas.
Abraços
Everton
[Veja só que interessante! Podemos chamar o fato de memética, pois não creio que esse autor tenha se inspirado nos meus livros e eu, certamente, não me inspirei nos textos dele. Considerei uma descoberta genial e muito importante para o caso de alguém precisar de fundamentação para a minha iniciativa de sublinhar as sílabas tônicas do sânscrito. Valeu, Everton.]
Também podemos invocar a teoria da sincronicidade:
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Sincronicidade é um conceito desenvolvido por Carl Gustav Jung para definir acontecimentos que se relacionam não por relação causal e sim por relação de significado. Desta forma, é necessário que consideremos os eventos sincronísticos não a relacionado com o princípio da causalidade, mas por terem um significado igual ou semelhante. A sincronicidade é também referida por Jung de “coincidência significativa”.
O termo foi utilizado pela primeira vez em publicações científicas em 1929, porém Jung demorou ainda mais 21 anos para concluir a obra “Sincronicidade: um princípio de conexões acasuais”, onde o expõe e propõe o início da discussão sobre o assunto. Uma de suas últimas obras foi, segundo o próprio, a de elaboração mais demorada devido à complexidade do tema e da impossibilidade de reprodução dos eventos em ambiente controlado.
Em termos simples, sincronicidade é a experiência de ocorrerem dois (ou mais) eventos que coincidem de uma maneira que seja significativa para a pessoa (ou pessoas) que vivenciaram essa “coincidência significativa”, onde esse significado sugere um padrão subjacente.
A sincronicidade difere da coincidência, pois não implica somente na aleatoriedade das circunstâncias, mas sim num padrão subjacente ou dinâmico que é expresso através de eventos ou relações significativos. Foi um princípio que Jung sentiu abrangido por seus conceitos de Arquétipo e Inconsciente coletivo.
Acredita-se que a sincronicidade é reveladora e necessita de uma compreensão, essa compreensão poderia surgir espontaneamente, sem nenhum raciocínio lógico. A esse tipo de compreensão instantânea Jung dava o nome de “insight”.
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