terça-feira, 2 de junho de 2009 | Autor:

mallet

Olá Mestre.

Gostaria de sugerir aos nossos colegas um site que promove o intercâmbio para aprendizado de línguas. http://www.livemocha.com
O site apresenta aulas de diversas línguas em vários níveis e o usuário conta com o auxílio de outros usuários online para orientação e correção sobre grafia e pronúncia.
Vale mesmo a pena conferir!
Fica aqui a dica.

Beijos,
Mallet

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sexta-feira, 29 de maio de 2009 | Autor:

Já estamos todos em Florianópolis prêts pour l´ouverture du Festival tomorrow. A lot of people proveniente de muchos países è arrivata também et está una grande fiesta. Espero que tutti permanezcan hasta un día depois do final do evento, para que possamos desfrutar molto da companhia e do convívio dos amici. Domani raconto plus. Mundus nostrum est. 

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quinta-feira, 28 de maio de 2009 | Autor:

A conotação dos testes mensais para praticantes é a de não-obrigatoriedade. O aluno fará os testes se assim o desejar. Caso os faça e seja aprovado, passará para um grau mais elevado (de sádhaka para yôgin; de yôgin para chêla). Se optar por não fazer os testes mensais o praticante não passará de grau. Obviamente, para galgar os níveis de aluno (sádhaka, yôgin e chêla) não é necessário participar de curso específico para formação profissional. Portanto, procure ler, estudar e participar voluntariamente dos testes.

Para melhorar o seu nível, a primeira providência é participar do teste mensal com dez perguntas, baseadas nos livros Ser Forte, Tratado de Yôga, Yôga a sério e Programa do Curso Básico. São as perguntas do mês. O teste mensal é para conscientizá-lo de que existe um universo fascinante por conhecer sobre a Nossa Cultura. Este procedimento tem também a utilidade de proporcionar um feed-back ao instrutor e lhe fornecer meios para que faça algo em benefício do aluno.

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terça-feira, 26 de maio de 2009 | Autor:

Ela relatou que o Marcelo Tessari está fazendo um trabalho incrível em Manhattan. Disse que ele postou um comentário com vídeo, mas esse, por qualquer razão, não entrou.

Marcelo também se dispõe a receber em casa interessados em hospedar-se, a um custo irrisório, considerando-se os altos preços dos hotéis na Big Apple. Isso é interessante para os nossos instrutores e alunos que estejam interessados em passar alguns dias por lá.

Marcelo, insista com o vídeo, pois estamos curiosos!

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terça-feira, 26 de maio de 2009 | Autor:

Assista a este vídeo:

 

Alessandro Martins

SwáSthya, DeRose,

creio que vai gostar deste vídeo:

http://www.yourdailymedia.com/media/1202901162/No_Flyscreen

O dono do cão mostra que ele pode passar pela porta, pois retirou a tela contra mosquitos. Ele pode sair quando quiser e mesmo assim, mesmo com o dono apontando a saída, ele não vai.

Sei lá. Acho que isso diz muita coisa.

Abraços fortes do Alessandro.

 

Pois é, Alessandro. Quanta gente que eu conheço é assim! Até mesmo instrutores de Yôga. Eu mostro que é possível romper um paradigma e eles não conseguem sair. Isto está acontecendo agora mesmo, quando a nova guinada foi sugerida, a de evitar o rótulo Yôga para comunicação com o público externo. Quem adotou, gostou.

Foi como o dono do cão que passou pela porta, mostrando que era possível passar, mas o cachorro não passava. Estava condicionado que era impossível passar com a porta fechada, ainda que não houvesse a tela contra mosquitos e nada o impedisse de passar. 

O mesmo ocorre quando procuro fazer os instrutores ascender socialmente, melhorar seu próprio nível, mas alguns opõem resistência inconsciente. Acham que estão acatando tudo o que é recomendado por nós, mas não conseguem dar um passo efetivo à frente.

Por vezes, isso ocorre com relação à linguagem. Recusam-se a corrigir ou melhorar o vocabulário, a gramática, a pronúncia. Sentem a necessidade de identificação pela linguagem com o grupo cultural do qual não conseguem se libertar.

Outras vezes, é com relação à maneira de vestir-se, calçar-se, cuidar dos pés e dos cabelos. Chegamos a ser bem diretos, mas há uma barreira de inércia cultural que os impede de mudar e progredir.

Compreendo a dificuldade. Não compreendo que não queiram superá-la.

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sexta-feira, 22 de maio de 2009 | Autor:

O companheiro Steve nos enviou esta notícia genial:

steve

Sei que o post já é do mês passado, mas só li agora e gostaria de compartilhar um texto deste grande gênio, não somente na tecnologia.
“É certamente preferível produzir vegetais, e penso, por isso, que o vegetarianismo é um louvável abandono de um habito bárbaro instituído. Que podemos subsistir com alimentos vegetais e fazer o nosso trabalho até com vantagens não é uma teoria, mas sim um facto bem demonstrado. Muitas raças vivem quase exclusivamente á base de vegetais e são superiores psicologicamente e em força. (…) Tendo em conta estes factos, todos os esforços devem ser feitos para parar o abate cruel e desnecessários de animais, que deve ser destrutivo para os nossos princípios morais.” Texto publicado na Century Illustrated Magazine, em Junho de 1900.

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sexta-feira, 15 de maio de 2009 | Autor:

Acabo de saber desta história que me fez morrer de rir e quero compartilhar com você. A Profa. Rosana Ortega, Presidente do Sindicato Nacional dos Profissionais de Yôga, contou à Fée que sua filhinha, Júlia, está fazendo curso de teatro. Você sabe que em teatro os atores precisam incorporar determinados personagens. Em um dado momento o professor da Júlia disse: “Imagine que você é ‘um DeRose do Yôga’.” Bem, eu achei o máximo.

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