sexta-feira, 11 de setembro de 2009 | Autor:

Em outubro, haverá no Rio de Janeiro um curso nosso que expedirá certificado de extensão universitária aos instrutores que participarem. É um certificado importante que nenhum instrutor deverá declinar.

O nome da universidade só será divulgado no ato da entrega do certificado e somente aos que receberem o dito certificado.

Da minha parte, garanto que o curso vai ser poderoso e, como sempre, acrescentará muita coisa à sua bagagem de conhecimentos.

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sexta-feira, 11 de setembro de 2009 | Autor:

Entre outros posts (escritos em português e em espanhol) que discorrem sobre a linguagem, o colega Will também escreveu um intitulado Esclarecendo o Método DeRose. Vale a pena conferir:

 

willmoritz

Mestre,

Tenho um blog sobre linguística, aprendizado de idiomas, tradução e temas relacionados no qual tenho publicado uma série de posts breves com aspectos comparativos entre o português e o espanhol e dicas para luso e hispanofalantes.

O intuito desde o princípio tem sido ajudar meus colegas da egrégora argentina em suas leituras em língua portuguesa, mas os posts são úteis também no sentido inverso. Para o futuro a ideia é publicar um curso básico e progressivo de leitura em português.

O endereço é: http://www.blogtraducto.wordpress.com

Ενα μεγάλο αγκάλιασμα! /Éna megálo agáliasma/
Un gran abrazo!

Will

Obrigado pela força, Will. DeRose.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009 | Autor:

Nós todos recebemos hoje, dia 10 de novembro, um importante reconhecimento a toda a nossa classe profissional e especialmente aos instrutores do nosso Método. Tive a honra e o privilégio de receber a Medalha Marechal Trompowsky, conferida a membros do magistério.

Foi uma cerimônia emocionante, com todas as formalidades militares que sempre mexem com algo no nosso âmago. O Hino Nacional, a continência à Bandeira, a banda marcial, o desfile da tropa, a disciplina exemplar, os discursos inflamados e inflamantes, a comenda posta ao peito e o cumprimento pelo Comandante, a tudo isso se soma o reencontro de bons amigos Coronéis, Generais, Deputados, Desembargadores, Comendadores, Priores, Grão-Mestres e Presidentes de entidades importantes. Homens e mulheres a quem temos a satisfação de reencontrar solenidade após solenidade ao longo dos anos, pois a maior parte deles, vez por outra, também está a receber alguma condecoração. Poder privar com esses cavalheiros e com essa damas iça-nos a dimensões de nobreza e dignidade que constituem o combustível que nos alimenta para o prosseguimento de obras relevantes pela juventude e pela Humanidade. E cada medalha parece ter sido gravada a ferro e fogo no peito de quem a recebe, não com dor, mas pela perenidade. Não com sofrimento, mas pela importância com que a recebem nossos alunos e colaboradores.

Obrigado àqueles que foram os autores da homenagem. Obrigado àqueles que pararam tudo o que estavam fazendo e me acompanharam para assistir a solenidade, fotografá-la e divulgá-la em seus meios eletrônicos para que todos saibam o quanto vale o nosso trabalho, o quanto vale o trabalho destes milhares de jovens que ensinam a Nossa Cultura. 

Renovo o lembrete de que:

“Como todos os instrutores desta filosofia, eu não gosto de solenidades. Preferia ficar em casa, escrevendo, ou com meus amigos, conversando descontraidamente. Mas sou obrigado a admitir que essas homenagens constituem demonstrações históricas de reconhecimento a um professor ou escritor de Yôga com uma regularidade tal como nunca antes ocorreram no nosso país (e creio que em país algum na História Universal!). Daí a necessidade de valorizarmos cada medalha, láurea, comenda, condecoração ou homenagem de que sejamos alvo.”

“Por isso, recomendamos que nossos colegas procurem comparecer e testemunhar o carinho e o respeito que as instituições e as autoridades demonstram pelo nosso trabalho. O Yôga precisa desse tipo de reconhecimento. Os instrutores de Yôga precisam dele ainda mais para ofertar como documento aos seus alunos, à sua família, à opinião pública e à Imprensa da sua cidade.”

 Comentários de quem assistiu à outorga do último dia 7 de novembro:

  RafaRamos   

Foi tão bonito Mestrão.
É muito bom ver o respeito e o carinho que eles têm por você, tudo isso é mais do que merecido =).

Beijão,
Rafa Ramos

 

  Priscila Ramos – Alphaville, SP

Obrigada por nos querer tão perto, sempre.
Toda vez que eu o acompanho em algum evento me sinto absolutamente privilegiada por poder usufruir dessa convivência e por poder presenciar as condecorações e reconhecimentos que você recebe, cada vez mais.
Beijos, carinho…!
Pri

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quinta-feira, 10 de setembro de 2009 | Autor:

Estamos comemorando todos juntos aqui no Rio. Um monte de gente! E ainda tem gente chegando… Telefone para ela! Faça uma amiga feliz!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009 | Autor:

Quinta-feira às cinco da manhã acordamos e nos preparamos para sair às cinco e meia a fim de levar a petizada ao Aeroporto de Cumbica para embarcar a New York City. Eu havia dormido menos de duas horas. Voltando para casa, surpreendido por um engarrafamento monstro, só não dormi ao volante graças a muito pránáyáma. Chegando à Jaú, dormi uma hora e meia e saí para o meu próprio voo ao Rio. Cheguei ao Aeroporto de Congonhas às 14 horas para embarcar às 15 no voo 3946. Fiz o check-in normalmente, mas o número do meu voo não aparecia no painel. Fui à TAM me informar e disseram que meu voo fora cancelado e que, se houvesse lugar, me acomodariam no próximo voo. “O cavalheiro pode aguardar sentado na sala de embarque.” Só que o cavalheiro aqui tem muita experiência com aeroportos e com a incompetência humana. Ao invés de sentar-me, fiquei em pé junto à porta de embarque. Foi muito bom, pois alguns minutos depois, sem chamar os que estavam sentadinhos na sala de embarque, um dos funcionários TAM avisou sem microfone (portanto, só foi escutado pelos que estavam junto à porta de embarque), que haveria alguns poucos lugares – e quem estava ali, embarcou. Embarquei. Por sorte, eu estava bem cansado. Sentei-me e adormeci. Sorte, porque a aeronave não decolou. Ficou uma hora e meia parada com todo o mundo dentro. Então, ouve-se o aviso funesto: “Senhores passageiros, queiram desembarcar. O Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, está fechado e o Aeroporto do Galeão está congestionado.”

Desembarcamos e recebemos um cartão de reembarque. A partir daí foi um caos. Nenhuma informação precisa era transmitida. Na verdade, não havia meios de precisar quando a chuva iria parar e quando o Aeroporto iria reabrir. Mas o Homo stupidus (descendente do Homo malignus) é pouco lúcido e muito agressivo. Talvez eu fosse o único ali que não estava estressado, que não gritou, que não insultou os pobres funcionários da companhia transportadora. Afinal, eles são só funcionários. Cumprem ordens. Não cabe a eles autorizar ou desautorizar decolagens. Mas a turba multa é vândala e irracional: duzentos cariocas querendo voltar para casa e não podendo, sob o fantasma de não poder retornar nem na quinta e muito menos na sexta-feira, véspera de feriado e com previsão de mais chuva, logo se converteram em duzentos “cereal” killers. Se vissem algum Corn Flakes pela frente naquela hora, sem dúvida o triturariam até que não restasse nada. Um dos passageiros justificava sua fúria assassina em altos brados: “Tô aqui só com o café da manhã e só tenho dois reais no bolso.” Bem, eu tinha mais reais, mas café da manhã, nem isso eu tinha. Nem dava para nos afastar, sequer para ir ao toalete, pois podiam chamar para embarque a qualquer momento. Já imaginou sair do banheiro e não encontrar mais ninguém? “Cadê todo o mundo?” E escutar: “Já embarcaram enquanto o senhor estava lá dentro.” Então, ninguém ia.

De fato, em dado momento avisaram (sem microfone, como de praxe) que “devido ao reposicionamento da aeronave” o embarque seria pela porta número zero dois (sic). E toca a manada a desembestar para essa outra porta.

Transcorreram-se ao todo sete horas de espera, cinco das quais em pé. Finalmente, às 21 horas embarcamos para o Rio, onde chegamos às 22. Fernanda chegou a New York antes que eu chegasse ao Rio de Janeiro! 

Eu tinha agendada uma conversa com os alunos da Unidade Downtown para as 21 h. Paciência. Remarcamos para segunda-feira às 19 horas.

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | Autor:

London, 30 October 2009

Dear Master,

This letter is to thank all the people who helped me getting the place and building the school. Without them I wouldn’t be writing this letter.

Of course, Master, all of this could not have happened without your baton, without the Heritage you have transmitted me, and which I have the zest to retransmit.

Sonia Ferreira, who is beside me, helping me as a warrior and at the same time shielding me. I owe it to her being capable to continue this project, and without her I would be very unlikely to succeed.

Luciana Gaviao who has made a huge effort to complete her professional course, living in Edimburgh and travelling every month to London. She is now representing our method in Scotland and extending our work in Edimburgh as a partnership.

Suzana Vaz and Paulo Pacifici, the two people that complete our team, and who gave me so much help and support. Thank you for you, guys.

Last but not least, I would specially like to thank a couple who was fundamental for this endeavour, Dr. José Lemos and Dra. Clara Pinho, the facilitators of the whole project. For these extraordinary couple I would like to express my most respectful gratitude.

Simon Pilgrim, Peter Norton and the whole team of Northam Clover: the negotiation team.

Mr. Ivan Favennec, the business advisor from Ad Majorem business consulting.

Mathias Koester from http://mathias-koester.com, the Architect and a brilliant mind who helped me sorting out so many problems and project the Yoga College of London site.

Robert Preece from KENWRIGHT WALKER WYLLIE solicitors.

Michael Reeves, the decorator who helped us with many tricky decisions: http://www.michaelreevesassociates.co.uk. Special thanks for you, Michael and Giorgio!

Ian Woodward-Court, from Plainview Planning Ltd., the company who got us the grant to change the use description of our place.

Márcio Soares Builders and the team from Builder Inc., the guys who actually made the heavy job and built the place, for them our thanks.

For all the planning team of Royal Borough of Kensington and Chelsea, specially for Gideon Whittingham, who gave us the guidance to grant the change of use.

The Buttler and Young agency, Mr. Neil Downding who helped us with all the EEU regulations.

For all this people, I would like give my wholehearted thanks, for the help, dedication, trust, care and great professionalism.

My special thanks to Francisco Miranda, who helped me structuring the financial part of the London School Project. Also involved in this project were Diogo Garrido and Pedro Mar.

And Mrs. Otilia Ferreira, with her powerful sewing machine!

Gustavo Cardoso

De Rose Method United Kingdom representative
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | Autor:

Joaquim Roxo

watch?v=G3fUsBrfNNA&feature=player_embedded#
Esse gato, com certeza aderiu o movimento do dia sem carne.

[Não consegui abrir, Juka.]

Alexandre Montagna

Mestrão, o Juka quis passar esse vídeo: httpv://www.youtube.com/watch?v=G3fUsBrfNNA
Saudades tuas.