sábado, 10 de janeiro de 2009 | Autor:

Em dezembro de 2007 eu enviei esta circular que abalou muita gente. Mas poucos se agilizaram para cumprir as recomendações nela constantes. Cerca de um ano depois, a Bolsa de New York entrou em crise, seguida das de todo o mundo inclusive as dos nossos países. Aprende a confiar no meu siddhi de estar sempre à frente e só terás a ganhar. Um dia eu avisei aos nossos Diretores para retirar todo o dinheiro do banco. Ninguém o fez. Alguns perguntaram: “Mas Mestre, qual é a sua fonte? Foi algum contato seu de Brasília?” Esqueceram-se de que nós somos a fonte. Acabou que só eu retirei as economias do banco. No dia seguinte, o Presidente Collor sequestrou o dinheiro que todos os brasileiros tinham nos bancos (inclusive o dinheiro dos diretores incrédulos)! Desta vez, foi a crise na Bolsa de New York. Vê se aprende a reagir rápido quando eu falar.

Senso de emergência!

Não espere mais: você tem que vencer na vida agora!

Qualquer que seja a sua profissão, imagine se acontecesse uma tragédia que desestruturasse da noite para o dia a economia nacional ou internacional, de que você viveria? O que comeria amanhã?

Admita que a estabilidade do mundo é extremamente volátil. Não será de se estranhar se ela for bruscamente quebrada. De se estranhar é que ainda não tenha ocorrido.

Considere honestamente que é muito provável um dos seguintes eventos ocorrer a qualquer momento. O que você fará da sua vida:

· Se a Bolsa de New York quebrar de novo?

· Se novo caos na economia nacional acontecer outra vez, com seqüestro (novamente!) do seu dinheiro que estiver no banco, ou coisa pior?

· Se outro golpe de estado se deflagrar no Brasil, uma vez que ocorreram vários no nosso país na história recente?

· Se você sofrer um grave acidente de automóvel?

· Se você ficar muito doente?

· Se o conflito no Oriente Médio ou o do Golfo Pérsico se alastrar pelas demais nações, iniciando uma nova guerra mundial, com desabastecimento generalizado?

· Se ocorrer uma doença como a peste negra, a gripe espanhola, ebola, vaca-louca, aids etc. que se torne pandêmica e incontrolável?

· Se o aquecimento global gerar catástrofes naturais?

· Se o presidente Hugo Chavez ou o presidente Evo Morales cometer algum erro de cálculo em suas estratégias governamentais?

· Se os presidentes do Brasil e da Argentina se desentenderem e armarem um conflito entre nós?

· Se acontecer um acidente nuclear?

· Se um cometa se chocar com a Terra?

Se qualquer um, apenas um desses eventos ocorrer antes que você tenha se equilibrado, consolidado mesmo, economicamente, você vai passar muita necessidade, seja qual for a sua profissão.

Quem for empregado vai ser demitido, como aconteceu por ocasião do crash da Bolsa de New York. Se for empresário vai quebrar. Se for profissional liberal ficará sem trabalho ou terá que trabalhar de graça, como será o caso de serviços essenciais (médicos, enfermeiros e outros).

Mas se você, pelo menos, já tiver comprado a sua casa, tiver uma reserva econômica, capacidade de previsão e souber agir rápido, é possível que consiga passar pela crise com menos sofrimento.

Há relativamente pouco tempo, sem que acontecesse nada do que foi descrito acima, apenas por um golpe de caneta equivocado do governo brasileiro, desencadeou-se o desabastecimento nas lojas. Não havia mercadorias. Quem as tinha só vendia mediante pagamento de ágio (sobrepreço). Com a devida agilidade, passei pelo supermercado e comprei tudo o de que poderia precisar e pensei também nos amigos. Imaginei, por exemplo, minha filha Chandra (que era pequena) desejar e não poder comer um chocolatinho e a minha amiga Eliane Lobato, mãe da Parvati e da Lakshmi, com filhas pequenas, sem ter sal para cozinhar. Então, comprei tudo e mais sal. Minha mulher, na época, argumentou: “Imagina se a Eliane não comprou o sal”. Mas levei-o assim mesmo. Justo naquela noite, Eliane me telefonou: “DeRose, será que você tem um pouco de sal para me emprestar? Quando fui comprar não havia mais nada. Não tenho como fazer comida para minhas filhas”! Quem não viveu uma situação dessas, acha que nunca vai acontecer. Mas escreva o que eu digo: mais cedo ou mais tarde vai ocorrer de novo.

Portanto, corra para vencer na vida AGORA. Não faça como a fábula d’A Cigarra e a Formiga. Você não tem tempo. A tragédia pode acontecer na semana que vem. Leia mais »

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009 | Autor:

O que é a
Universidade de Yôga

Não temos cursos de terceiro grau


Universidade de Yôga
é o nome da entidade legalmente registrada em cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas. Essa é a razão social. Temos dois registros: um como Primeira Universidade de Yôga do Brasil, registrada nos termos dos arts. 45 e 46 do Código Civil Brasileiro sob o no. 37959 no 6o. Ofício e outro como Universidade Internacional de Yôga, registrada sob o no. 232.558/94 no 3o. RTD, com jurisdição mais abrangente, para promover atividades culturais na América Latina e Europa.


Definição Jurídica

Universidade de Yôga é o nome do convênio celebrado entre a União Nacional de Yôga, as Federações de Yôga dos Estados e as Universidades Federais, Estaduais, Católicas e boas universidades particulares em geral que o firmarem, visando à formação de instrutores de Yôga em cursos de extensão universitária. Esse convênio apenas formaliza e dá continuidade ao programa de profissionalização que vem ser realizando sob a nossa tutela, naquelas universidades, desde a década de 70 em praticamente todo o país.


Proposta e Justificativa

Queremos compartilhar com você uma das maiores conquistas da nossa classe profissional. Nos moldes das grandes Universidades Livres que existem na Europa e Estados Unidos há muito tempo, foi fundada em 1994 a Primeira Universidade de Yôga do Brasil.

Inicialmente, esta entidade não pretende ser um estabelecimento de ensino superior e sim ater-se ao conceito arcaico do termo universitas: totalidade, conjunto. Na Idade Média, universitas veio a ser usada para designar “corporação”. Em Bolonha o termo foi aplicado à corporação de estudantes. Em Paris, ao contrário, foi aplicado ao conjunto de professores e alunos (universitas magistrorum et scholarium). Em Portugal, universidade acha-se documentado no sentido de “totalidade, conjunto (de pessoas)”, nas Ordenações Afonsinas (Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa). O Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa, oferece como primeiro significado da palavra universidade: “conjunto de elementos ou de coisas consideradas no seu todo. Generalidade, totalidade, universalidade”. No Brasil, o Dicionário Michaelis define como primeiro significado da palavra universidade: “totalidade, universalidade”. E o Dicionário Houaiss, define como primeiro significado: “qualidade ou condição de universal”. Portanto, o conceito de que Universidade seja um conjunto de faculdades é apenas um estereótipo contemporâneo.

Tampouco somos os primeiros a idealizar este tipo de instituição. A Universidade Livre de Música Tom Jobim (mantida pelo Estado de São Paulo), a Universidade Corporativa Visa (de São Paulo), a Universidade SEBRAE de Negócios (de Porto Alegre), a Universidade Holística (de Brasília), a Universidade Livre do Meio Ambiente (de Curitiba), a Universidade de Franchising (de São Paulo) e a Universidade do Cavalo (de São Paulo) são alguns dos muitos exemplos que podemos citar como precedentes.

O que importa é que a sementinha está lançada e queremos compartilhá-la com todos os nossos colegas. Conto com o seu apoio para fazermos uma Universidade de Yôga digna desse nome!

Comdor. DeRose
Conselheiro da Ordem dos Parlamentares do Brasil.
Conselheiro da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História.
Comendador e Notório Saber em Yôga pela Sociedade Brasileira de Educação e Integração.
Comendador pela Câmara Brasileira de Cultura
Grão-Mestre da Ordem do Mérito das Índias Orientais.

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Olá Mestre! Mais um ano se passou, e que alegria poder dizer com convicção que não se tratou de apenas mais um ano. Um ano bom para o Brasil e ótimo para o Método DeRose. Em 2009 me formei instrutor e parece que já faz décadas, tamanha a intensidade das mudanças que se operam na minha vida. Nunca trabalhei tanto, nunca aprendi tanto e nunca conheci tantas pessoas legais, de bem com a vida como nestes poucos meses de formado. Nunca ganhei tão bem, nem viajei tanto! Deixo no meu caminho pessoas felizes, e eu mesmo me torno a cada dia portador de uma felicidade sincera e contagiante. Finalmente, estou trabalhando em algo de que gosto, mas mais do que isso num ambiente de trabalho incrível, rodeado de pessoas fantásticas. E para completar ainda caminhando paralelamente a meus propósitos individuais de vida. Agradeço de coração à equipe de instrutores do Alto da XV, em especial ao Prof. Rogério Brant, e ao meu monitor Alexandre Meireles. E um abraço especial a você meu Mestre querido. Sem você nada disso seria possível. Que neste ano vindouro minhas ações possam honrar o nome que portamos nas nossas insígnias e medalhas, o DeRose que está na ponta das nossas línguas e no fundo do nosso coração. Que venha 2010 cheio de força! Encontramo-nos no Param-Paraná, Beijos. Felipe Lengert – Unidade Alto da XV – Curitiba, Brasil

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Maestro, cómo estás?

Estaba leyendo un libro de Santiago Kovadloff que se llama Los apremios del día, que recopila diferentes artículos del autor para un diario argentino, y encontré este que me parece interesante en cuanto al trabajo de formación que hacemos en nuestras Escuelas.

http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=708041

Te copio aquí un fragmento:

La palabra universitario, en su acepción eminente, connota, como se sabe, la idea de universalidad, de una comunidad de valores vivos y discernibles en cada expresión singular del conocimiento y del quehacer cotidiano del cuerpo social.

Interesante no?

Abrazo inmenso desde Buenos Aires.
Martín
Sede Palermo

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009 | Autor:

Qualquer insatisfação, crítica, elogio ou sugestão que você tenha a respeito do atendimento ou das aulas nas escolas e associações credenciadas pela Uni-Yôga será muito bem recebida pela nossa ouvidora, a Profa. Dora Santos, [email protected]. Leia mais »

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008 | Autor:

UMA ODE CONTRA OS FALSOS ESTEREÓTIPOS 

 

O que é o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)

 

O Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) é uma filosofia. Todos os dicionários classificam o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) como filosofia. Todas as enciclopédias classificam o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) como filosofia. Nenhum dicionário ou enciclopédia se refere ao Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) como terapia. Nenhum considera o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) como educação física.

O problema é que a mídia internacional pontificou que o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) deve ser o que o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) não é. E a opinião pública foi atrás no equívoco sobre o que o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) deve ser. O mais grave é que o leigo se arroga o direito de entender mais do Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) do que um professor formado nessa disciplina.

Assim, quando declaramos que praticamos o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) ou que ensinamos o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga), sempre passaremos pelo dissabor de sermos confundidos com algum maluquete naturéba; ou, pior, com algum “guru” espertalhão ou curandeiro que queira iludir a terceiros com o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga), supostamente, alguma espécie de seita ou de religião (!).

A que se devem as interpretações desatinadas a respeito do Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)? À medida que nossa cultura geral se amplia, vamos percebendo que as pessoas alimentam ideias alucinadas sobre quase todas as coisas. Por que não as nutririam com relação ao Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)? Podemos ver em filmes de Hollywood um oficial alemão da Segunda Grande Guerra conversando com outro alemão em inglês!  Ah! Mas tudo bem: eles falavam inglês com sotaque alemão! Vemos mulheres indígenas bonitas, com sobrancelhas feitas e maquiagem da moda da época em que o filme foi feito. Com uma ingenuidade dessas você acha que conseguiriam entender o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)?

Basta mencionar a palavra mágica (o Yôga, a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) e o interlocutor já nos pergunta automaticamente, incontrolavelmente: “Quais são os benefícios do Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)?” Mas como assim “Quais são os benefícios do Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)?” Alguém pergunta quais são os benefícios da filosofia de Sócrates, de Platão, de Aristóteles ou de Kant? Então, por que perguntam isso com relação à filosofia que leva o nome de Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)? Percebe que é irracional?

Contudo, é claro que a culpa não é da pessoa que formula tão insensata questão. A responsabilidade da barafunda mental que assola o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) poderia ser atribuída à Imprensa. Acontece que ela é mais vítima do que algoz nessa crassa trapalhada, já que os jornalistas também são parte da opinião pública e estão igualmente sujeitos a sofrer paralisias paradigmáticas com relação ao Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga).

A raiz da baralhada é que o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) pertence a uma outra cultura muito diferente da nossa, com outros valores e outros parâmetros. Quando o ocidental assesta o olhar para o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga), inevitavelmente filtra esse Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) pelas suas lentes cristãs. O resultado do que ele enxerga é desastroso. O que ele vê é uma caricatura do Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga). Na verdade, além de cristianizar o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga), o ocidental também o embaralha com budismo, lamaísmo, tai-chi, macrobiótica e o que mais lhe passar pela cabeça que seja oriental ou apenas esquisito.

Agora temos também o modismo de estereotipar o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) com o “natural”. Recebi um entrevistador que veio gravar uma matéria para a televisão. Gracejei com ele e disse-lhe que já estava a postos para fazermos a matéria sobre contabilidade. Ele entrou na brincadeira e respondeu sem titubear: “Desde que seja contabilidade natural.” (!) Como assim? Isso não faz o mínimo sentido.  …  Ah! Entendi! Já que somos do Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga), devemos ser naturébas. Então, se vamos falar sobre contabilidade, deve ser contabilidade “natural”. Ha-ha-ha! Entendi…

E ponha preconceito nisso.

Creio que nunca mais vamos poder declarar que praticamos o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) ou que ensinamos o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) sem gerar um mal-entendido. Na verdade, quando conhecemos alguém em algum evento e a pessoa diz que pratica o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) já vou logo mudando de assunto para evitar conflito. É que o termo sânscrito masculino Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) significa união, porém, paradoxalmente, desune as pessoas que estudam o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) ou que praticam o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga).

Será que no mundo inteiro reina essa confusão com relação ao Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)? No que concerne à interpretação do conteúdo e à classificação, em todo o Ocidente, o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) é uma alucinação kafkiana. Mas nós, brasileiros e portugueses, não podíamos deixar barato e fizemos melhor. Passamos a enriquecer o desatino complicando também o gênero da palavra (o que no inglês, por exemplo, não ocorre) e querendo grafar com i, sem o y, o que não ocorre no inglês, nem no francês, nem no alemão, nem no espanhol, nem no italiano… só para complicar a nossa vida! Pronto: agora o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) passa a ter uma barafunda a mais. Uma, não! Duas.  Antes que eu possa discorrer sobre o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga), preciso investir uma hora ou mais da aula ou da palestra para demonstrar que o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) escreve-se com y, que é vocábulo masculino, que a pronúncia é com ô fechado, que leva acento no seu original em alfabeto dêvanágarí…

Quando termino de proporcionar estes esclarecimentos prévios sobre o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga), acabou o tempo e as pessoas terão que se contentar em ir para casa mais confusas do que quando chegaram e sem que eu tenha podido dissertar sobre o conteúdo em si, o qual deveria ter sido o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) e não sobre a grafia, o gênero e a pronúncia da palavra Yôga (o Yôga, a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)!

Assim, se o estimado leitor ainda não compreendeu qual é o objetivo de mencionarmos tantas vezes o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) neste pretensioso artigo, sugiro que se sente em posição de Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga) e faça uma boa e profunda meditação budista. Ou macrobiótica? Ah! Tanto faz, vem tudo do mesmo lugar, aquele tal de Oriente.

Assinado: DeRose

Professor de o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga)

Deus me livre! Que confusão! Vamos combinar assim: não me qualifique mais como
professor de o Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga).
Para todos os efeitos, sou consultor em qualidade de vida e administração de relações humanas
para adultos jovens e saudáveis.

 

Post scriptum: se eu soubesse que iria ser assim, não sei, não, se em 1960 eu teria optado por me tornar instrutor do Yôga (a Yôga, a Yóga, o Yóga, o Yoga, a Yoga, o ioga, a ioga).

 | Autor:

Hoje está ocorrendo o nosso curso de pós-graduação. Turma cheia. Eu assisti à aula no horário da manhã e achei sensacional. Pena que à tarde tenho meu próprio curso para ministrar.

Considerando o sucesso da primeira turma, estamos querendo abrir mais uma. O curso é aberto também aos que não têm terceiro grau, como ouvintes. O pré-requisito é que o interessado seja instrutor do Método DeRose, formado, revalidado e quite com a supervisão. Como o curso ocorre somente aos sábados e apenas dois sábados por mês, você que mora noutra cidade e até mesmo noutro estado, pode participar. Na primeira turma termos gente que vem de Minas, Curitiba, Brasília e outras cidades. Não fique para trás. Acompanhe o nosso ritmo!

Os que têm terceiro grau receberão o certificado de pós-graduação com nível de MBA em Gestão e Empreendedorismo no Método DeRose.

Os que não tiverem terceiro grau receberão o certificado de extensão universitária como especialização.

E todos aprenderão o conteúdo da matéria, que é o mais importante.

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