sexta-feira, 30 de novembro de 2012 | Autor:

Se alguém lhe pedir algo emprestado, dê-lhe logo o objeto de presente. É muito caro ou muito querido e você não pode dá-lo de presente? Então, também é muito precioso para emprestar.

É impressionante como emprestar algo tem sempre as mesmas consequências há milênios e as pessoas continuam emprestando. As consequências sempre são:

a)     Você fica sem o seu objeto, pois o amigo não o devolve.

b)    Você recebe o objeto de volta, danificado.

c)     Você perde o amigo.

Então, sai mais barato comprar um objeto igual e dar de presente, ou, simplesmente, dizer que sua religião proíbe emprestar seja lá o que for!

Vai perder o amigo por causa disso? Não vai, não. Mas se perder, pelo menos perdeu só o pseudo-amigo, mas preservou o objeto.

É curioso como as pessoas acham que pedir emprestado e não devolver não é roubo. Mas é roubo. É furto dos mais hediondos, pois trata-se de roubar um amigo que lhe emprestara algo de boa fé, confiando em você.

– Ah! Mas não foi com a intenção de me apropriar. Eu apenas me esqueci de devolver.

É? Por quanto tempo? Um mês? Um ano? Também se esquece de pagar um empréstimo de dinheiro? Desculpe. Eu tenho um nome para isso.
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segunda-feira, 13 de abril de 2009 | Autor:

Como o mundo dá voltas! Há pouco tempo pedíamos dinheiro emprestado ao Fundo Monetário Internacional. Hoje, oferecemos dinheiro ao FMI.

Quem pede dinheiro emprestado ao sistema bancário (seja o tomador uma pessoa física, jurídica ou uma nação), afunda-se na areia movediça do pagamento de juros. Um gerente de banco amigo meu, disse certa vez: “O banco é a aids das empresas.” Acrescento: e das pessoas e das nações”!

Durante décadas, não conseguíamos sair do círculo vicioso: tomávamos um empréstimo para quitar o outro. Em 2009 a situação se inverteu. Isso faz muito bem à nossa auto-estima. Esperemos que o Governo saiba o que está fazendo.

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