quarta-feira, 12 de setembro de 2012 | Autor:
Querido Mestrão,

Estamos felizes com a proximidade da quarta edição do DeRose Culture New York, de 8 a 14 de outubro.
O evento é destinado a instrutores, alunos e leigos que querem conhecer e desfrutar dos vários aspectos do Nosso Lifestyle de qualidade de vida e alta performance.
A programação dos primeiros 5 dias será destinada à apresentação dos conceitos da Nossa Cultura através de visitas guiadas a museus, restaurantes e locais interessantes da Big Apple. Teremos muita arte, arquitetura, gastronomia, arqueologia, história. Ainda vivenciaremos o respeito às diferenças culturais, algo que só é visto em uma cidade cosmopolita como New York.
Os 2 últimos dias são reservados às técnicas do Método DeRose. Serão muitas aulas práticas e workshops para o aprimoramento da respiração, consciência corporal, concentração mental ministrado por renomados instrutores e professores do Método DeRose.
Todos poderão participar de nossa tradicional doação assistencial para o banco de alimentos de New York (Food Bank) para os necessitados.

Inscrições e mais informações estão no http://www.deroseculture.com

Caloroso abraço novaiorquino,

Marcelo Tessari
DeRose Method instructor in New York

terça-feira, 11 de setembro de 2012 | Autor:


 

Ao longo de décadas, tenho tido ao meu lado um amigo exemplar, cuja fidelidade sempre impressionou a quantos de nós se aproximaram. É o Mestre Sérgio Santos, carinhosamente chamado pelos mineiros de “Més Sérj”.

Apesar de Mestre, escritor e Presidente de Federação, sempre preservou a humildade perante o seu próprio Mestre. Foi, no seu tempo de aprendizado, o instrutor que mais fez cursos e que mais viajou me acompanhando por todos os cantos do Brasil e fora dele, inclusive à Índia.

Sempre esforçado, Sérgio soube enfrentar as dificuldades naturais da região em que labuta até hoje com honra e com garra. As Minas Gerais são uma nação refratária. Refratária não especìficamente com relação ao Yôga ou ao nosso trabalho, mas tradicionalmente, com relação a tudo. O cartunista Ziraldo, que é mineiro, um dia desenhou uma série de cartuns sobre os seus conterrâneos. Em um deles, Ziraldo desenhou uma pessoa com as duas pernas na posição normal e com uma terceira perna para trás: “o mineiro é desconfiado, sempre tem um pé atrás”.

Mas o meu amigo Sérgio Santos é minerin’ da gema. Não se assustou com isso. Aceitou o desafio e tem tocado muito bem a sua missão, tão bem quanto a sua nação e a sua cidade permitem. Seus livros são lidos em todo o país, na América Latina, nos Estados Unidos e na Europa. Seu exemplo de lealdade, seguido por todos os que travaram contato próximo com ele.

A vida é constituída de altos e baixos. Precisamos aceitar esse fato e sobreviver aos baixos para que prossigamos vivendo nos altos. Hoje, meu amigo está lutando para conseguir cuidar dos pais, ambos hospitalizados, e ainda manter seu trabalho. Nós, seus companheiros do Sistema DeRose, estamos procurando ajudá-lo de todas as formas. Esperamos que ele perceba isso e que reconheça os nossos esforços para apoiá-lo neste momento difícil.

Há uma parábola hindu de um rei que chamou um sábio e lhe pediu um ensinamento que servisse para todas as ocasiões. O sábio lhe disse: “Isto também passa.” O maharája ficou insatisfeito. Perguntou que raio de sabedoria era aquela. O sábio lhe disse: “Quando Vossa Majestade estiver em um bom momento, vitorioso, feliz, poderoso, fique atento porque esse status quo não durará para sempre. Diga ‘isto também passa’ e, assim, Vossa Majestade tratará com mais equidade os que forem seus súditos, ministros, amigos e inimigos, preparando a estrutura para quando a maré mudar. O mundo evolui em ondas. Um dia está em cima, no outro está embaixo. Quando estiver por baixo, tendo perdido batalhas, sofrido revezes, enfermidades, traições, diga ‘isto também passa’ e verá que o sofrimento será bem atenuado. Basta esperar que ‘isto também passa’.”

Més Sérj, estamos com você.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012 | Autor:

Mestre!

Le paso la entrevista con António Mateus con los subtítulos en español, si se necesitan en otro formato puedo modificarlo y enviárselo.

http://www.tramman.com/entrevista_portugal_rerose_subt.flv

Abrazo!
Martín
Sede Palermo

domingo, 9 de setembro de 2012 | Autor:

http://www.youtube.com/user/derosemethod#p/u .

http://vimeo.com/12047173

http://origin.www.spike.com/video/derose-interview/3401490

http://www.tivi.tv/t/8306/DEROSE-METHOD

http://www.veoh.com/browse/videos/category/travel_and_culture/watch/v20124138dfgbRdhM

sábado, 8 de setembro de 2012 | Autor:

 “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas, de um povo heróico o brado retumbante. ”
Cadê o rio?

–

Às margens do Rio Ipiranga, D. Pedro I bradou “Independência ou Morte” e, com isso, tornou o nosso país independente, fundando um império, territorialmente, um dos maiores que a humanidade conheceu.

–

Onde está o Rio Ipiranga?

Como mostrar às crianças de São Paulo, aos paulistas, aos paulistanos e aos visitantes de outras partes do Brasil onde foi que tudo aconteceu? Como mostrar ao nosso povo o lugar em que o Brasil se tornou independente, se esse local foi destruído pela irresponsabilidade de quem encaixotou e escondeu o Rio Ipiranga debaixo da terra?

É como se nos envergonhássemos, ao invés de nos orgulharmos, daquele local venerável e quiséssemos mantê-lo escondido das vistas de todos.

Enquanto em outros países os locais sagrados da nação são preservados para o louvor das gerações seguintes, nós aceitamos como um rebanho sem voz e sem voto, que nosso maior símbolo de independência seja escondido no subsolo.

Exijamos dos Governos municipal, estadual e federal que invistam em obras para o resgate desse símbolo nacional e de orgulho paulista. Afinal, a capital e sede da corte era o Rio de Janeiro, mas foi em São Paulo que o Brasil se tornou independente e deixou de ser colônia.

Resgatar nosso Rio Ipiranga pode ser um poderoso incentivo do sentimento pátrio e da consciência de que somos uma Nação Independente, o qual merece respeito e exige o justo reconhecimento.

Essa consciência começa em casa. É preciso que nós Paulistas e Brasileiros, cultivemos a autoestima e o amor-próprio, reverenciando esse local emblemático da nossa existência como Nação Independente.

Assine a petição: “Eu tenho orgulho do Rio Ipiranga.”

http://www.peticoesonline.com/peticao/eu-tenho-orgulho-do-rio-ipiranga/629

São Paulo, 28 de junho de 2012.

DeRose

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sábado, 8 de setembro de 2012 | Autor:

gustavo321

Mestre finalmente conseguimos colocar o teu video no ar com as legendas em inglês.
Espero que gostes, vou esta noite ainda colocar em outros servidores.
Gostaria de contar com a participacao dos nossos colegas para partilhar o video em sites, facebook, twitter, blogs…
Saudades tuas, abraços Mestre querido.
Gustavo de Londres

No fim da entrevista eu declaro que o meu lema é “Ellerni kaj servi” . “Lerni” significa aprender; “ellerni“, aprender profundamente; “kaj” (pronuncia-se “kái”), significa e; “servi“, servir. “Ellerni kaj servi” significa aprender e servir. Quem legendou não conhecia esperanto e se enganou com a escrita. Mas isso não desmerece o belíssimo trabalho (e põe trabalho nisso!) de traduzir e legendar a entrevista. Agradeço de coração esse carinho. Agradecemos todos, principalmente os que não compreendem português. DeRose

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Caro Maestro,
envio-lhe o link da sua entrevista na TV Estadão com legendas em italiano:

A tradução e legendagem foi feita pela yôginí Sara Gambelli, a correcção pelos instrutores Carlo Mea, Natacha Santos e Anna Contieri.
Un abbraccio affettuoso da tutti noi!

sexta-feira, 7 de setembro de 2012 | Autor:

Pessoas inteligentes falam de idéias.

Pessoas medíocres falam de acontecimentos.

Pessoas burras falam de outras pessoas.

Autor desconhecido

 

Em fofoca não se deve acreditar, nem nas mais ingênuas. Jamais encorajá-las. Lembre-se de que o fofoqueiro é um pombo-correio que leva e traz. O que ele estiver fofocando sobre o Beltrano ausente, provavelmente fofocará a seu respeito assim que você virar as costas. Corte habilmente o assunto ou retire-se sem muito alarde.

Lembre-se do axioma no. 1 da Nossa Cultura: não acredite. Esse é o nosso primeiro dispositivo para neutralizar fofocas.

O dispositivo no. 2 é não passar adiante nenhuma observação que mencione o nome de alguém. Se o comentário tiver nome, morre ali.

O dispositivo no. 3 é o acordo tácito entre nós de que quando alguém tiver algo a comentar, não mandará recado, mas sim falará diretamente com a pessoa interessada.

O dispositivo no. 4 é a confiança e a certeza de que nosso amigo ou companheiro está cumprindo o dispositivo número 3, acima.

O dispositivo no. 5 é o exercício usado na antiguidade e que chegou aos nossos tempos com o nome de telefone sem fio, o qual consiste em formar-se um círculo de pessoas e passar uma frase à primeira, para que ela passe adiante e assim sucessivamente até que chegue ao último do círculo. As distorções são tão grandes e absurdas que nos fazem compreender como surgem os falsos rumores. E, ao mesmo tempo, vacinam as pessoas mais inteligentes para que não acreditem no que ouvirem, seja lá de quem vier a notícia, até das pessoas mais críveis.

Para ilustrar, vou-lhe contar uma história que me foi transmitida como fato real. Na Companhia do Quartel General da Primeira Região Militar, no Rio de Janeiro, o capitão teria se dirigido ao tenente e dito:

— Amanhã haverá eclipse do Sol, o que não acontece todos os dias. Mande formar a companhia às 7 horas, em uniforme de instrução. Poderão, assim, todos, observar o fenômeno e na ocasião darei as explicações. Se chover, nada se poderá ver, e os homens formarão no alojamento, para a chamada.

O tenente ao sargento:

— Por ordem do capitão, haverá eclipse do Sol amanhã. O capitão dará as explicações às 7 horas, com uniforme de instrução, o que não acontece todos os dias. Se chover não haverá chamada lá fora e o eclipse será no alojamento.

O sargento ao cabo:

— Amanhã, às 7 horas, o capitão vai fazer um eclipse do Sol com uniforme de passeio. O capitão dará no alojamento as explicações, se não chover, o que não acontece todos os dias.

O cabo aos soldados:

— Amanhã, às 7 horas, o capitão vai fazer um eclipse do Sol com uniforme de passeio e dará as explicações. Vocês deverão entrar formados no alojamento, o que não acontece todos os dias. Caso chova não haverá chamada.

Entre os soldados:

— O cabo disse que amanhã o Sol, em uniforme de passeio vai fazer eclipse para o capitão, que lhe pedirá explicações. A coisa é capaz de dar uma encrenca dessas que acontecem todos os dias. Deus queira que chova.

Portanto, se você ouviu dizer algo, através de terceiros, não perca o seu tempo acreditando em bobagens.

Por outro lado, a fofoca é uma energia poderosa que pode ser canalizada para fins construtivos. Aprendemos nas artes marciais do Oriente a não opor resistência direta ao ataque do inimigo, mas sim, aproveitar a força dele para levá-lo ao chão. Com a fofoca é a mesma coisa.

Como pessoa pública, fui alvo, a vida inteira, de maledicências atrozes, arquitetadas pelos concorrentes por motivo de inveja das realizações importantes que tive o privilégio de protagonizar. Pois saiba que sempre tirei proveito dos disse-me-disses, transmutando-os em divulgação positiva. Posso declarar que mais da metade dos meus alunos me foram enviados pelos concorrentes que, ao tecerem algum comentário aleivoso, excitaram-lhes a curiosidade. Eles vieram para ver de perto e acabaram gostando do que viram!

Quando você escutar algum mexerico sobre uma pessoa amiga, um colega de trabalho, seu Mestre, seu tipo de Yôga, não tenha acanhamento de dizer em alto e bom tom:

“Não acredito numa palavra do que você está dizendo. Essa atitude não é digna da pessoa educada que você é.”

Se isso não for possível, parta para a gozação:

“O quê? Você está dizendo que meu Mestre fez isso? Se ele de fato o fez, subiu no meu conceito, pois agora sei que ele é um ser humano como eu. Então, posso confiar nele.”

Identifique e isole o fofoqueiro

O fofoqueiro é um doente, um mal educado e um neurótico. É muito fácil identificar a origem das maledicências. Sempre que alguém contar uma inverdade, ou fizer um comentário pérfido, fraudulento, sobre um fato originalmente verdadeiro, registre quem foi. Mesmo que essa pessoa declare que ouviu dizer, que a origem da estória não foi ela. Se o fato se repetir com a mesma pessoa, ela passa a ser considerada responsável pela origem dos rumores ou divulgadora deles, o que é igualmente grave.

Os quatro filtros

Antes de passar um comentário adiante, pense:

É verdade?

Tem certeza?

É útil?

Vai contribuir para fazer as pessoas mais felizes?

Se não satisfizer a cada um desses crivos, não passe o comentário para a frente.

Como lidar com o disse-me-disse

Com o zum-zum-zum, sempre devemos ir para trás ao invés de ir para a frente. Explico: quando você escutar alguma coisa que cheire a boato, ou qualquer informação de que alguém disse ou fez algo desabonador, ou de que alguém disse algo de terceiros, ao invés de passar essa informação adiante, retroceda. Pergunte: quem lhe disse isso? Se o caluniador não quiser dizer quem foi, deduza que então foi ele mesmo que inventou. Caso ele diga quem foi, vá mais para trás e consulte essa pessoa. Muitas vezes, já no primeiro a quem você retroceda, basta para descobrir que a história era bem diferente da que lhe foi passada. Se não bastar continue rastreando de onde partiu o futrico.

Como levar o fofoqueiro a se suicidar

Quando alguém disser algo como: “eu soube de uma coisa horrível que o Fulano disse de você”, não pergunte: “o quê?”. Quando alguém disser: “eu não concordo com a orientação desta escola”, não pergunte: “por que?”. Para um fofoqueiro não há coisa pior do que não poder falar. Você não demonstrar interesse pelo que ele tem a dizer ou, até mesmo, impedi-lo (“não fale mais nada; não quero saber”) é a pior coisa que pode acontecer na estratégia do fofoqueiro.

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