terça-feira, 14 de fevereiro de 2012 | Autor:

Não é preciso texto.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012 | Autor:

Compartilhe e discuta com os amigos este capítulo do nosso livro Anjos Peludos – Método de educação de cães.

Se apreciar, procure-o nas livrarias e  indique-o a quem gostar de cães.


 É chocante como as pessoas desconhecem o mecanismo da liderança animal! Quase todos os meus amigos me dizem a mesma frase (parece um disquinho):

– Quando fui escolher o cachorro, foi este que me escolheu. Ele veio correndo na minha direção e saltou nos meus braços!

Então, já começou mal. A relação já se iniciou com o cão tomando as decisões. Se ele teve aquela atitude, deve ser um cão alfa dominante. Sua relação com ele provavelmente vai ser de  um medir forças sem trégua.

Quando fomos escolher a Jaya, ela era tão acanhada e tímida que tive receio que fosse autista. No entanto, quando cresceu, no nosso dia-a-dia ela brinca, corre, pula, tem uma energia incrível. Só que quando não queremos mais brincar, ela para na hora. É alegre e dinâmica, mas carinhosa e obediente.

Há um pequeno truque ao escolher o seu amiguinho: coloque-o no seu colo, de barriga para cima. Se ele aceitar tranquilamente essa posição, provavelmente, é cordato e dócil. Caso não se submeta e fique agitado para se virar, é possível que seja um animal rebelde.

Fora o cuidado de não escolher o cão mais hiperativo, deve-se conhecer bem os espécimens que o canil fornece e checar os ancestrais para que não haja antecedentes de enfermidades genéticas.

Por outro lado, não há nada mais lindo que salvar da morte certa os “focinhos carentes” que estão esperando por adoção nos abrigos. Se ninguém os adotar, serão abatidos sem dó nem piedade. Procure nos sites de adoção e poderá conhecer o seu futuro pet pela foto e pelo perfil que geralmente é descrito.

Lembre-se de que nunca deve separar o filhote da mãe com menos de 45 dias. Eu acho um absurdo separá-lo da mãe com qualquer tempo. Mas, pensando racionalmente, cada casa ficaria com mais de dez cães quando alguma cadelinha desse cria, o que é impraticável. Dessa forma, com dor no coração, preciso aceitar o fato de que a praxe é separar os filhotes em algum momento.

O Dr. Mauro Lantzman nos dá as seguintes dicas sobre as posturas de dominância que permitem identificar filhotes dominantes:

  • Perseguir os outros filhotes na ninhada.
  • Ficar de pé sobre o companheiro de ninhada.
  • Andar em círculos ao redor do companheiro de ninhada.
  • Empurrar com ombro ou coxa.
  • Apoiar as patas da frente no dorso do companheiro.
  • Urinar sobre um outro cão ou pessoa.
  • Rosnar, beliscar, morder.
  • Montar.
  • Ficar acima da pessoa.
  • Pedir carinho colocando a pata sobre a pessoa ou qualquer outro comportamento que desencadeie a resposta do proprietário.
  • Bloquear acesso: passagem de quarto, corredores etc.
  • Guardar comida, brinquedos e não permitir que o dono pegue.
  • Impedir acesso a local de brincar ou ficar.

 

Se não encontrar o livro nas livrarias, poderá pedi-lo para:

Método Distribuidora – tel. (11) 3589-7227.
Office – tel (11) 3064-3949.
Unidade Jardins (11) 3081-9821.

domingo, 12 de fevereiro de 2012 | Autor:

Compartilhe e discuta com os amigos este capítulo do nosso livro Anjos Peludos – Método de educação de cães.

Se apreciar, procure-o nas livrarias e  indique-o a quem gostar de cães.

 

Você é uma pessoa bondosa e de forma alguma cruel. Então, pense bem antes de colocar em sua casa um ser que é todo emoção, que é todo amor.

Muita gente adota um cachorro só para depois jogá-lo na rua na primeira dificuldade econômica, doença, problema para educá-lo ou sob qualquer outro pretexto. Isso é uma desumanidade! Um conhecido meu encontrou um weimaraner na rua. Tinha sido abandonado por seu des-humano por ter ficado doente! Você já imaginou se os seus pais tivessem jogado você fora quando teve as doenças infantis? Todas elas deram trabalho e despesas. Mas você não foi posto na rua.

Em alguns países é comum que na época de férias as ruas se encham de cãezinhos abandonados porque a família quer viajar e não tem com quem deixar o cachorro. Eu mesmo já recolhi dois anjinhos que foram abandonados no aeroporto e eram pessoinhas tão especiais que o fato nos partiu o coração.

Certa vez, chegando ao Brasil de uma viagem ao exterior, encontramos no aeroporto internacional um serzinho pequeno que ia de passante em passante pedindo para ser adotado. Saltando como uma molinha, como se quisesse se aboletar no colo das pessoas, o rabinho abanando intensamente e um olhar suplicante, não havia como ignorá-lo. Quando veio pulando em mim, fiz-lhe carinho e senti receptividade. Dei-lhe comida. Olhei nos seus olhinhos negros e não consegui deixá-lo lá.

Não caberia mais um ente querido de quatro (nem mesmo de duas) patas no nosso apartamento.
 Ainda assim, trouxemo-lo conosco. Deixamo-lo durante alguns dias numa clínica, em observação, tomando todas as vacinas. Quando fomos buscá-lo no veterinário sua alegria por nos rever era inacreditável. Minha amiga Virgínia se apaixonou por ele e adotou-o.

Quando perguntam sua raça digo que é street terrier. Mas é bem possível que tenha mesmo algum ascendente com pedigree. Ele tem uma índole ótima, é ultra educado, logo tornou-se vegetariano com prazer e parece estar nos dizendo o tempo todo “Obrigado, obrigado por me darem um larzinho!”. Quando fomos viajar para passar o Ano Novo no Rio, Vivi teve que deixá-lo na casa da treinadora. Ao retornarmos para buscá-lo, soubemos que ele ficou sentado diante do portão até as onze da noite esperando que sua dona voltasse.

 

Se não encontrar o livro nas livrarias, poderá pedi-lo para:

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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012 | Autor:

Meu artigo anterior, intitulado “Eu apoio a Polícia Militar”, já denunciava, com antecedência de alguns meses, a injustiça dos baixos salários pagos aos que arriscam suas vidas por nós, todos os dias. Já imaginou se você tivesse um emprego no qual, ao se despedir da mulher e filhos pela manhã para ir trabalhar, não tivesse certeza de revê-los? No qual você precisasse andar armado e com colete à prova de balas porque todos os dias haveria alguém querendo matá-lo? Um emprego no qual você carregasse um alvo (o uniforme) anunciando à bandidagem “atire aqui”?

Quanto você acharia justo ganhar por um emprego desses?

E mais: graças ao seu risco de vida, a minha e as dos demais estariam protegidas, assim como nosso patrimônio.

No entanto, greve de militares é motim. Todos os demais recursos democráticos e legítimos podem ser acionados para obter o justo reconhecimento e remuneração das polícias (não só os PMs). Greve, não! Insubordinação conduz ao caos e, uma vez instalado o caos, só o uso da força e a revogação dos direitos constitucionais podem reconduzir à ordem. O nome disso é ditadura.

O risco de uma insubordinação coletiva conduzir à ditadura é real e eu me lembro que em 1964 tudo começou com a insubordinação dos marinheiros, que se alastrou e deu no que deu.

Onde não há ordem e respeito, onde os valores hierárquicos são desacatados, onde a disciplina dá lugar à baderna, estamos abrindo as portas à ditadura e gerando pretextos à sua imprescindibilidade naquele momento. Contudo, não a legitima. Uma vez instalada, teríamos que suportá-la por mais, quem sabe, duas décadas. Nenhum brasileiro quer isso.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012 | Autor:

Para quem está de fora, é muito fácil propor soluções. Diz-se que o Brasil é um país que conta com 190 milhões de técnicos de futebol. Eu diria mais: temos 190 milhões de economistas.

Não sou político (nem quero sê-lo), não sou Governador de Estado nem Presidente da República. Mas se eu o fosse, trataria de dar um jeito, faria umas acrobacias para tratar as polícias e as Forças Armadas a pão-de-ló. São profissionais que têm mais responsabilidades e encaram mais riscos. Portanto, precisamos remunerá-los de acordo. Além do mais, a Polícia Militar é a Guarda Pretoriana do Governador.

Faria mais: nesse malabarismo de verbas, reduziria o efetivo. Para que precisássemos de menos polícia e menos cárceres (um presidiário chega a custar, em alguns estados, 10 vezes mais que um aluno), daria um jeito de remunerar melhor os professores e educadores. Investiria na educação. Com isso, não só teríamos menos criminalidade como necessitaríamos de menos hospitais, pois a cultura contribui para a preservação da saúde, com menos fumo, menos álcool e menos drogas.

Todos sabemos que isso é muito difícil de se colocar em prática em um ambiente que, ao mesmo tempo, queira ser democrático. Mas é o que eu faria.

Portanto, meus amigos, NÃO VOTEM EM MIM!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012 | Autor:

Ola Mestre,

Realmente estes peludinhos de quatro patas sao “pessoinhas” muito expressivas e extremamente especiais. A minha companheirona Dora (uma boxer de doze anos -shhh nao conte a idade dela para ninguem!!) teve que passar por uma cirurgia na coluna no final do ano, pois estava com duas hernias de disco que lhe causavam muita dor ao levantar-se e deitar-se e ja estava mostrando certa dificuldade para caminhar.

A Dora esta recuperando-se desta cirurgia com muita dificuldade. Estamos tentando de tudo: fisioterapias manuais com otimos profissionais da area, massagens e alongamentos, esteira aquatica, acupuntura, homeopatia e remedios alopaticos. Falo com diversas pessoas, escuto opinioes de diversos profissionais para tentar ajudar a Dora a voltar a andar.

Queria deixar aqui um contato, pois de todos os profissionais que passei nestes ultimos meses, esta vale muito a pena recomendar. Uma acupunturista extremamente competente, visivelmente apaixonada por cachorros e com muita experiencia na area. Varios veterinarios com os quais conversei informaram que ela e uma das (ou A) melhor veterinaria acupunturista do Brasil e eu assino em baixo! Gracas a Bety a Dora deu hoje os primeiros passos sozinha! VIVA!!!!! :)

Dra. Elizabeth – 91833142

Beijao mestre! Em breve a Dora vai voltar a visitar a Jaya, andando ate a escola com as proprias perninhas!

Débora

Unidade Jardins – São Paulo

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012 | Autor:

Hola Mestre!! En Buenos Aires están saliendo varias notas de DeRose Art Company :)

Te dejo acá la que salió el sábado en uno de los dos diarios más importantes del país:

http://www.lanacion.com.ar/1445818-el-teatro-del-sur-esta-de-estreno

Saudades y muchos muchos besos

Lulo