terça-feira, 7 de julho de 2009 | Autor:

Parabéns pela grande festa de inauguração da nova unidade do Flávio Moreira, a Unidade Paes de Barros, no bairro da Mooca. Ou será Moóca (com acento)? Eu estou apostando na segunda opção. [Perdi a aposta. Bem, não se pode ganhar todas. Ainda bem que apostei comigo mesmo…]

Soube que foi lindo, com centenas de pessoas, coreografias de tirar o fôlego, muita alegria, pessoas importantes e gente bonita (que é uma grata característica do Flávio – que Shiva o preserve assim!).

Precisamos melhorar a colocação do logo do YôgaPress, pois sobre fundo escuro só se lê Press. Foi por causa dessas distrações que terminamos por desistir do logo Uni-Yôga e passamos a solicitar que as unidades não o utilizassem mais (só as Federações, o Conselho e a própria Uni-Yôga).

Veja que equipe mais linda! E compreenda porque me orgulho tanto dos nossos instrutores. Eles são a minha família, que me compreende e me faz feliz!

segunda-feira, 6 de julho de 2009 | Autor:

fabsign

Olá Mestre,
segue abaixo o link do programa superpop que foi ao ar na ultima quinta-feira dia 2 no qual eu, o Diogo e o Rafael participamos.
um grande beijo.
Fabrício Ferrari
http://www.redetv.com.br/portal/Video.aspx?39,9,31356

[Parabéns, moçada! Já estive nesse programa quatro vezes e sei o quanto é difícil se apresentar em programas de auditório. Mas a apresentadora é sensacional e o Arthur Veríssimo, um amigão. Assim sendo, perdoa-se até o “shvaxktika ióga” com que fomos agraciados. Por isso mesmo, teria sido melhor mencionar Método DeRose. Vocês fizeram um ótimo trabalho. Já entrei e dei o meu voto de cinco exclamações para vocês. Parabéns e continuem assim.]

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segunda-feira, 6 de julho de 2009 | Autor:

Diana Raschelli
Tradução

¡Ah, Maestro, lembro-me bem daquele janeiro de 1999!
Estavas aqui em Buenos Aires; havias vindo dar teus cursos, apesar de que já sentias dor. O problema aumentou com a atividade intensa, e Edgardo me pediu que fosse ver-te no hotel enquanto ele não chegasse com um médico.
Não te podias endireitar pela terrível dor na coluna, porém estivemos a conversar como se nada se passasse.
Mais tarde, já com Edgardo e muitas outras visitas em seu quarto, lembro-me de que se decidiu que um banho de imensão poderia ajudar a acalmar a dor. Como não podias caminhar, carregaram-te (ele e alguém mais) para levar-te até o banheiro, completamente dobrado…, e te rias a gargalhadas pela situação!
Nós que estávamos no quarto nos entreolhávamos sem poder crer naquilo, enquanto seguíamos escutando teu riso de lá do banho…
Contei isto algumas vezes, a colegas que chegaram posteriormente, e sempre chego à mesma conclusão: essas horas a seu lado no hotel foram para mim o curso mais valioso de todos.
Un beso inmenso, seguí mejorándote…!
Diana.
(Buenos Aires)

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segunda-feira, 6 de julho de 2009 | Autor:

Aproveitando o tema dos últimos posts, é óbvio que o Fest-Yôga de Buenos Aires vai ocorrer da forma programada. Primeiro, porque setembro é daqui a alguns meses. Segundo, porque a cada dia o vírus da gripe muta e está se tornando cada vez mais inofensivo. Terceiro, porque – oh! gente vulnerável à manipulação da mídia! – é só uma gripe!

Como o Ministério da Saúde sempre recomendou que os cidadãos com mais de 60 anos tomem vacina contra as gripes comuns, consultei alguns alunos médicos sobre se já tínhamos vacinas contra esta gripe da moda. Todos me disseram que não precisava tomar. 

Só recomendo que os argentinos que vivem no Brasil, antes de viajar para Bs.As. verifiquem como está o mise-en-scène na imigração para evitar que sejam barrados ao querer voltar para cá.

Os procedimentos de aeroportos são só mise-en-scène. Quantas vezes vi pessoas tendo que jogar fora um canivetinho suiço ou tesoura de cabelo para poder embarcar no avião. “Medidas de segurança, senhor.” E dentro da aeronave, receberem facas de aço para cortar a comida! Outras vezes, receberam facas de plástico. Mais uma encenação: se a faca pode cortar um bife, também pode cortar uma jugular. E uma caneta esferográfica ou um lápis bem apontado, de grafite duro, nas mãos de um terrorista treinado, pode ser uma arma mortal.

O que ocorre é que as autoridades aeronáuticas precisam mostrar à opinião pública que estão cumprindo a sua obrigação de proteger a sociedade. Lembre-se dos nossos axiomas. Axioma Número Sete: Nada é aquilo que parece ser.

Portanto, vamos logo providenciando com a devida antecedência as passagens aéreas para conseguir bons preços e as inscrições no Festival. Aliás, devido ao carnaval dos noticiários, as passagens estão baratíssimas. Da maior parte das cidades do Brasil, está mais barato pagar uma passagem para Buenos Aires do que para São Paulo. Não deixe passar essa oportunidade!

Fernanda Neis
[email protected] | 201.6.53.176

Vamos aproveitar, porque a passagem, pela Gol, estava por menos de 200 reais o trecho, partindo de São Paulo.
Mais barato que ir pra praticamente qualquer lugar!
Eu também vou!
Beijossssssssssss

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segunda-feira, 6 de julho de 2009 | Autor:

Fiquei sensibilizado com a solidariedade e o carinho demonstrado pelos amigos que acompanharam este pequeno inconveniente. Graças às suas mentalizações, já estou 99% recuperado e mais em forma pelo peso perdido!  De coração, muito obrigado.

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segunda-feira, 6 de julho de 2009 | Autor:

Tá louco? Em 1984, eu tinha um curso marcado em Caxias do Sul, RS, organizado por uma instrutora chamada Lourdes. Saí da minha casa, tomei o avião até Porto Alegre e de lá iria de ônibus até Caxias.

Acontece que chegando a Porto Alegre, adoeci seriamente. Telefonei à organizadora do curso e informei que estava doente e que não poderia dar o curso. A resposta foi:

– DeRose, tu tem que vim (sic).

– Lourdes, acho que você não entendeu. Eu estou doente. Não posso prosseguir viagem.

– Mas DeRose, eu divulguei por toda a cidade. Minhas alunas estão te esperando. Como é que vai ficar a minha situação? Tu tem que vim.

Naquela época, o organizador não efetuava nenhum pagamento adiantado, portanto o único prejuízo seria o meu, que já havia pago as passagens do Rio até Porto Alegre. Não fui dar o curso.

Como retaliação, Lourdes e mais um instrutor de Caxias desligaram-se da Uni-Yôga, desligaram-se da Supervisão e ficaram mais de dez anos sem me dirigir a palavra. Isso foi em 1984 e me magoou profundamente, pois me mostrou que não tenho o direito de ficar doente. Por esse motivo, todas as vezes em que adoeci, algumas com gravidade, fui dar aulas assim mesmo. E quando sofri o acidente no Aikidô que me pôs numa cadeira de rodas em 13 de janeiro de 1999, tínhamos uma viagem à Índia com vários instrutores marcada para o dia 22 de janeiro desse ano. Nem pensar em desmarcar! Enfrentei a viagem mesmo em meio à dores lancinantes.

Isso tudo foi bom, pois aprendi que é possível honrar os compromissos mesmo em meio às piores circunstâncias. Isso me ajudou a crescer e vencer na vida. Espero que também sirva de exemplo para que você não fique sentindo pena de si mesmo nem use as ocorrências da vida como pretexto para não cumprir seus compromissos.

Diana Raschelli
Tradução

¡Ah, Maestro, lembro-me bem daquele janeiro de 1999!
Estavas aqui em Buenos Aires; havias vindo dar teus cursos, apesar de que já sentias dor. O problema aumentou com a atividade intensa, e Edgardo me pediu que fosse ver-te no hotel enquanto ele não chegasse com um médico.
Não te podias endireitar pela terrível dor na coluna, porém estivemos a conversar como se nada se passasse.
Mais tarde, já com Edgardo e muitas outras visitas em seu quarto, lembro-me de que se decidiu que um banho de imensão poderia ajudar a acalmar a dor. Como não podias caminhar, carregaram-te (ele e alguém mais) para levar-te até o banheiro, completamente dobrado…, e te rias a gargalhadas pela situação!
Nós que estávamos no quarto nos entreolhávamos sem poder crer naquilo, enquanto seguíamos escutando teu riso de lá do banho…
Contei isto algumas vezes, a colegas que chegaram posteriormente, e sempre chego à mesma conclusão: essas horas a seu lado no hotel foram para mim o curso mais valioso de todos.
Un beso inmenso, seguí mejorándote…!
Diana.
(Buenos Aires)

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segunda-feira, 6 de julho de 2009 | Autor:

Isso não é mérito algum. É puro prazer. Há pessoas para quem a satisfação reside em não fazer nada nos fins-de-semana (e, se possível, nos outros dias também). E há os que se divertem bastante trabalhando, realizando e construindo. Desde 1974, quantos cursos tive que dar em meio a crises de qualquer coisa, afinal, se nosso corpo é uma máquina, é natural que vez por outra ocorra alguma falha mecânica. Assim, já estou acostumado a dar cursos em meio a problemas. Nestes trinta e cinco anos viajando, várias foram as vezes em que sai do hospital para a sala de aula ou para o estúdio de televisão dar uma entrevista. Ou vice-versa!

Uma coisa é certa: as técnicas do Método me salvaram a vida várias vezes. Nos primeiros dez anos de viagens, eu as fazia em ônibus interestaduais porque as passagens aéreas eram muito caras naquela época – ou eram caras para mim. Comendo em rodoviárias e restaurantes de estrada, mais de uma vez sofri intoxicação. E foi o dhauti kriyá que me ajudou. Aplicando essa lavagem estomacal e entrando em jejum pude minimizar a gravidade das ocorrências. Desta vez, estou em meio-jejum há 48 horas. “Meio-jejum”, porque estou tomando chás e, a partir das 48 h, suco de uva. Para mim foi ótimo, pois eu estava mesmo precisando queimar as reservas de inverno. Creio que baixei um ou dois quilinhos.

Sobre trabalhar nos fins-de-semana, não compreendo quando um profissional que diz querer subir na vida dá-se ao luxo de parar sábado e domingo. Isso é uma sequela da síndrome de empregado, que fim-de-semana quer parar, pois continua ganhando para ficar em casa e porque o que faz não lhe dá prazer: trabalha por dinheiro. Nós trabalhamos por satisfação, motivação, arte e Karma Yôga.

Espero que nunca me aposente. Aposentar é uma palavra parecida com entrevar, já que aposento designa um cômodo da casa. Podemos adaptar o tipo de trabalho e o ritmo. Eu hoje não trabalho no mesmo ritmo de vinte ou trinta anos atrás. Atualmente, estou muito mais dinâmico! Nunca produzi tanto, nunca estudei tanto, nunca escrevi tanto, nunca dei tantos cursos, nunca viajei tanto, nem para tantos países. Se isto continuar acelerando nesta proporção, mal posso imaginar como estarei aos 90 ou 120 anos.

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