segunda-feira, 29 de outubro de 2012 | Autor:

Este vídeo foi enviado por Alessandro Martins:

 

Este vídeo de 3 minutos mostra a importância, inteligência e a coragem do segundo homem ou aquele que é o primeiro a seguir o líder: http://www.ted.com/talks/lang/pt-br/derek_sivers_how_to_start_a_movement.html
sábado, 27 de outubro de 2012 | Autor:
Texto enviado pela Vanessa De Rose: 

 

O PROFESSOR DO BILL GATES

Esta estória é meio lenda meio fato, mas merece ser contada como se fosse real.

Quando Bill Gates estudava em Harvard, ele tinha um professor de matemática fantástico e muito exigente. Tanto isso é verdade que Bill Gates se classificou em 18º lugar num teste nacional de matemática. Esse professor dava uma prova final dificílima e poucos alunos conseguiam acertar todas as questões.

“Se alguém conseguir acertar completamente esta prova, eu renunciarei ao meu cargo de Professor de matemática e trabalharei para ele”, dizia o professor no início da prova, com total seriedade.

Em inglês esta frase soa bem mais forte, tipo “eu serei seu subordinado para sempre”, uma forma simpática de dizer que se aceita a derrota e que finalmente se encontrou alguém superior.

Bill Gates foi o aluno que mais próximo chegou de encontrar todas as soluções, tendo errado uma questão, somente no finalzinho da dedução.

Passados vinte anos, se alguém for para Boston poderá encontrar o tal professor batendo a cabeça na parede de Harvard Square, balbuciando : “Por que eu fui tão rígido? Por que que eu fui tão rígido?’’

Tivesse sido menos rigoroso, o agora anônimo professor seria hoje, provavelmente, o segundo homem mais rico do mundo.

O interessante dessa estória é o fato de que alunos de Harvard ouvem de seus professores o seguinte conselho: “Se um dia você encontrar alguém, um colega ou um subordinado, mais competente que você, faça dele o seu chefe, e suba na vida com ele”.

No Brasil, um colega de trabalho que comece a despontar é imediatamente tachado de picareta, enganador e puxa-saco. Em vez de fazê-lo chefe, começa um lento e certeiro boicote ao talento. Nossa mania de boicotar chefes lembra a mentalidade do “Se hay gobierno soy contra”. Nestas condições, equipes dificilmente conseguem ser formadas no Brasil, e temos um excesso de prima-donas, donos da verdade sem nenhuma equipe para colocar as idéias em prática.

Se não aprendermos a escolher os nossos chefes imediatos, como iremos escolher deputados, governadores e presidentes da República ?

Milhares de jovens acreditam ingenuamente que, apesar de ter cabulado a maioria das aulas, quando adultos contratarão pessoas inteligentes que suprirão o que não aprenderem. Ledo engano, pessoas inteligentes são as primeiras a procurar parceiros competentes para trabalhar.

Melhor do que procurar as melhores empresas para trabalhar é procurar os melhores chefes e trocar de emprego quantas vezes seu chefe trocar o dele. Como fizeram as dezenas de programadores que decidiram trabalhar para a Microsoft, na época em que ela era dirigida por um fedelho de 19 anos e totalmente desconhecido.

Achar um bom chefe não é fácil. Temos muito mais informações sobre empresas do que sobre pessoas com capacidade de liderança.

Mas, na próxima vez que encontrar um amigo para saber se o emprego dele paga bem, pergunte quem são os bons chefes e líderes da empresa em que ele trabalha,

É muito melhor promover um subordinado a seu chefe se ele for claramente mais competente do que você, do que ficar atravancando a carreira dele e a sua.

Subordinar-se a um chefe competente não é sinal de submissão nem de servilismo, mas uma das melhores coisas que você poderá fazer para sua carreira. Embora ser o número 1 de uma organização seja o sonho de muitos jovens, a realidade é que 95% de sua carreira será desenrolada como o número 2 de algum cargo.

A pior decisão na vida do professor de Bill Gates foi a de não seguir o seu próprio conselho. Portanto fique de olho nos seus colegas de trabalho e faculdade que parecem ser brilhantes e tente trabalhar com eles no futuro. Eles poderão ser o caminho para o seu sucesso.

STEPHEN KANITZ
http://www.kanitz.com/veja/bill_gates.asp
Revista Veja, Editora Abril, edição 1552, nº 25, 24 de junho de 1998, página 21

sexta-feira, 26 de outubro de 2012 | Autor:

Ao reafirmar que estou fora desse segmento profissional estou também informando aos ilustres ensinantes da ióga que costumam me assestar seus mais elevados sentimentos, que procurem outros alvos, pois estarão perdendo tempo se continuarem a me obsequiar com as suas atenções.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012 | Autor:

Comunico aos nossos estimados amigos e desamigos que fui obrigado a processar criminalmente um instrutor de Yóga que foi responsável pela divulgação de difamação contra mim pela imprensa. A ação resultou numa sanção penal decorrente de um mecanismo conhecido como “transação penal”, por meio do qual o agressor em questão concordou em pagar uma multa para evitar que o processo fosse adiante.

Fico profundamente entristecido que coisas como essa ocorram no seio de uma filosofia que se diz elevada, espiritual, na qual se repetem estribilhos de piedade, de tolerância e de amor. Esse senhor já vinha me atacando pela imprensa e fora dela há mais de dez anos. Acho que ele interpretava como fraqueza a minha postura fidalga de não responder no mesmo tom. Isso, certamente, o encorajou a dizer o que bem entendeu.

Tenho um exército de advogados de várias especialidades e o meu criminalista disse um basta.

Sinto muito pesar porque eu nunca ataquei aquele cidadão, nunca tive nada contra ele e ainda guardo boas recordações de quando nos conhecíamos. Nunca entendi o motivo pelo qual, de uma hora para outra, ele se voltou tão virulentamente contra mim e nem consigo compreender como esse ódio pode durar tantos anos.

Também é muito difícil compreender que alguém que se intitula instrutor de Yóga sinta ódio. Ainda que em algum momento eu o tenha desagradado involuntariamente, onde está a capacidade de perdoar e esquecer que a Yóga tanto ensina?

Quando uma coisa dessas acontece, todos nós praticantes, alunos e instrutores ficamos constrangidos. Isso macula o nome da Yóga e o do Yôga. Quando um profissional de qualquer área atira lama em outro, salpica sujeira em todos os demais, inclusive em si próprio, perante a imprensa e a opinião pública.

Já anteriormente, vários outros agressores foram instados a prestar depoimentos em delegacias policiais por haver dito o que não deviam, pensando que poderiam se escudar na imaginária impunidade baseada no suposto anonimato da internet. Mas não é bem assim. Com a ajuda de alguns especialistas conseguimos rastrear e localizar vários divulgadores de calúnias e difamações perante o Departamento de Crimes pela Internet. O que me deixa mais perplexo é que a maior parte declarou que nunca falou comigo, não me conhecia e nunca havia lido nada que eu houvesse escrito! Eram pessoas ingênuas, manipuladas por gente mal-intencionada. Odiavam-me gratuitamente, só porque praticavam outra modalidade e, lá onde praticavam uma suposta Yóga, haviam escutado maledicências. É mesmo uma vergonha para todos os adeptos de qualquer vertente, tanto da Yóga, quanto do Yôga.

Nenhum praticante, aluno ou instrutor pode furtar-se a uma profunda decepção com seus mentores ao ser obrigado a defrontar-se com uma indignidade dessas.

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Optei por não mencionar o nome da pessoa acima citada a fim de não lhe causar constrangimento nem lhe conceder divulgação. Devemos lembrar-nos de que fiquei bem mais conhecido, cresci muito e vendi muito mais livros graças à publicidade que meus opositores me proporcionaram. Em uma obra sobre sucesso profissional há uma frase que ilustra o fenômeno. Disse o autor: “Para ficar forte e vencer, se você não tem inimigos arranje alguns.” Embora eu não queira cultivar inimigos, sei o quanto essa máxima é verdadeira. Os que se consideram como tal me ajudaram muito em minha carreira já com mais de 50 anos de ensino da filosofia hindu.

Eu gostaria que todos os colegas (eu inclusive), fizéssemos um exercício de humildade e nos reconciliássemos. Todos os alunos de todas as modalidades, unanimemente, se sentiriam mais confortáveis e felizes se nós o conseguíssemos. Todos considerariam que, aí sim, nós seríamos dignos de ensinar algo que tem o nome de Yôga (que, traduzido, significa “união”).

quarta-feira, 24 de outubro de 2012 | Autor:
Olá Mestre! Olá pessoal!

Bruno, legal a imagem e o que você escreveu sobre ela =)

Vim compartilhar com todos um documentário chamado “A Educação Proibida”. Encontrei no http://luisalbertowarat.blogspot.com.br/que é um grupo formado por professores que buscam a sensibilidade, qualidade de vida e melhor convivência.

Aqui está o link http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=-1Y9OqSJKCc#!

Algumas falas chamaram atenção:

“Se você busca resultados diferentes, não faça sempre as mesmas coisas”.

“Para descobrir a lâmpada, o criador errou mil vezes. Perguntaram a ele como se sentia sobre isso e ele respondeu: – Eu não errei mil vezes, a lâmpada é que precisa de mil passos para ficar pronta”.

“Toda vivência humana acontece em conversas e é nesse espaço que se cria a realidade em que vivemos”.

“A pressão social, as extensas jornadas laborais, a necessidade de não nos sentirmos excluídos, nos obriga dia-a-dia a tomar decisões sem perguntar-nos realmente se são lógicas ou coerentes para nós, sem pensar como nos sentimos”.

Um abraço,
Fernanda Bizzotto.

terça-feira, 23 de outubro de 2012 | Autor:
Querido Mestre,

Recentemente vi uma imagem que me lembrou instantaneamente da sua história de vida.

http://sphotos-e.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash3/58709_510217895657373_1679447175_n.jpg

Obrigado por, apesar de todas as adversidades e dos preconceitos alheios, manter as flores lindas e vibrantes na sua cabeça! :D
Um forte abraço de um jovem aluno,

Bruno Herzmann.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012 | Autor:

 

 

 

A teoria da “Síndrome da Felicidade” baseia-se no fato de que o ser humano é um animal em transição evolutiva e que, nos seus milhões de anos de evolução, somente há uns míseros dez mil anos começou a construir aquilo que viria a ser a civilização. E só nos últimos séculos, sentiu o gosto amargo das restrições impostas como tributo dessa aventura.

Como animais, temos nossos instintos de luta, os quais compreendem dispositivos de incentivo e recompensa pela sensação emocional e mesmo fisiológica de satisfação cada vez que vencemos, quer pela luta, quer pela fuga (a fuga também é uma forma de vitória, já que o animal conseguiu vencer na corrida ou na estratégia de fuga; e seu predador foi derrotado, uma vez que não o conseguiu alcançar).

Numa situação de perigo, o instinto ordena lutar ou fugir. Quando acatamos essa necessidade psico-orgânica, o resultado na maior parte das vezes, é a saúde e a satisfação que se instala no estágio posterior.

Se não é possível fugir nem lutar, desencadeiam-se estados de stress que conduzem a um leque de distúrbios fisiológicos diversos. Isto tudo já foi exaustivamente estudado em laboratório e divulgado noutras obras.

O que introduzimos na teoria da Síndrome da Felicidade é a descoberta de um fenômeno quase inverso ao que foi descrito e que os pesquisadores ainda não situaram a contento. Trata-se daquela circunstância mais ou menos duradoura na qual não há necessidade de lutar nem de fugir porque está tudo bem. Bem demais, por tempo demais.

Isso geralmente acontece com maior incidência nos países de grande segurança social e numa proporção assustadora nas famílias mais abastadas.

O dispositivo de premiação com a sensação de vitória, sua consequente euforia e auto-valorização por ter vencido na luta ou na fuga, tal dispositivo em algumas pessoas não é acionado com a frequência necessária. Como consequência o animal sente falta – afinal é um mecanismo que existe para ser usado, mas não o está sendo – e, então, ele cai em depressão.

Se quisermos considerar o lado fisiológico do fenômeno, podemos atribuir a depressão à falta de um hormônio, ainda não descoberto cientificamente, que denominei endoestimulina, e que o organismo pára de segregar se não precisa lutar nem fugir por um período mais ou menos longo, variável de uma pessoa para outra.

O cachorro doméstico entra em depressão, mas não sabe por quê. A dona do cãozinho também não sabe a causa da sua própria depressão, já que o processo é inconsciente, porém, seu cérebro, mais sofisticado do que o do cão, racionaliza, isto é, elabora uma justificativa e atribui sua profunda insatisfação a causas irreais. Não adiantará satisfazer uma suposta carência, imaginariamente responsável pela insatisfação ou depressão: outra surgirá em seguida para lhe ocupar o lugar e permitir a continuidade da falsa justificativa. O exemplo acima poderia ser com pessoas de ambos os sexos e todas as idades, mas, para ocorrer, é preciso que a pessoa seja feliz. Feliz demais, por tempo demais.

Resumindo: se está tudo bem, bem demais, por tempo demais, o indivíduo começa a sentir infelicidade por falta do estímulo de perigo-luta-e-recompensa. Como isso ocorre em nível do inconsciente, a pessoa tenta justificar sua infelicidade, atribuindo-a a coisas que não teriam o mínimo efeito depressivo em alguém que estivesse lutando contra a adversidade.

Exemplos:

  • Na Escandinávia, onde a população conta com uma das melhores estruturas de conforto, paz social, segurança pessoal e estabilidade econômica, é onde se verifica um dos maiores índices de depressão e suicídio no mundo. Durante a guerra do Vietnam, onde as pessoas teriam boas razões para abdicar da vida, o índice de suicídios foi quase nulo.
  • Os países mais civilizados que não teriam motivos para passeatas e agitações populares, pois nada há a reclamar dos seus governos, com alguma frequência realizam as mesmas manifestações, mas agora com outros pretextos, tais como a ecologia, o pacifismo ou a defesa dos direitos humanos na América do Sul.
  • O movimento em defesa dos direitos da mulher surgiu justamente no país onde as mulheres tinham mais direitos e eram mesmo mais poderosas que os homens: os Estados Unidos. Lá, onde tradicionalmente se reconhece a ascendência da esposa, justo lá, foi onde as mulheres reclamaram contra sua falta de liberdade e de igualdade. Já na Itália, Espanha, Portugal, América Latina, Ásia, países muçulmanos e outros onde a mulher poderia ter motivos na época para reclamar, em nenhum deles ela se sentiu tão violentamente prejudicada nos seus direitos quanto nos Estados Unidos.

Assim, sempre que algum aluno ou aluna vinha chorar as mágoas, explicava-lhe nossa teoria da Síndrome da Felicidade e concluía dizendo:

– Se você se sente infeliz sem razão, ou o atribui a essas razões tão pequenas, talvez seja porque você é feliz demais e não está conseguindo metabolizar sua felicidade. Algo como indigestão por excesso de felicidade. Pense nisso e pare de reclamar da vida.