sábado, 23 de maio de 2009 | Autor:

Recebi um CD gravado por um colega muito querido para aprovação do material gráfico. Com indescritível tristeza, observei que o sânscrito estava grafado em uma transliteração que não é a que adotamos. Fiquei chocado!

Se nossa sistematização adotou uma determinada convenção e TODOS os nossos livros seguem essa coerência, por que algum dos nossos discordaria e aplicaria outra convenção? Se você pesquisar na internet vai descobrir que existem diversas convenções diferentes e divergentes. Mas há muitas outras que não encontrei nem mesmo na internet. Por exemplo, as transliterações para o chinês, para o grego, para o russo, para o japonês e mais uns oitenta alfabetos. Mesmo a que se usa corriqueiramente na Índia, não encontrei entre aquelas que lograram conquistar a simpatia dos acadêmicos.

A pergunta que não quer calar é: você que usa outra convenção diferente da que nós adotamos, não percebe que isso é anti-didático? Não percebe que confunde os alunos e até os próprios instrutores?

Não percebe que, além de semear confusão, transmite falta de sintonia com o sistematizador do Método?

Não percebe que gera para você uma imagem de que está discordando da linha de conduta adotada por nós?

A percepção comprometedora é a de que você está mais de acordo com outra orientação, com outro grupo ou com outro Mestre que não os seus.

E eu fico particularmente entristecido, pois se eu ensino uma convenção e você a rejeita para adotar a que outro Mestre ensina, nesse caso você está rejeitando a mim e o meu ensinamento.

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sábado, 23 de maio de 2009 | Autor:

Nosso estimado Rodrigo De Bona acaba de publicar o seu livro sobre os quadros sinóticos que sintetizam e resumem praticamente todo o curso básico. Foi editado em português e espanhol, mas já está pronta a versão em francês, inglês, italiano e alemão, para publicar quando houver demanda suficiente para justificar o investimento.

Acredito que o De Bona e o Edgardo vão realizar noites de autógrafo durante o Festival Internacional de Yôga de Florianópolis.

Parabéns aos dois escritores e parabéns à nossa família que está começando a ter expressividade na literatura do Yôga. Já são agora mais de vinte livros de autores nossos, sem contar os meus próprios. Isso me faz feliz e bem orgulhoso.

Aos que ainda não publicaram suas obras, que isto sirva de incentivo.

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sábado, 23 de maio de 2009 | Autor:

 

Dize-me o que lês e dir-te-ei quem és – isto é verdade. Mas eu te conhecerei melhor se me disseres o que relês! (François Mauriac, Nobel de Literatura de 1952)

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sexta-feira, 22 de maio de 2009 | Autor:

É muito importante que você receba o seu certificado de participação quando assisitr a cursos de respiração, de mantra, de meditação, de alimentação, seja lá do tema que for, quando ministrado por algum instrutor formado, revalidado, supervisionado e autorizado a ministrar cursos.

Os instrutores autorizados a ministrar cursos são os Diretores de Escolas ou Associações Credenciadas, desde que ministrem o curso dentro da sua própria entidade. E os Diretores no grau de docente, que podem ministrar os cursos fora do seu estabelecimento de ensino. Os docentes podem dar cursos em qualquer parte.

No entanto, todos eles precisam expedir os certificados, pois esses documentos são fornecidos pela União Nacional de Yôga e todos os controles são aplicados em função do número de certificados solicitados pelo Diretor que ministrará ou que ministrou o respectivo curso. Sem isso, não teremos uma estimativa confiável de quantos são os alunos e instrutores que participam dos cursos, não saberemos que cursos são ministrados e muito menos quem os está ministrando. Por uma questão de seriedade, precisamos preservar esses dados.

Portanto, contamos com a sua ajuda. Curso ministrado que não emita o Certificado de Participação, é curso clandestino. Por favor, exija o certificado da Uni-Yôga a que você tem direito.

sexta-feira, 22 de maio de 2009 | Autor:

O companheiro Steve nos enviou esta notícia genial:

steve

Sei que o post já é do mês passado, mas só li agora e gostaria de compartilhar um texto deste grande gênio, não somente na tecnologia.
“É certamente preferível produzir vegetais, e penso, por isso, que o vegetarianismo é um louvável abandono de um habito bárbaro instituído. Que podemos subsistir com alimentos vegetais e fazer o nosso trabalho até com vantagens não é uma teoria, mas sim um facto bem demonstrado. Muitas raças vivem quase exclusivamente á base de vegetais e são superiores psicologicamente e em força. (…) Tendo em conta estes factos, todos os esforços devem ser feitos para parar o abate cruel e desnecessários de animais, que deve ser destrutivo para os nossos princípios morais.” Texto publicado na Century Illustrated Magazine, em Junho de 1900.

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quinta-feira, 21 de maio de 2009 | Autor:

Para levar o nosso apoio e reforço de egrégora ao pioneiro Marcelo Tessari que está defendendo nosso Método em New York, Fernanda viajou hoje cedo para lá. Marisol também está na Big Apple. Ainda que só façam atividades recreativas, a missão estará sendo plenamente contemplada. Nós aqui no Brasil é que vamos ficar sentindo a falta da alegria contagiante e das sonoras gargalhadas da Fée. Mas será uma viagem relâmpago. Na terça-feira a Fezinha já estará de volta aqui conosco. Até então, façamos em coro:

sniff, sniff, sniff… 

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quinta-feira, 21 de maio de 2009 | Autor:

Quando estive na Argentina, recebi um diploma do Ministério da Cultura com os dizeres:

Al Maestro De Rose, por su aporte a la cultura y a la educación se le otorga el presente diploma.

Buenos Aires, mayo de 2009.

É sempre simpático compartilhar com os amigos, não é mesmo?

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