segunda-feira, 4 de maio de 2009 | Autor:

… em TV e Imprensa escrita, por favor, peço que mos envie para compartilharmos com os demais companheiros de todo o mundo.

Leia mais »

domingo, 3 de maio de 2009 | Autor:

Ontem ministrei um curso de ásana para coreografia na Sede Central e hoje um sádhana para os instrutores inscritos no seleto grupo que faz a prática avançada comigo uma vez por mês. Participam instrutores de Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Campinas, Itu e Santo André. Não temos o prazer de contar com ninguém de Santa Catarina, Rio e Minas. Já do Norte/Nordeste/Centro-Oeste compreendemos que seja muito distante e caro. Contudo, todos devem investir na presença física, pois há coisas que só são transmitidas e só são assimiladas de corpo presente, olhos nos olhos e abraço no final.

Leia mais »

domingo, 3 de maio de 2009 | Autor:

Continuem enviando seus comentários! Já estão quase me convencendo. Convencendo a quê? A ficar no Brasil ou a ficar na Europa? Aguarde o próximo capítulo.

Leia mais »

sábado, 2 de maio de 2009 | Autor:

Valorizo bastante o apoio que estou recebendo no Brasil. E valorizo igualmente a recepção calorosa e a receptividade de Portugal e França (sem dúvida, também está caminhando para vir a ser assim a receptividade e acolhimento da Inglaterra, Itália e demais países). Portanto, ocorreu-me uma pesquisa, mais a guisa de incentivo à comunicação entre nós, um jogo de equipes. Que tal você escrever um comentário com as dez razões para:

1. ficar no Brasil/Argentina (e por extensão os países que estão começando a se alinhar: Chile, Peru, Guatemala, República Dominicana);

2. ficar na Europa (Portugal, França, Inglaterra, Escócia, Itália, Espanha, Alemanha, Polônia).

Vamos ver qual é a equipe que vai reunir as melhores razões!

Leia mais »

sábado, 2 de maio de 2009 | Autor:

Entre sair do hotel, ir para o aeroporto, embarcar, viajar, chegar, dormir para me recuperar a fim de dar um bom curso hoje, sábado, o resultado foi um período de silêncio. Mas já estou aqui de volta.

Leia mais »

quinta-feira, 30 de abril de 2009 | Autor:

Em qualquer parte do mundo, as pessoas dizem que os franceses são grosseiros. No entanto, tirando os motoristas de táxi, todos sempre foram muito gentis comigo ao longo de 34 anos de viagens a Paris. E os motoristas de táxi eram paquistaneses, africanos, chineses e de outras nacionalidades. 

Todos dizem que os parisienses não aceitam falar inglês, porém a minha experiência é oposta a essa fama. Sempre que falo com eles em francês sofrível, respondem-me espontaneamente em inglês, para me ajudar.

Nice tem fama de ser uma cidade de idosos aposentados, mas só vi gente jovem lá.

Os paulistas são acusados injustamente de não querer dar informação quando alguém pergunta como chegar a determinado lugar. Vivo em São Paulo desde 1983 e minha observação pessoal é a de que explicam tanto que é preciso interrompê-los para dizer que “obrigado, já entendi”. Certa vez, um motorista saiu do seu caminho para conduzir seu veículo na frente do meu a um lugar distante, a fim de me levar a um destino que eu não conseguia compreender como chegar lá!

Na Europa (na França, na Espanha e mesmo em Portugal) está decidido que os brasileiros não podem ser louros e de olhos claros como a Fernanda ou o Gabriel. Em Portugal, Fernanda entra em uma loja falando português e o empregado responde em inglês! Mesmo escutando o brasileirês ele não admite que ela esteja falando essa língua… Inclusive no nosso hotel, depois da terceira tentativa de falar português com o garçon lusitano ele parou de insistir no inglês e passou a falar espanhol com a Fée. Na França todos manifestam perplexidade ao conhecer algum brasileiro do Sul do Brasil (de ascendência alemã, austríaca, polonesa, russa, italiana do norte), e expressam que essa pessoa “não tem aparência de brasileiro”.

Portanto, quando disserem que uma cidade, ou país, ou empresa, ou pessoa é assim ou assado, considere a possibilidade de essa imagem ser falsa, pois, reza o Axioma Número Sete: nada é aquilo que parece ser.

Como complementação a este post, leia o capítulo A história oficial, no livro Quando é Preciso Ser Forte. Você vai ficar perplexo, indignado com o Homo stultus e vai dar muita risada.

quarta-feira, 29 de abril de 2009 | Autor:

A escola do Zé e da Filipa é muito simpática e seus alunos são uma graça, muito queridos. Havia gente da Itália, Espanha, Bielo-Rússia, Estados Unidos, Brasil, Portugal, Hungria e mais alguns países. Bem participantes, mantiveram duas horas e meia de conversa animada, interessada e culta. Depois, uma comidinha bem ao nosso estilo. Parabéns aos colegas dessa segunda unidade de Paris.