sábado, 20 de junho de 2009 | Autor:

Apesar do ritmo alegre, esta é uma música que me emociona muito. Vou postá-la aqui para compartilhar com você.

 

httpv://www.youtube.com/watch?v=0U2nBre-JEU&feature=related

 

http://www.youtube.com/watch?v=0U2nBre-JEU&feature=related

 

Ue o muite arukou
namida ga kobore naiyouni
omoidasu harunohi

hitoribotchi no yoru


Ue o muite arukou
nijindá hosi o kazoete
omoidasu natsunohi

hitoribotchi no yoru

Shiawase wa kumo no ueni

shiawase wa sora no ueni


Ue o muite arukou
namida ga kobore naiyouni
nakinagara aruku

hitoribotchi no yoru


 

Omoidasu akinohi

hitoribotchi no yoru


Kanashimi wa hosino kageni
kanashimi wa tsukino kageni


Ue o muite arukou
namida ga kobore naiyouni
nakinagara aruku

hitoribotchi no yoru
hitoribotchi no yoru 

 

 

 


Translation:
I look up when i walk so the tears won’t fall
remembering those happy spring days
but tonight i’m all alone
I look up when i walk, counting the stars with tearful eyes
remembering those happy summer days
but tonight i’m all alone
Happiness lies beyond the clouds
happiness lies above the sky
I look up when i walk so the tears won’t fall
though my heart is filled with sorrow
for tonight i’m all alone
(whistling)
remembering those happy autumn days
but tonight i’m all alone
Sadness hides in the shadow of the stars
sadness lurks in the shadow of the moon
I look up when i walk so the tears won’t fall
though my heart is filled with sorrow
for tonight i’m all alone

 

marcos_eiji
[email protected] | 189.33.235.30

Essa música é uma das preferidas de meus avós e meus pais também amam ouvi-la. Obrigado por compartilhar conosco, Mestre! Esse post tem gosto de família!

Só uma observação que talvez seja interessante: “Sukiyaki” é um prato típico japonês e não tem nada a ver com a música. Por quê, então, o título é “Sukiyaki”? Bem, nos anos 60, a gravadora Capitol Records achou que o público americano não conseguiria assimilar o título original “Ue o muite arukou” (Olho para cima enquanto ando). Por isso, a gravadora resolveu colocar como título um prato famoso que lembrasse o Japão! É como se traduzissem “Trem das Onze” como “Feijoada” simplesmente porque “Feijoada” lembra o Brasil…

Marcos
aluno de São Paulo

sábado, 20 de junho de 2009 | Autor:

Thiago Madruga

Oi Mestre,

Não sei como postar aqui, mas gostaria de compartilhar um vídeo com todos

O vídeo é de uma matéria do SBT Realidade sobre longevidade. A cidade de Loma Linda nos Estados Unidos ficou em segundo lugar no mundo com a maior expectativa de vida, perdendo apenas para a ilha de Okinawa, no Japão

O interessante é que a cidade é de adventistas do sétimo dia, ou seja, não comem carne, não bebem e não fumam

Segue o vídeo abaixo:

httpv://www.youtube.com/watch?v=1yv7goXOBVA

Abraços

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sábado, 20 de junho de 2009 | Autor:

Em 1974, antes de fundar a Uni-Yôga, eu andava muito entristecido com minha equipe de trabalho. Tenho uma política de não descartar pessoas. Gosto de equipes antigas, amigos antigos, roupas velhas e sapatos que já façam parte da história da minha vida. Não gosto de mudar de casa, nem de mudar os móveis de lugar. Nesse aspecto sou conservador. Acontece que, às vezes, quando os comandados percebem isso, abusam. É como se pensassem: “faça eu o que fizer, ele não vai me afastar, então, farei o que bem entender e não o que ele determinar.” O fato é que naquela época eu tinha uma equipe de sete jovens instrutores e quando viajava para dar cursos, ao retornar a casa estava de pernas para o ar. Alunos me telefonavam para reclamar que vieram praticar e a Unidade Copacabana estava fechada. Outros queixavam-se que o instrutor sistematicamente atrasava-se e, quando aparecia, estava em trajes de praia e cheio de areia, o que demonstrava sua irresponsabilidade. Com isso, perdíamos alunos aos borbotões e a minha equipe cultivava uma péssima imagem para o meu nome.

Uma certa quantidade de livros era deixada para que fossem fornecidos a quem os procurasse. Quando eu voltava de viagem e perguntava por eles, ninguém sabia. E o dinheiro da venda? Sumira! Ninguém assumia a responsabilidade. E sob tal panorama desolador, ainda ocorria um clima de insatisfação e insubordinação!

Pelos padrões atuais, você já deve estar se perguntando como é que alguém podia admitir um comportamento daqueles. Pois leve em consideração que eu era quase quarenta anos mais jovem, menos experiente e ainda passávamos pela fase lisérgica em que a humanidade estava protestando paz e amor, a anarquia era modismo no mundo ocidental e a autoridade execrada. Ainda mais no Brasil, pois vivíamos a nefanda ditadura militar. Eu achava que não tinha o direito de mandar em ninguém, nem o de afastar um instrutor e muito menos selecionar os candidatos à prática do Yôga.

Um dia em que eu estava muito acabrunhado com o comportamento de instrutores e alunos, precisei ir ao banco fazer um depósito (na época era o Diretor quem o fazia). Ao entrar, tive um insight. Vi todos os funcionários trabalhando felizes e competentes. Sorriam e gracejavam uns com os outros, eram cordiais com os clientes, pontuais na chegada, jamais sumia dinheiro, raramente faltavam e, se precisavam faltar, eram descontados nos honorários. Se cometiam algum erro, eram humilhantemente repreendidos e, se reincidissem, eram demitidos com a justificativa desabonadora na carteira de trabalho. E estavam todos lá, lutando pelo empreguinho, ganhando um salário de fome, com patrão intolerante, relógio de ponto, responsabilidade exasperante e liberdade zero.

Por outro lado, na minha instituição ninguém era empregado, todos eram membros da diretoria, todos eram tratados com carinho e com respeito, tinham liberdade máxima, flexibilidade de horários, ganhavam bem e retribuíam agindo mal… e ainda estavam descontentes!

Fiquei tão triste que não prossegui no objetivo da minha visita ao banco. Sentei-me numa poltrona e fiquei observando o trabalho dos funcionários. Pouco a pouco fui me concentrando tanto no objeto da minha observação que entrei em meditação. No processo da meditação podem ocorrer percepções de diferentes manifestações. Naquele dia, tive a percepção de um Jardineiro cuidando do seu jardim e arrancando as ervas daninhas, deixando que ficassem somente as flores que plantara.

Ao presenciar aquilo, questionei a cena. Com que direito ele estava decidindo qual podia e qual não podia viver? Algumas daquelas ervas daninhas podiam ser muito úteis na cura de enfermidades! Nisso o Jardineiro, sem se virar para mim, continuou o seu trabalho e disse:

– Eu não estou impedindo que vivam. Só não permito que vivam no meu jardim. Aqui elas impedem as flores de se desenvolver.

Quando escutei aquilo, compreendi imediatamente onde estava o meu erro. Levantei-me, deixei o depósito para lá, voltei para a sede de Copacabana e reuni a equipe para colocar as novas diretrizes. Na minha frente, todos concordaram. No entanto, quando fui para a sala da diretoria, escutei lá fora uns sussurros em clima de insurreição:

– O que é que nós vamos fazer?

– Nada. Vamos continuar como sempre fizemos.

– É. O De é legal.

– Verdade, ele não vai cumprir a ameaça de nos afastar.

– Claro. E além do mais ele precisa da gente.

Foi a gota d’água. Sai da minha sala e lhes disse:

– Para mostrar que estou falando sério e que não preciso de ninguém, vocês estão todos dispensados.

– Mas De, quem é que vai dar aula para os nossos alunos? E quem vai cuidar do Instituto quando você estiver viajando para dar cursos?

– Não preciso de vocês, nem quero na minha casa os alunos que vocês deseducaram. Aluno de instrutor indisciplinado é indisciplinado e meio. Chega de insubordinação.

E assim coloquei ordem no galinheiro, eliminando todos os focos de indisciplina. Dispensei todos os instrutores e alunos, fechei a sede, fiz uma reforma para ajudar na mudança de egrégora e reabri sem comunicar aos antigos.

Ao longo da minha vida tive que repetir algumas vezes atitudes dramáticas como essa e sofri bastante com isso, pois tive que violentar minha natureza conciliatória e mostrar pulso firme. Mas os resultados compensaram.

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sábado, 20 de junho de 2009 | Autor:

Você já parou para pensar que suas ações são meros reflexos de um condicionamento social que a escraviza a um comportamento estereotipado, comportamento de rebanho que caminha para o matadouro, infeliz, mas resignado?

Já meditou no fato de que você não usa o seu livre arbítrio nem um pouco e que você pensa, fala, sente e age de acordo com aquilo que os outros esperam de você?

Onde está o ser inteligente que se distingue do resto dos animais pelo seu poder de volição e de decisão? Ele está manifestado em você? Vamos, sinceridade. Você faz o que quer – ou, ao menos, atreve-se a pensar o que quer? Ou pensa aquilo que a família, a sociedade, os amigos, as instituições querem que você pense?

Não, não pare de ler. Ou só vai ler as coisas amorosas que eu escrever? Enfrente pelo menos um pedaço de papel que lhe diz na cara que você não se assume. Que você tem sido tão influenciável pela opinião dos outros, que está se tornando uma pessoa sem vontade, sem personalidade.

Não estou zangado, não. Estou é tentando sacudir você tão bem que talvez consiga despertar. Afinal, você é inteligente e sabe a enorme variedade de doenças físicas e psíquicas que advêm da frustração, da auto-mentira, da infelicidade crônica do dia-a-dia sem sentido, do stress causado pela rotina medíocre e mesquinha.

Você já achou o sentido da sua vida?

A vida é dinamismo, é movimento e não estagnação. Estagne-se pelo medo de agir e se deteriorará como as tantas esposas e mães que vivem frustradas e arrependidas por não se terem deixado arrebatar por uma grande causa… e hoje trazem no semblante os vincos indeléveis da infelicidade incurável, essa mesma infelicidade que não hesitam em oferecer como herança malsã às suas filhas para que vivam as as mesmas pressões, mesmas depressões, as mesmas conversas, as mesmas fofocas, a mesma impotência para um orgasmo pleno ou para uma opinião própria, as mesmas lamentações, as mesmas lágrimas…

Você tem um compromisso cósmico agora! Mas tem, também, a liberdade de não aceitá-lo. O karma lhe deu a liberdade de opção que constitui a chave mestra de um fardo chamado responsabilidade. Só que, ingrata, você recusa essa dádiva e se obstina em não querer assumir a responsabilidade da decisão.

Você se acomoda indolentemente na almofada fofa da inércia. Simplesmente por medo de enfrentar uma mudança.

Já parou para pensar na idade que tem? Não acha que já está na hora de ter um pouco mais de maturidade?

Vamos! Utilize uma pontinha de sinceridade e responda: essa é a vida que você queria? Ela a realiza? Você já pensou como é que vai ser o seu futuro se tudo continuar nessa covardia e nessa acomodação?

Vamos, Criatura! Aventure-se, corra o risco que a vida é isso. A vida vale a pena quando se tem uma boa causa pela qual se possa sorrir ou chorar, pela qual se possa viver ou morrer.

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sábado, 20 de junho de 2009 | Autor:

Quanto você pagaria por mais um dia de vida? Hoje, provavelmente, não pagaria nada, pois acredita que está longe daquele momento fatídico. No entanto, imagine que o tempo passou e que você está na hora da verdade. Por motivo de acidente ou doença, é informado de que este é o seu último dia de vida. E que alguém lhe conseguisse mais um dia. Quanto você lhe pagaria para viver mais 24 horas?

Certamente, você lhe pagaria tudo o que tem por um dia a mais de vida. Pense, agora, quanto vale um ano a mais de vida? Quanto valem dez anos a mais? Pois isso é o mínimo que o SwáSthya Yôga lhe proporcionará, desde que você se dedique com disciplina, pratique metodicamente e incorpore os preceitos deste sistema. Quanto vale, então, em termos de investimento de tempo, de dinheiro ou de dedicação o estudo da Nossa Cultura?

No dia em que decidiu praticar o Método DeRose você deu uma grande guinada no seu karma. No dia em que leu o primeiro livro da nossa filosofia começou a consolidar essa mudança de destino. Quando alterou os seus hábitos, substituindo-os por outros mais saudáveis, conforme ensina esta corrente, você contabilizou mais dez, vinte ou trinta anos de vida. Ao travar contato pessoal com uma escola da nossa linhagem, passou a cultivar qualidade de vida naqueles 10, 20 ou 30 anos que está incrementando à sua existência.

O que você precisa, a partir de então, é de estabilidade nessa decisão. Precisa ter persistência, disciplina e permanecer nesta reeducação comportamental. Quanta gente há que está numa boa casa, num bom trabalho, numa boa relação afetiva e resolve mudar só “para variar”? Há quem pare de praticar a Cultura que propomos para fazer outra coisa, ou por ter-se mudado de residência e estar morando longe de uma boa escola, por motivos de família ou por falta de tempo.

Na verdade, nenhuma dessas desculpas justifica a interrupção, até porque você pode continuar praticando através de livros, CDs e DVDs. A razão verdadeira é a instabilidade, é não conseguir se dedicar a alguma atividade por mais tempo. Quanta coisa você já começou e não continuou, não é mesmo? Pois o SwáSthya merece uma atenção especial. Merece que você invista nele. Merece prioridade. Aplicando prioridade ao Yôga Antigo, você verá que há tempo, sim senhor, para ele em seu dia-a-dia. É só colocá-lo em primeiro lugar na sua agenda. Depois, preencha os demais compromissos no tempo que sobrar. E não o contrário.

Com o que aprendeu no Tratado de Yôga e com a sua prática regular do nosso sistema, você vai perceber câmbios radicais no seu destino, vai tornar-se o comandante dessa nave que é a sua vida. Em pouco tempo, estará interferindo positivamente em todos os eventos da saúde, da família, do amor, das finanças, mesmo aqueles que pareciam não depender de você. Tudo o que precisa é manter ritmo e estabilidade na dedicação à filosofia que preconizamos.

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sexta-feira, 19 de junho de 2009 | Autor:

Fernanda Neis
http://yoganosjardins.com.br

Eu vou contar aqui uma das cenas inesquecíveis dos momentos de vida que partilhei com a Re.
Estávamos no hotel em Paris, com ela, Soninha, Manu e o Gui que na época morava em Londres.
O Mestre tinha dado um curso pela Federação Francesa de SwáSthya Yôga, no qual estavam presentes pessoas de 7 países (uma das principais características da Renata era a capacidade de agregar) e depois, para descansar, fomos comer no nosso hotel uma comidinha feita em casa .
O quarto que nos foi oferecido era como sempre, charmoso e aconchegante, e sempre que chegávamos em Paris, tinha, além das coisinhas de geladeira, uma baguete fresquinha, com a manteiga preferida do Mestre e rosas vermelhas, também suas preferidas.
Até hoje, mesmo com a ausência física da Re, a Soninha nos recebe, com o mesmo carinho e ritual.
Voltando àquele dia, comemos o tal jantarzinho super gostoso e acho que foi a Soninha que tinha mostrado ao Mestre uma musiquinha francesa linda no dia anterior. Depois de jantar, ficamos lá no quarto, e a Re cantava com o De e a Soninha, várias e várias vezes enquanto elas ensinavam a melodia para o Mestre.
Obviamente, como não poderia deixar de ser, Soninha com sua sensibilidade presenteou o Mestre com o CD que continha a música.
O refrão da música diz assim: “Donner pour donner. C’est la seule façon de vivre. C’est la seule façon d’aimer …”
Obrigada querida Re por tudo o que você fez por todos nós e a cada um de nós.
Obrigada por contribuir tão objetivamente com o crescimento da nossa família.
Obrigada pela sua dedicação sincera e, principalmente, obrigada pelo seu sorriso constante.

Regina Wiese Zarling

Oi Fée, essa música do Elton John e France Gall, é muito linda..

httpv://www.youtube.com/watch?v=I1yvbb3e5-M

E.John: We’re no handy silver lining We’re no crime to make the headline news If it’s a matter for decision You and I can be the ones to choose

F.Gall: Je te donne mes espoirs cachés Je te donne mes incertitudes Je te donne mes plus grands secrets
Duo: La vie c’est déjà si compliqué Donner pour donner Tout donner C’est la seule façon d’aimer Donner pour donner C’est la seule façon de vivre C’est la seule façon d’aimer

EJ: Pas la peine de vivre enfermé
FG: C’est pas la peine
EJ: Pas la peine de rester couché
FG: Non c’est pas la peine
EJ: Je te donne sans rien demander
Duo : La vie c’est déjà si compliqué
FG: Je te donne mes sourires moqueurs Je te donne ma force ma douceur Je te donne mes secrets fragiles
Duo : La vie c’est déjà si difficile Donner pour donner Tout donner C’est la seule façon d’aimer Donner pour donner C’est la seule façon de vivre C’est la seule façon d’aimer
EJ: Oh ! donner pour donner Tout donner C’est la seule façon d’aimer
FG: Donner pour donner C’est la seule façon de vivre C’est la seule façon d’aimer
Duo: Donner pour donner Tout donner C’est la seule façon d’aimer Donner pour donner C’est la seule façon de vivre C’est la seule façon d’aimer

Regina Wiese Zarling

Dar Por Dar ( tradução da música Donner Pour Donner- Elton John e France Gall )

Eu te dou minhas esperanças escondidas
Eu te dou minhas incertezas
Eu te dou meus maiores segredos
A vida já é tão complicada
Dar por dar
Tudo dar
É o único modo de amar
Dar por dar
É o único modo de viver
É o único modo de amar

Não vale à pena viver trancado
Não vale à pena
Não vale à pena ficar deitado
Não, não vale à pena
Eu te dou sem nada pedir
A vida já é tão complicada
Eu te dou meus sorrisos debochados [Eu traduziria, aqui, “sapecas, traquinas”. O que você acha, Regina?]
Eu te dou minha força, minha doçura
Eu te dou meus segredos frágeis
A vida já é tão difícil
Dar por dar
Tudo dar
É o único modo de amar
Dar por dar
É o único modo de viver
É o único modo de amar
Oh, dar por dar
É o único modo de viver
É o único modo de amar
Dar por dar
Tudo dar
É o único modo de amar
Dar por dar
É o único modo de viver
É o único modo de amar

Beijos Rê

sexta-feira, 19 de junho de 2009 | Autor:

“Gracinha” cometida por um jovem ao apresentar sua noiva.

Esposa (ou marido), às vezes, tem prazo de validade. Ex-mulher é para o resto da vida. Este é o espírito da nossa política de boa vizinhança com projeção no futuro. Vamos explicar.

Quando você tiver uma relação afetiva, a cada palavra, a cada flor, carinho ou carta de amor, você deve estar o tempo todo aplicando o “Alcance da Visão” lá na frente: você precisa investir no seu relacionamento como o fazem as empresas mais sérias e responsáveis ao cuidar do cadastro de clientes, isto é, precisa administrar o respeito, a parceria e todas aquelas atitudes que vão garantir uma amizade eterna entre os dois ex.

Pois é. Como diretor e como instrutor é a mesma coisa. A maior parte dos alunos acabará se transformando em ex-alunos, mesmo que seja daqui a cinco, dez ou vinte anos. A maioria dos instrutores que você preparar eventualmente desistirá da carreira ou optará pelo solipsismo, pois aí não precisará cumprir normas, não precisará estudar para os exames da Federação de Yôga do seu estado e poderá dar aulas de qualquer modalidade legítima ou não de Yôga.

Então, como no exemplo anterior, do relacionamento afetivo, desde agora vamos investir cada vez mais nos futuros ex (ex-namorados, ex-cônjuges, ex-alunos, ex-instrutores e nos futuros ex-membros da nossa egrégora, enquanto eles ainda estão dentro), para que continuem sempre nossos amigos, admirando e respeitando o SwáSthya, a Uni-Yôga, o instrutor dele e o codificador da Nossa Cultura mesmo depois que saírem.

Complemente este post, lendo o “Dissidente não é inimigo“.

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