domingo, 13 de junho de 2010 | Autor:

Pelos comentários que tenho lido aqui no blog, deduzo que nossos instrutores não estão sendo suficientemente claros e veementes nas explanações sobre o que é o Método DeRose. A grande maioria dos alunos comenta dizendo que pratica Yôga, alguns até com letra minúscula. Mencionam a palavra mágica mesmo quando querem explicar aos amigos o que é o Método.

Dessa forma, peço aos nossos instrutores que sejam mais objetivos nos seus esclarecimentos e que invistam mais cuidado ao checar o feed-back dos seus alunos sobre o que eles compreenderam e como se expressarão ao explicar o que fazem na sua escola.

Explicação do quadro acima: Esta primeira explanação é a mais completa e que fala por si mesma devido à quantidade de texto.

Explicação do quadro acima: O Método DeRose não é Yôga com outro nome. O Método contém Yôga no setor de técnicas. No entanto, o Método é muito mais, já que não se limita às técnicas. A melhor definição de Yôga, diz: “Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.” Portanto, mesmo que conduza ao samádhi, se não for estritamente prática, não é Yôga. O Método contém Yôga, mas não é Yôga.
ATENÇÃO: Este quadro só deve ser utilizado se for levantada a questão ou se o interlocutor estiver entendendo errado, achando que o Método é Yôga com outro nome.
Explicação do quadro acima: As técnicas aprimoram o indivíduo, porém os conceitos permitem mudar o mundo. Os círculos concêntricos são as ondas de choque que o adepto da Nossa Cultura produz e com as quais influencia, primeiro, o círculo familiar; depois, o círculo de amigos e colegas de trabalho, de faculdade, de esporte; por último, o círculo das pessoas com as quais nós cruzamos na nossa vida, inclusive os clientes, os fornecedores e os desconhecidos. É que as técnicas só beneficiam quem decidiu praticar formalmente o Método, senta e usa os exercícios. Mas esse praticante, quando incorpora os conceitos, contagia os familiares e os amigos que acabam praticando a Nossa Cultura e nem sabem que o estão fazendo. É o marido ou esposa, é o filho ou o pai, ou o irmão que acha que “ainda” não aderiu ao Método porque não pratica as técnicas. No entanto, já absorveu um life style, um modus vivendi, adotou hábitos, atitudes, comportamentos que são o cerne do nosso Método, conforme está descrito no livro O Método DeRose. Por favor, leia o livro.

Para cada um que pratica formalmente o Método, podemos encontrar até dez que o praticam sem saber. Quem melhor descreve isso é a instrutora Jamile Martins, filha da instrutora veterana Conceição Martins, de Feira de Santana, no interior da Bahia:

“Comecei a minha primeira turma aos 9, são 20 anos de Swásthya, nem sei como é viver sem o Swásthya e sem o DeRose na minha vida! Obrigado pela presença constante: nas fotos dos quadros, nos livros da estante, nas roupas do guarda roupa, na conversa em família, em cada parte há um pedacinho do DeRose e principalmente…no coração! Esse é o bem mais precioso que me foi passado pela minha mãe, que passei ao meu marido, minha sogra, meus amigos e alunos e agora passo a minha filha.”

Júlia Fadel também reforça com o seguinte depoimento:
“Muito legal mesmo essa proposta [ … ] sugeri aqui em casa aos meus pais que eles a adotassem, até meu pai, carnívoro convicto aceitou a proposta e abraçou a causa. Segunda-feira eles não comem carne o dia todo, inclusive quando saem de casa, estão levando a sério mesmo. Fiquei impressionada.”
 
Obs.: No futuro, quando todos já tiverem comprendido a precedência dos conceitos, é provável que este quadro seja representado com as técnicas à esquerda e os conceitos à direita. Isso, para contemplar a lógica: primeiro, o pontinho, que é o indivíduo, aprimora-se; depois, ele reverbera seu estilo de vida, emitindo as ondas de choque que irão contagiar seus círculos de atuação (círculo familiar, círculo de amigos e colegas, círculo de desconhecidos). Talvez consigamos, no futuro, uma representação que se pareça menos com um alvo de tiro.
Veja a sugestão enviada pelo Alexandre Montagna:
quadro-metodo-derose-novo-estilo-7b.jpg

Leia mais »

sábado, 6 de fevereiro de 2010 | Autor:

Querido Mestre, desde hace un tiempo y al regresar de los eventos en los cuales participo, tengo la costumbre de escribir una crónica de viajes que subimos al Blog de la Sede Decana. Se me ocurrió enviarte el que escribí sobre Paramparaná. Si te parece interesante, podés subirlo al Blog. Caso contrario, podés deletearlo sin culpas…
Crónica de viajes: Paramparaná, en las proximidades de Curitiba.

Esta vez fue la ciudad de Curitiba la que nos esperaba para recibirnos con todo el encanto de sus lugares y su gente. Viajé invitado a participar del evento llamado Param-Paraná, una palabra que surge de la fusión de parampará (del sánscrito, literalmente de boca a oído; representa la tradición iniciática por la cual el Maestro le enseña a su discípulo en forma directa) y Paraná que es el estado brasileño donde se encuentra ubicada la ciudad anfitriona.
En realidad, el evento se realizó a unos 30 kilómetros del centro de la ciudad, en el especial hotel La Dolce Vita. Si no comprendiera italiano, al llegar al lugar rápidamente hubiera entendido el porqué de ese nombre. Fueron tres días de dulce vida, en uno de los hoteles que integran el llamado roteiro do charme, expresión que podríamos traducir como la ruta del encanto.
Se trata de un lugar muy grande, con varias lagunas, enclavado en una zona de suaves sierras, lo que da la sensación de transportarnos a la campiña italiana. En las lagunas se puede practicar canotaje y pesca. Hay piscina, sauna, cancha de tenis, salas de juego y un excelente restaurante ubicado en la punta de un muelle, sobre uno de los lagos. Al almorzar o cenar, parece que se estuviera navegando sobre sus aguas.
A mi llegada fui recibido con el cariño propio de los curitibanos. La buena recepción, el almuerzo de bienvenida y el viaje hasta el hotel en compañía de Rogelio, Charles e Isaac, queridos instructores de la Red DeRose, constituyó un adelanto de la alegría que condimentó el evento.
Fui hospedado junto con mi amigo Joris, Presidente de la Federación de Yôga de Santa Catarina, Brasil, en un cuarto decorado con estilo de cabaña, al cual la madera y las cortinas otorgaban un clima cálido y acogedor. En el cuarto vecino se alojaron Fernanda y el Maestro DeRose.
Ese primer día fue el de encontrarse con los amigos, compartir una rueda de alegres mantras, participar de una cena excelente y conversar hasta la madrugada en una noche lluviosa, que ponía el marco ideal para este tipo de encuentros.
La mañana siguiente nos sorprendió con un sol radiante, lo que hizo posible disfrutar de la piscina y el solárium, lugares compartidos con los demás colegas que también estaban deseosos de dorar su piel.
Luego, almuerzo, un par de prácticas, reuniones informales con otros Presidentes de Federación y la cena. Al entrar al restaurante toda mi genética italiana se activó: imaginen una gran mesa con todo tipo de pastas y distintos calderos humeantes con variedades de salsas…, una tentación a la cual no me pude resistir.
Más tarde, el esperado encuentro con DeRose, para escuchar sus palabras, recibir su conocimiento en forma directa y de esa forma mantener vivo el parampará. Fue una charla excelente en la cual se abordaron variados temas. Desde filosofía, pasando por cuestiones profesionales, matizado con anécdotas, preguntas, consultas y comentarios de la atenta platea.
Quiero destacar que este fue el primero de una serie de eventos conmemorativos de los cincuenta años de ejercicio del magisterio de nuestro respetado Maestro.
Al día siguiente, con esa sensación de que ya se termina pero queremos más, continuamos disfrutando del sol, de la piscina, de las comidas excelentes y especialmente sazonadas con cardamomo, cayena, asafétida, jengibre, fenogreco, clavo de olor y demás especias con generosidad.
A media tarde nos encontramos para la despedida, dejando fluir los abrazos, los saludos, con la alegría de sentir la amistad que se vivencia en todo lugar donde el Método DeRose esté presente.
Por la noche, los pocos que habíamos decido extender el encuentro hasta el día siguiente fuimos juntos a cenar a la ciudad de Curitiba, en una cantina italiana en la cual todo era excelente, desde la atención hasta los platos. Fue una buena elección para la última noche.
Ya el lunes nos trajo a cada uno de regreso a su ciudad, a su país, a su realidad de todos los días. Claro que con mucha más alegría, energía y ganas de seguir compartiendo un estilo de vida que coincide con ese camino en el cual se encuentra ubicado el hotel donde estuvimos alojados: se me ocurre decir que ser parte de esta Cultura es ingresar al roteiro do charme…!!!
¡Hasta la próxima!!!

Maestro Edgardo Caramella, Sede Decana, Buenos Aires, Argentina.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010 | Autor:

Eu ficaria agradecido se você divulgasse este blog por entre os seus amigos, familiares, links, outros blogs, facebooks, twitters, websites, e-mails, messenger, enfim, por todos os meios para que as pessoas nos conheçam melhor e saibam quais são os nossos valores. Para que elas saibam quem somos nós, que linguagem utilizamos, quais são as nossas propostas. Se nos conhecerem, certamente vão gostar de nós e defenderão nosso estilo de vida.

maribeluco
Quem ainda não tiver a arte [de divulgação deste blog para inserir em seus blogs, sites, MSNs etc.] é só pedir por e-mail: [email protected] e solicitar ao nosso querido Dantas.
Beijos

FernandoSalvio

Logotipo criado! :-D [para linkar com o blogdoderose]
Maior (200 pixels de largura)
http://tinyurl.com/DeRose200px

Menor (100 pixles de largura)
http://tinyurl.com/DeRose100px

Recomendo aos que forem usar, copiar as imagens do logo para seus próprios sites, assim se meu blog sair do ar, ninguém fica sem imagem.

Já usei em dois dos meus blogs.

http://filosofiasdefernando.blogspot.com/2009/05/blog-de-um-grande-amigo.html

http://opalhacosurfista.blogspot.com/2009/05/blog-de-um-grande-amigo.html

Um abraço, [do Fernando]

Comentando este post, recebi da Zélia, de Lisboa, o seguinte comentário:

Diariamente, faço copy a um dos artigos do blogue e, depois, past para a folha de rosto do mail.
Em seguida, envio para a nossa lista de alunos e prospects com a indicação:
Quer saber mais? então vá ao Blog do DeRose em
http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/

Também comentando este post, recebi do Zé Afonso, de Paris, a seguinte sugestão:

Outra opção é colocar o endereço do blog na assinatura do email, divulgando a cada email enviado:

José Afonso
http://www.espaceenergie.fr
Visitez le blog du De Rose:
http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/

Ainda comentando este post, recebi da Filipa, de Paris, mais esta boa sugestão:

Quanto à divulgação do blog, nós colocamos o endereço do site no quadro negro das sala de aula e fazemos o aviso constantemente. Enviamos também um e-mail a todos os alunos incentivando a participação.

Começamos hoje também a distribuição de uns pequenos e simples cartões (tipo cartão de visita) que divulgam o blog e incentivam à participação. Distribuímos à saída de cada aula e vamos mandar também na carta do mês.

O idioma não é certamente uma barreira, primeiro porque lidamos com um público culto e viajado cuja língua é apenas um detalhe técnico e depois porque o tradutor do google até dá uma boa ajudinha. :-)
Alguém tem mais ideias que possa compartilhar?

Je vous embrasse très fort

Recebi, depois, este comentário da Thais Lopes:

Thais Lopes
Olá Mestre e Zélia.
Também estou copiando os textos e mandando para minha lista de alunos. É uma idéia ótima. Eles acompanham diariamente o blog e comentamos em aula todos os textos escritos pelo Mestre. Sempre explico no email que moderem seus comentários, e que tirem quaisquer dúvidas que surgirem, com sua instrutora, antes de perguntarem ao Mestre.
É importante também divulgar via orkut, e link no msn.
Um abração!
SwáSthya!!!

Tem também a sugestão do Jonatas:

Jonatas De Camargo
O endereço do seu blog já é permanente no meu nick do msn onde tenho pouco mais de 200 contatos. Além disso, esta como minha URL do orkut. Sugiro a todos que façam isso e assim bateremos recordes seguidos de visitação. Agora após ler a sugestão do Rodrigo vou colocar também no meu perfil do myspace. Mais uma vez deixo aqui meus parabéns pela iniciativa do blog, ele me faz sentir ainda mais proximo do meu mestre que já é um presente, presente em minha vida. Obrigado e se puder fazer algo a mais farei sempre com muito prazer.
Bjo no coração…

E quando achei que não haveria mais nada a acrescentar, recebi o comentário do Caio Melo:

Caio Melo
Pessoal, reparei que pesquisando por DeRose no Google, o site da Uni-Yôga está em primeiro, mas o blog está em terceiro. Entre eles consta um comunicado de saída.

Sempre tenho entrado aqui através do Google… que tal todos acessarmos dessa forma?

Beijos e abraços

Uma sugestão da Argentina:

Martin Pereira
Mestre!

Otra forma de divulgar el blog es en los círculos de lectura. En varias Sedes de Buenos Aires ya se está incluyendo la lectura de algunos textos y se miran los videos posteados.

De esa manera se enriquece mucho el intercambio con los alumnos y realmente se sienten más cerca del sistematizador del SwáSthya.

Abrazo inmenso!

Martín Pereira
Sede Palermo
Buenos Aires

Mais uma boa ideia:

elsajoana
O meu blog ainda é muito recente e tem poucos visitantes, mas o primeiro link que coloquei foi para o seu blog!

Gosto muito de o ler e visito-o várias vezes todos os dias!

Para quem não tem a oportunidade de visitar os blogs que gosta e que não tem tempo para vir ver se há actualizações, pode sempre usar o google reader que nos informa dos novos posts que foram criados!

Link: https://www.google.com/accounts/ServiceLogin?hl=en&nui=1&service=reader&continue=http%3A%2F%2Fwww.google.com%2Freader

Beijinho com carinho

E uma sugestão do Nilzo:

Nilzo Andrade Jr.
Mestrão!

Outra ferramenta poderosa de divulgação e em ascensão no mundo todo é o Twitter. Ele é um microblog, com posts de até 140 caracteres Veja um exemplo: http://twitter.com/NilzoAndradeJr.
Um beijo enorme e até a aula nesta noite!
Nilzo

Alessandro Martins
Embora eu assine o feed e por isso, em tese, não precise visitar o blog para ler o que escreve, sempre acabo vindo para ler os comentários dos amigos (também pode-se assinar o feed dos comentários, mas como são muitos, iriam encher demais meu agregador de feeds). Uma boa opção é oferecer os posts por email. Como já verifiquei que o feed de seu blog está sendo oferecido via FeedBurner, há essa opção. A pessoa que está cuidando da parte técnica poderia oferecer isso na barra lateral ou em outra parte bastante visível de seu site. Se você der uma olhada no meu blog (http://livroseafins.com) verá que ofereço isso. A maior parte dos assinantes recebe os posts por email (pois ninguém sabe o que são feeds e agregadores de feeds). Espero que essa informação seja útil de alguma forma.

Abraços do Alessandro!

Alessandro Martins
E, para aqueles que ficaram curiosos, e quiserem saber o que são feeds, recomendo o seguinte vídeo. Vale a pena. É uma forma muito boa de se manter atualizado e nunca perder nenhum post dos blogs e sites de notícia que se considera importantes:

httpv://www.youtube.com/watch?v=6yLU0EFAJw4

Bem curto e muito didático.

Abraços e muito obrigado pelo destaque. Nem sei o que dizer.

dwayne

Mestre,
En la firma de mis e-mails yo coloco el link a tu blog pero de la siguiente manera:

http://www.metododerose.org/blogdoderose

Así evito por completo la palabra yôga en la firma. :-D

Dwayne – Argentina – Buenos Aires

Camila Lopes

Olá Mestre,

Hoje ocorreu algo muito bacana!!!
Em um atendimento a pessoa olhou para o flyer do blog e disse: Deixa eu levar um desses. Eu acesso esse blog, é muito bom.

Então fiquei muito contente com isso. Imagine só se continuarmos difundindo, divulgando por todos os cantos, em todos esses países.

Será sempre cada vez mais acessado e através disso as pessoas identificadas buscarão com a certeza do que vão encontrar. Pois já entende o conteúdo do nosso trabalho.

E o que faz isso ficar cada vez mais concreto são seus posts e a participação de todos comentando e escrevendo.

Obrigado Mestre por tudo que faz.

Leia mais »

quarta-feira, 10 de junho de 2009 | Autor:

Método DeRose é uma uma cultura, uma proposta de life style com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.

  Leia mais »

quarta-feira, 18 de março de 2009 | Autor:

Nos idos de 1960 e 1970 os instrutores de Yôga viviam isolados. Não podiam conviver com seus pares. Tinham que amargar a solidão, pois o único a realmente compreender o instrutor de Yôga é outro instrutor. A única pessoa que tem um diálogo útil e que preencha as carências de um professor de Yôga é outro profissional.

Nossa família e nossos amigos, geralmente, não compartilham os nossos ideais. Às vezes até gracejam ou boicotam nosso estilo de vida.

Mas os instrutores não podiam buscar consolo, conforto, solidariedade e compreensão entre outros colegas, já que havia um clima de desconfiança. Se um instrutor de Yôga tentasse visitar ou escrever a um colega, este entrava em defensiva, com medo, porque não era formado e sabia muito pouco. O outro era uma ameaça.

Com isso, os instrutores fechavam-se no seu isolamento e estagnavam-se no seu progresso. Só podiam encontrar algum incremento nos livros. Mas não tinham a quem consultar sobre suas dúvidas e incertezas; não tinham quem lhes desse opiniões, sugestões e críticas construtivas…

Então, um grupo de professores de vários tipos de Yôga resolveu unir-se para trocar idéias e para que cada um emitisse opiniões sobre o trabalho do outro. Se um conhecesse melhor determinado assunto, ensinaria isso aos demais. Juntos, dividiram o custo de impressos e de publicidade, o que foi vantajoso para todos. A essa “cooperativa” deram o nome de União de Yôga, União Nacional e, finalmente, União Nacional de Yôga.

Mais tarde, a União de todos passou a proporcionar cursos de aperfeiçoamento, cursos de formação, expedir os primeiros certificados de instrutor de Yôga do país, publicar livros e, até mesmo, criar um vínculo de mútuo apoio que fez muita gente crescer bastante.

Já não éramos indigentes. Agora tínhamos uma entidade amigável, honesta, grande e forte para nos respaldar.

Essa União não foi criada para gerar separatismo e sim para unir, como já diz o seu próprio nome. Contudo, era preciso proporcionar algumas vantagens exclusivas aos que quiseram fazer parte da família. Então, criaram-se descontos generosos de até 90% em cursos e eventos, e de até 50% na compra de livros e suprimentos.

Hoje, quarenta anos depois, estamos ainda aqui, de braços abertos para receber você na nossa família e lhe estender os benefícios da União. Estamos ansiosos por contar com a sua presença amiga entre nós.

 

Bruna Amor

Boa noite Mestre,
gostaria de compartilhar este vídeo com você e com todos que acessam seu blog.
Achei muito pertinente, uma vez que somos uma famiglia de pessoas engajadas e gregárias.
Me lembrou o sutra ” Uns se sentam e choram, outros se levantam e fazem.”
Segue link, vídeo intitulado “O menino e a árvore”.

http://romanticos-conspiradores.ning.com/video/video/show?id=2765393%3AVideo%3A1881

Um grande beijo no coração!
Bruna Amor

Leia mais »

segunda-feira, 16 de março de 2009 | Autor:

Há quarenta ou cinquenta anos, quando algum instrutor de Yóga declarava: “DeRose é outra coisa”, eu interpretava essa afirmação como pejorativa. Hoje percebo que não era. Tratava-se da simples constatação de uma pura verdade.

Tive como aluna uma senhora, cujo marido era editor na Inglaterra. Certo dia, ela lhe propôs:

– Você não gostaria de publicar um livro de Yôga?

E ele contestou com certa rispidez:

– Não. Yôga, não! Por quê?

A esposa, chocada, respondeu:

– Bem, eu estou praticando no DeRose…

E para seu espanto, escutou:

– Ah! DeRose, sim, eu publico.

– Como assim? – perguntou ela, desorientada – Por que “Yôga não” e “DeRose sim”?

A resposta foi bastante lisonjeira:

– DeRose é outra coisa!

Estava muito claro, para aquele editor europeu, bem esclarecido, que o meu trabalho era, digamos, diferente da maioria daqueles que alardeiam ensinar Yôga. A partir de outros casos semelhantes, passei, pouco a pouco, a admitir a frase como um elogio. Gente que tinha resistência contra o Yôga admirava e respeitava a maneira como eu expunha a minha proposta. Soava-lhes como algo unique, algo com uma outra consistência. Não dá para pensar em DeRose (que está no ensino desta cultura há meio século), usando os mesmos estereótipos aplicáveis às demais correntes. Nosso trabalho é diferente. Com o tempo, eu também aceitei o fato e passei a repetir com o coro: DeRose é outra coisa”. Nem melhor, nem pior. Outra coisa. Por isso, de alguns anos para cá, estamos usando cada vez menos o rótulo Yôga e cada vez mais referindo-nos à Nossa Cultura, ao Método DeRose, à Reeducação Comportamental, a Life Style Coaching. Nosso carinho e respeito pelo Yôga permanecem mais fortes que nunca, mas precisamos que o público não confunda aquilo que fazemos com um produto completamente diferente. Nós trabalhamos com a vertente pré-clássica, a versão mais antiga, que não era utilitarista, não trabalhava com terapia, não tinha foco em benefícios – e as pessoas adotavam por identificação, sem interesse em auferir benefícios pessoais. É assim que atuamos hoje. E descobrimos que exisge um grande nicho de pessoas saudáveis, educadas, cultas, lidas e viajadas que querem simplesmente incorporar a filosofia de vida que ensinamos, sem nenhum interesse em “benefícios”.

 

Vendem-se cravos

Certo dia, um comprador viu a placa na porta de uma loja: “Vendem-se cravos”. Como estava precisando de uns condimentos, entrou. Pediu ao proprietário:

– Quero duzentos gramas de cravos, por favor.

Ao que o lojista respondeu:

– Desculpe, cavalheiro. Não trabalhamos com esse produto.

Para não perder a viagem, o freguês tentou adquirir outra especiaria:

– Então, dê-me duzentos gramas de orégano.

O vendedor, sem perder a elegância, informou:

– Sinto muito, meu senhor. Não trabalhamos com temperos.

O consumidor, indignado, contrapôs:

– Mas o senhor colocou um luminoso lá fora dizendo que vende cravos!

E o dono da loja esclareceu:

– Exatamente. Vendemos cravos, os nobres instrumentos renascentistas, predecessores dos pianos. Acho que não é o que o senhor está procurando.

Essa história acontece todos os dias nas escolas credenciadas pela Uni-Yôga. Muitos candidatos lêem a palavra Yôga e pensam tratar-se de academia, ou de terapia, ou de alguma outra amenidade. No entanto, o que nós oferecemos é uma Cultura, uma proposta de reeducação comportamental, um estilo de vida.

Por isso, em várias escolas nossas, em diversos países da Europa, os diretores optaram por não ostentar o rótulo Yôga em suas placas e letreiros. Estão utilizando somente Método DeRose e revelam-se bem satisfeitos. Ninguém entra equivocado procurando por cravos da Índia. Com isso, o trabalho de atendimento ao público passou a consumir-nos menos e não ocorre mais o constrangimento de esclarecer que não trabalhamos com aquilo que o interessado vem buscar.

 

Leia mais »

domingo, 15 de março de 2009 | Autor:

A Cultura Preconizada

O Método DeRose é uma Cultura, uma proposta de estilo de vida com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas corporais que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.

Leia mais »