sexta-feira, 10 de junho de 2016 | Autor:

Todos queremos estar no controle. Pois a forma mais racional e que proporciona melhores resultados não é fazer jogo duro ou vomitar as emoções atabalhoadamente. Quando você compreende que quem diz o que quer ouve o que não quer, suas palavras e ações passam a ser mais inteligentes.
Imagine uma enorme pedra arredondada, estável na beirada de uma ribanceira. A pedra é o nosso emocional. Enquanto está ali, parada, dá-nos a impressão de que sua estabilidade é perene. No entanto, sua posição é suscetível a rolar morro abaixo. Basta um pequeno toque, talvez com a ponta do seu dedo indicador, para fazê-la perder a aparente estabilidade e descer destruindo tudo. Assim é o nosso emocional.
Por outro lado, se a pedra começar a oscilar, na posição em que se encontra também basta um dedo do outro lado para evitar que comece a rolar. Assim é o nosso emocional.
Apenas um dedo é o suficiente para evitar um desastre, desde que aplicado na hora certa, antes do desencadeamento.

Assista no YouTube um aprofundamento deste assunto. Ou, ouça no podcast!
youtube.com/watch?v=4lQOhv6ALX8

quinta-feira, 9 de junho de 2016 | Autor:
quinta-feira, 9 de junho de 2016 | Autor:

Seja qual for o caso do cão, o problema é o seu humano. Os cães são criaturas sensíveis que captam a atmosfera emocional das pessoas próximas. Se essas pessoas se comportam com nervosismo, medo, insegurança, agressividade, falta de liderança ou qualquer tipo de neurose, o animal reage incorporando a atitude correspondente em seu comportamento.
Se o seu cão late muito, destroi o que não lhe pertence, se é agressivo, se não obedece, pode ter certeza: o problema não é o cão. Leia livros de adestramento, contrate um treinador e, acima de tudo, seja receptivo e aceite as instruções do treinador. Você tem que mudar.

Assista o vídeo (ou ouça o áudio) complementar e aprenda mais sobre o comportamento humano.

youtube.com/watch?v=Rbms8xFdlKM&feature=youtu.be

quarta-feira, 8 de junho de 2016 | Autor:

Falar ou escrever com erros é uma das maiores demonstrações de que o indivíduo em questão não recebeu uma boa educação. Tenho acompanhado o fenômeno da evolução da nossa língua durante estas últimas décadas com perplexidade e apreensão. Muito em breve não estaremos mais falando português e sim algum dialeto esdrúxulo. Até quando poderemos declarar, com orgulho, que falamos uma língua vagamente aparentada com a de Camões, a melhor língua literária do mundo?

youtu.be/Nb_ZqK-evqU

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segunda-feira, 6 de junho de 2016 | Autor:

Nossa recomendação é sempre evitar o fanatismo. Mas onde fica a fronteira entre o fanatismo e a seriedade? Para dedicar-nos a alguma coisa com seriedade é preciso um coeficiente de determinação que os não-comprometidos com o mesmo ideal geralmente tacham de fanatismo. Só o bom senso de cada um poderá julgar. O importante é não chatear as pessoas com as nossas excentricidades. Aliás, quanto menos elas ficarem sabendo, melhor. Assim, você evita que o considerem um eco-chato.

Assista um vídeo que preparei sobre o assunto, ou ouça no podcast.

youtube.com/watch?v=BC746pKt4_k

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domingo, 5 de junho de 2016 | Autor:

Egrégora provém do grego egrégoroi e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. Todos os agrupamentos humanos possuem suas egrégoras características: todas as empresas, clubes, religiões, famílias, partidos etc. Egrégora é como um filho coletivo, produzido pela interação “genética” das diferentes pessoas envolvidas. Se não conhecermos o fenômeno, as egrégoras vão sendo criadas a esmo e os seus criadores tornam-se logo seus servos, já que são induzidos a pensar e agir sempre na direção dos vetores que caracterizaram a criação dessas entidades gregárias. Serão tanto mais escravos quanto menos conscientes estiverem do processo. Se conhecermos sua existência e as leis naturais que as regem, tornamo-nos senhores dessas forças colossais.

Assista uma história que publiquei no nosso canal do YouTube sobre egrégora e status quo:

youtu.be/Y9-KppifkXY

Se preferir, ouça no nosso podcast 🙂

domingo, 5 de junho de 2016 | Autor: