sexta-feira, 27 de março de 2009 | Autor:

Alessandra Dorante

Olá Dê!
Gostaria de sugerir um post especial sobre o tópico 100 maneiras de melhorar o mundo.
É que neste sábado, dia 28 de março vai acontecer um evento mundial: A hora do planeta.

A proposta é desligarmos as luzes por 60min às 20h30.

Para contar na estatística mundial, basta cadastrar no site a sua escola ou organização. Participações individuais também contam.

Marco Santos

Parabéns Heduan!

***

Mestre não sei se aí no Brasil a campanha da Hora do Planeta também vai ter lugar, contudo passo a divulgar:

“Hora do Planeta é uma iniciativa da rede WWF cujo objectivo é encorajar empresas, comunidades e indivíduos a desligar as luzes por uma hora no dia 28 de Março de 2009, às 20h30, visando reduzir as emissões de gases de efeito de estufa. Esta iniciativa começou em 2007, através da WWF-Austrália, que envolveu apenas a cidade de Sidney, onde 2 milhões de pessoas desligaram as suas luzes. A expectativa inicial era de reduzir 5% do consumo de energia eléctrica da cidade durante os 60 minutos do evento, mas o resultado foi o dobro do esperado: 10,2% de redução no consumo. Em 2008, já houve mais de 50 milhões de pessoas a participar em todo o mundo.
A WWF, a maior organização independente de conservação de natureza a nível mundial, protege o futuro do Planeta há mais de 45 anos. Tem cerca de 5 milhões de apoiantes e está activa nos cinco continentes em mais de 100 países.

A missão da WWF é travar a degradação do planeta e construir um futuro onde os seres humanos possam viver em harmonia com a natureza: promovendo a conservação da biodiversidade; assegurando a sustentabilidade dos recursos naturais; promovendo a redução da poluição e do desperdício. Saiba mais em: http://www.panda.org e em http://www.wwf.pt” – texto retirado do site da revista Visão (http://aeiou.visao.pt/a-hora-do-planeta-esta-a-chegar=f498839).

Pode-se ver o vídeo aqui: http://www.youtube.com/watch?v=QJM1orpQiZE

Beijos a abraços para todos.

Dalila

Hora do Planeta 2009

Hora do Planeta é uma iniciativa da rede WWF que tem como objectivo encorajar empresas, comunidades e indivíduos a desligar as luzes por uma hora no dia 28 de Março de 2009, às 20h30, visando reduzir as emissões de gases de efeito de estufa e mostrando o seu apoio à luta contra as alterações climáticas.

Vamos aderir, porque, para além de ajudar o ambiente, era fabuloso ver as estrelas da janela da nossa casa.

O objectivo da Hora do Planeta é envolver mais de um bilião de pessoas em 1000 cidades em todo o mundo, em 2009.

Este ano promete!

visitem o site http://www.earthhour.org, ou, em português, o site http://www.earthhour.org/news/pt%3Apt

Muitos Beijinhos
Lila :)

Laila Rocha

É a primeira vez que o Brasil participa deste ato! E por que participar?

Porque o Brasil precisa demonstrar que a sua população está atenta ao problema! E o ano de 2009 será um ano crucial para o futuro do planeta, pois os países precisam assinar um acordo internacional, com medidas para combater o aquecimento global.

Se não for gerar nenhum transtorno e dentro de sua possibilidade, gostaria de pedir que fosse mais um instrumento na divulgação deste movimento!

Dentre tantas outras cidades, São Paulo já aderiu ao movimento e apagará as luzes da Ponte Estaiada, Viaduto do Chá, Monumento às Bandeiras, Teatro Municipal, Estádio do Pacaembú, Obelisco do Parque do Ibirapuera. Brasília já confirmou sua participação e serão apagadas as luzes do Congresso Nacional, Catedral, Esplanada dos Ministérios dentre outros.

Bruna

Olá por aqui a primeira cidade brasileira a aderir à iniciativa é o Rio de Janeiro. Onde o Cristo Redentor, será apagado junto com o Pão de Açúcar, o Parque do Flamengo e a orla de Copacabana.

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quinta-feira, 26 de março de 2009 | Autor:

A conotação dos testes mensais para praticantes é a de não-obrigatoriedade. O aluno fará os testes se assim o desejar. Caso os faça e seja aprovado, passará para um grau mais elevado (de sádhaka para yôgin; de yôgin para chêla). Obviamente, para galgar os níveis de aluno (sádhaka, yôgin e chêla) não é necessário participar de curso específico para formação profissional. Portanto, procure ler, estudar os DVDs/webclasses e participar voluntariamente dos testes.

Um aluno desinformado, seja lá qual for o seu grau, compromete a imagem do nosso Método e o bom nome do seu professor, passando para frente informações equivocadas, como aquele que declarou que praticava “yóga” com um dos nossos mais antigos e queridos instrutores.

Pior foi o que praticou durante anos na Sede Central e declarou certa vez: “A Yôga fez de mim um outro homem. Só não consigo ainda fazer a postura do lótus.” Imagine como ficou o conceito da instrutora dele, uma vez que não aplicamos o gênero feminino para a palavra Yôga, não utilizamos o termo postura e jamais traduzimos do sânscrito os nomes das técnicas! Onde ele terá lido ou escutado tal nomenclatura? E como terá permanecido tantos anos conosco sem ser corrigido pela sua instrutora?

Mais recentemente outro aluno da mesma Unidade mudou-se para Florianópolis e, ao se despedir, disse-nos: “Floripa tem tudo a ver com o Yôga. A gente só de andar pela rua já está relaxando…” Então foi isso que ele aprendeu com o seu instrutor? Que Yôga é relaxamento?

E mais uma da Sede Central, para que não digam que criticamos as outras escolas. Um praticante estava conosco havia cinco anos e saiu-se com esta: “Mestre DeRose, o professor Fulano é um ótimo instrutor. A parte da aula que eu mais gosto é a parte espiritual.” O tal instrutor Fulano ficou vermelho, gaguejou, deu uma bronca no aluno e passou horas nos justificando que ele jamais disse qualquer coisa que pudesse ter passado essa falsa imagem. Pois é, mas também não deve ter aplicado as perguntas regulamentares no final de cada classe nem deve ter aplicado os testes mensais para avaliar o que o aluno estava absorvendo.

Para melhorar o nível dos alunos, a primeira providência é incentivar todos os praticantes, mesmo os que não querem se tornar instrutores, a participar do exame mensal com vinte perguntas, extraídas do livro Tratado de Yôga. São as perguntas do mês. O teste mensal é para que o próprio praticante conscientize que existe um universo fascinante que ele ainda não conhece sobre a Nossa Cultura. Este procedimento tem também a utilidade de proporcionar um feed-back ao instrutor e lhe fornecer meios para que faça mais em benefício do aluno.

A Profa. Rosana Ortega, da Unidade Berrini, São Paulo, declarou que a partir do momento em que os testes começaram a ser aplicados, seus alunos ficaram mais engajados e passaram a estudar muito mais. Ninguém se recusou a participar da avaliação. Pelo contrário. “O pessoal está curtindo!” Mesmo antes, ao dar informações ao candidato, o instrutor percebe que ele passa a valorizar mais o curso quando sabe que há um monitoramento sério do seu progresso.

A Profa. Marisol Espinosa, de Porto Alegre, confirmou: depois que passou a oferecer os testes mensais aos alunos, todos gostaram e desenvolveram uma fidelidade maior pelo SwáSthya e pela escola.

Além dos testes mensais voluntários, a Profa. Vanessa de Holanda, da Unidade Leblon, Rio de Janeiro, certa vez me disse que no final de cada prática aplicava as perguntas do livro. Sua tática era a de avisar na sessão anterior qual iria ser o capítulo sobre o qual seria feita a pergunta da aula seguinte. Segmentando o estudo dessa forma, conseguiu estimular os alunos a ler mais e tomar gosto pelo livro. Alguns confessaram que não conseguiram parar mais de lê-lo.

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quinta-feira, 26 de março de 2009 | Autor:

Luís Lopes, Presidente da Federação do Norte de Portugal, envia-nos o link abaixo do blog de António Mateus, celebrado jornalista, correspondente internacional e correspondente de guerra. Quando abrir, vá descendo até o dia 22 de março de 2009 sob o título “Saberes emprestados”. Fora a parte que nos menciona, o blog é muito interessante. Recomendo lê-lo todo.

http://selvaurbana.blogs.sapo.pt/

 

Luís Lopes

Aqui vai o contacto do António Mateus, que pela obra do Mestre se tornou um grande amigo, [email protected] .

Um beijo de muito carinho,
Luís Lopes

quinta-feira, 26 de março de 2009 | Autor:

Roberto

Grande Mestre !!

Lembra-se da sugestão que lhe dei ” para dar uma dura ” nos diretores das unidades para anexarem a foto da respectiva unidade na página do site da Uni-Yôga no menu ” onde praticar ” ?

Sabe quantos inseriram a fato da unidade ? Dois.
Quando eu contei da última vez, faltavam 42.
A sugestão foi feita antes do carnaval, portanto já fazem mais de 30 dias.

Não quero ser indelicado, mesmo correndo o risco de sê-lo, mas escrevendo aqui, acho que o diretor ou algum instrutor ou mesmo algum aluno vai ler e providenciar.

Mais uma coisa importante para àqules que disponibilizam e-mail ou ” fale conosco ” nos sites ou blogs: é preciso abrir a caixa postal. Às vezes lá existe uma mensagem, uma sugestão, uma reclamação.

Os detalhes pequenos também são obervados e quando tudo está em ordem a imagem é positiva, de organização, competência, profissionalismo e honestidade.

Grande abraço !!

Roberto

Na verdade, Roberto, confesso que não dei a dura. É que eu estou me conscientizando, e aos demais, de que depois de cinco décadas de ensino minha função é escrever livros e ministrar cursos, mas não queimar o meu filme (e talvez a saúde, as amizades…) chamando a atenção da moçada. Estou cada vez mais retirado da área administrativa, deixando que os Conselhos, o Colegiado, as Comissões, as Diretorias disto e daquilo, assumam a maturidade de gerir, criar, orientar, julgar, proceder ou fiscalizar a si mesmos. Vez por outra, escorrego no velho hábito de meio século como professor e dou uma trishulada, como a das placas luminosas. Mas logo volto ao meu status atual de “rei da Inglaterra”, e procuro apenas ungir, aconselhar e apoiar. Portanto, a falha não foi deles que teriam descumprido e sim minha que não dei a dura! Afinal, o interesse é deles de fazer constar a foto de suas respectivas escolas no site. Um abração para você.

Thais Liani

Olá Mestre,

Placas e luminosos são mesmo muito importantes. Aqui em Curitiba várias unidades trocaram suas placas recentemente, mudaram da alaranjada para a branca. Mas acho que a branca chama menos atenção e por isso, o tamanho dela e localização da unidade influenciam muito! Resumindo, já passei batida por uma unidade que optou pela placa branca e com certeza não fui a única!

Abração

quarta-feira, 25 de março de 2009 | Autor:

Se a sua unidade está com a placa suja, ou velha, ou com lâmpadas queimadas, lembre-se de que não adianta cuidar da limpeza dos banheiros ou do piso de EVA da sala de aula porque a imagem que têm de você as centenas e milhares de pessoas que passam na sua porta pode ser a de desleixo. Inclusive os seus próprios alunos e aqueles que poderiam ter vindo a ser seus alunos, mas olharam para o luminoso e desistiram!

Lembre-se de que você é SwáSthya, você é Uni-Yôga, você é DeRose. Se você for diretor, arrume a placa. Se você for instrutor de equipe, tome uma providência. Se você for aluno, converse com o seu diretor e coloque esta questão com delicadeza, mas com objetividade.

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quarta-feira, 25 de março de 2009 | Autor:

Quando o sol se punha, todos parávamos o que estivéssemos fazendo e ficávamos em pequenos agrupamentos observando o crepúsculo. As famílias se reuniam, as crianças se encarapitavam nos ombros dos mais velhos ou no colo dos pais. Os casais se acolhiam e acariciavam.

Essa era a hora de fazer as pazes, se alguém ainda estava ressentido com alguma coisa; era também a hora de recitar poesias, quase sempre compostas de improviso, ali mesmo. Sempre foi muito fácil para o nosso povo compor poemas de amor, ao pôr-do-sol, pois os rostos ficavam docemente iluminados pelo alaranjado do sol poente.

Não tínhamos noção do que era aquele disco luminoso no céu, mas sabíamos que era lindo e que devíamos a ele a nossa vida, a luz que nos iluminava, o calor que nos aquecia no inverno. Não imaginávamos que fosse alguma divindade e sim um fenômeno natural como o raio, o trovão ou a chuva, e o reverenciávamos com um grande respeito e afeto.

 

Mauro

Na passada semana li esse mesmo excerto numa das minhas aulas, no samyama. O resultado foi que uma das alunas quis logo adquirir o livro para o ler, pela beleza do conteúdo.
Obrigado por partilhar connosco mais uma linda história!

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quarta-feira, 25 de março de 2009 | Autor:

As escolas que estiverem interessadas em adquirir o DVD com o documentário sobre as viagens do Arthur Veríssimo à Índia já podem encaminhar suas solicitações ao Yôga Office.

Os alunos e outras pessoas físicas interessadas poderão adquirir seus exemplares diretamente nas escolas filiadas à União Nacional de Yôga, pois o Yôga Office só efetua fornecimento para pessoas jurídicas.

Estou certo de que todos vão gostar e matar muitas curiosidades sobre esse país magnífico, que tem mais de 5000 anos de história e que foi o berço do Yôga Pré-Clássico.

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