sexta-feira, 30 de novembro de 2012 | Autor:

Se alguém lhe pedir algo emprestado, dê-lhe logo o objeto de presente. É muito caro ou muito querido e você não pode dá-lo de presente? Então, também é muito precioso para emprestar.

É impressionante como emprestar algo tem sempre as mesmas consequências há milênios e as pessoas continuam emprestando. As consequências sempre são:

a)     Você fica sem o seu objeto, pois o amigo não o devolve.

b)    Você recebe o objeto de volta, danificado.

c)     Você perde o amigo.

Então, sai mais barato comprar um objeto igual e dar de presente, ou, simplesmente, dizer que sua religião proíbe emprestar seja lá o que for!

Vai perder o amigo por causa disso? Não vai, não. Mas se perder, pelo menos perdeu só o pseudo-amigo, mas preservou o objeto.

É curioso como as pessoas acham que pedir emprestado e não devolver não é roubo. Mas é roubo. É furto dos mais hediondos, pois trata-se de roubar um amigo que lhe emprestara algo de boa fé, confiando em você.

– Ah! Mas não foi com a intenção de me apropriar. Eu apenas me esqueci de devolver.

É? Por quanto tempo? Um mês? Um ano? Também se esquece de pagar um empréstimo de dinheiro? Desculpe. Eu tenho um nome para isso.
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012 | Autor:

Não deixe para depois

Faça na hora. Tudo o que você deixa para depois acaba ficando eternamente para depois. O mecanismo psíquico é muito simples. Um dispositivo mental soa o alarme: atenção, tem que fazer tal coisa. Mas aí, você envia uma contra-ordem: não, é para depois. O psiquismo, obediente, arquiva no escaninho denominado “para depois”. E libera memória no HD.

No mundo profissional, assim como nas tarefas domésticas, deixar para depois é o atalho mais curto para o fracasso e consegue lhe sedimentar rapidamente uma neurose de desorganizatite crônica. Ela vem acompanhada da reputação correspondente, o que não é nada edificante para sua carreira, para a sua relação afetiva, nem para a sua auto-estima.

Quanto às compras, se vir uma coisa que lhe agrade, não deixe para depois. Quando você voltar para adquirir, poderá já não ter o modelo, a cor ou o tamanho que você quer. Entre logo. Peça para ver. Toque. Experimente. Decida-se. Se não tiver o dinheiro na hora, reserve. Informe-se discretamente sobre quem fabrica, para poder ir atrás, caso a loja não faça a reserva, ou não a honre, ou caso você deixe passar o prazo que o estabelecimento lhe concedeu para efetuar a transação.

Deixe para depois

Por outro lado, quando precisar fazer economia, mas não quiser sofrer com a frustração de desejar algo e não ter dinheiro para adquirir, use um truque. Diga a si mesmo: “Eu vou comprar isso. Mas não agora. Não faço compras por impulso. Vou pensar melhor e volto amanhã.”

Se a compra for realmente muito importante você voltará de fato amanhã. Mas na maior parte das vezes você vai simplesmente declinar. Com isso, no final de um mês terá feito alguma economia e ao fim de um ano você ficará impressionado com o total que terá economizado.
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012 | Autor:

A coisa mais comum é perder-se misteriosamente um pé de meia que talvez tenha caído em algum canto e ninguém haja visto. Ou furar um enquanto o outro pé daquela meia da qual você gosta tanto ainda está em boas condições. E o que dizer da meia fina de mulher, que é tão volátil…

Diga-se o mesmo dos brincos. O que mais ouço é alguma jovem lamentando, com um olhar de partir o coração: “Ah! Perdi um brinquinho. Eu gostava tanto dele!”

Sempre que for comprar brincos ou meias, compre pelo menos dois pares iguais. Assim, quando você perder um, não terá que jogar fora o outro. Reporá com um brinco ou com uma meia do par de reserva. E ainda sobrará mais um exemplar para a próxima perda! Comprando dois, na verdade você terá três pares à base de substituição. Uma bela economia, não é?

Isto vale para todas as coisas que se comprem aos pares. E faz muito bem ao coração…
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terça-feira, 27 de novembro de 2012 | Autor:

Desenvolvi um método muito eficaz para juntar dinheiro. Quando vejo algo que me atraia numa vitrine, checo o preço, tiro o dinheiro do bolso, conto aquele valor, coloco no outro bolso e digo para mim mesmo: “DeRose, você acaba de ganhar x reais.” Passo no banco e deposito essa quantia numa aplicação financeira. Como dinheiro chama dinheiro, em pouco tempo, de grão em grão a galinha realmente enche o papo. E foi assim que construí um patrimônio sólido na minha vida.

E quanto ao desejo de adquirir o tal objeto? Ah! Aquilo? Eu posso perfeitamente viver sem ele.
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012 | Autor:

Você já notou? Quando liga de novo para saber como andam as providências solicitadas ou para reclamar que sua solicitação anterior não foi atendida o funcionário do outro lado da linha aplica um artifício para deixar o cliente sem razão. ele pergunta com quem você falou.

– Ora, sei lá com quem eu falei! Falei com vocês.

Pois a partir de agora, pergunte sempre:

– Com quem eu falei? Antônio de quê, seu sobrenome, por favor.

Sim, sobrenome, porque quando você ligar para a empresa vão perguntar:

– Qual Antônio?

E você vai ficar com cara de tacho. Guarde esse nome junto com a nota do produto ou serviço. Anote também o dia e hora em que falou, pois o funcionário pode dar nome falso para não ser responsabilizado.

Tudo esse procedimento é muito complicado? Gera stress? Nada disso. É uma questão de hábito, como escovar os dentes.
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domingo, 25 de novembro de 2012 | Autor:

Tenho um grande amigo, Daniel De Nardi, que vivia perdendo a carteira, as chaves e outros periféricos. Mas ele não concorda com esta afirmação:

– Mas bah, tchê, eu não perdi a carteira! Sei perfeitamente onde ela está. Eu a deixei no cinema (ou no restaurante, ou no hotel, ou no avião).

Um dia, chegando a São Paulo, descobriu que havia esquecido as chaves do carro no Rio Grande do Sul. Mas não as perdeu, porque ele sabia perfeitamente onde elas estavam…

Canso de ensinar: carteira, chaves, celular, óculos, são como o seu fígado. Têm que estar no corpo. Você não tira o fígado e o coloca em cima de uma mesa ou cadeira para fazer seja o que for.
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sábado, 24 de novembro de 2012 | Autor:

Enviado pelo Luc:

 

Mestre, se puder divulgue. Este pessoal é fantástico!

SESC PINHEIROS – Teatro Paulo Autran

Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros

Dias 24 e 25 de novembro – Sáb 21h / Dom 17h

Maiores informações:

Mimulus 31 3295-4367

Sesc Pinheiros 11 3095-9721

http://www.youtube.com/watch?v=x3uEFcARKI8&feature=share