Mestrão!
E aí, como vão as coisas? =)
Vi esse vídeo e pensei que seria legal compartilhar.
http://www.youtube.com/embed/EVV_I-FHNTg
Abraços!
Mestrão!
E aí, como vão as coisas? =)
Vi esse vídeo e pensei que seria legal compartilhar.
http://www.youtube.com/embed/EVV_I-FHNTg
Abraços!
http://www.youtube.com/watch?v=aNkydsPK6ww
Pelos interesses ou fanatismo de uns poucos, uma grande maioria é sacrificada pelos martírios de uma guerra.
Veja que linda mensagem neste link:
Oi Mestre,
Conhecia a Juliana Camargo, presidente da ONG Ampara Animal, que ajuda a transformar a realidade dos cães e gatos rejeitados e abandonados em SP.
Gostaria de divulgar um jantar beneficente que esta ONG está promovendo nesta terça, 3/4.
Endereço: Alameda Lorena, 1705 B – São Paulo, SP
A Ong Ampara Animal e o brilhante Serafina querem dividir com você uma saborosa experiência.
Jantar Beneficente em prol dos animais. Sua participação irá ajudar diretamente os animais. Interessados enviar um e-mail para: [email protected]
Beijos!
Rafaella Coelho
Unidade Leblon
O que é a kundaliní
Kundaliní é uma energia física, de natureza neurológica e manifestação sexual. O termo é feminino, deve ser sempre acentuado e pronunciado com o í final longo. Os leigos aplicam o termo no masculino e pronunciam “o kundalíni”, mas está errado. Repetimos: o termo é feminino, deve ser pronunciado com a tônica na primeira sílaba e a longa na última.
Pronuncie em voz alta para fixar a correção: kundaliní[1]. Significa serpentina, aquela que tem a forma de uma serpente. De fato, sua aparência é a de uma energia ígnea, enroscada três vezes e meia dentro do múládhára chakra, o centro de força situado próximo à base da coluna e aos órgãos genitais. Enquanto está adormecida, é como se fosse uma chama congelada. É tão poderosa que o Hinduísmo a considera uma deusa, a Mãe Divina, a Shaktí Universal. Todo o sistema do Yôga, de qualquer ramo, apoia-se no conceito da kundaliní.
De fato, tudo depende dela conforme o seu grau de atividade – a tendência do homem à verticalidade, a saúde do corpo, os poderes paranormais, a iluminação interior que o arrebata da sua condição de mamífero humano e o catapulta em uma só vida à meta da evolução sem esperar pelo fatalismo de outras eventuais existências. Leia mais »
Outra importante característica do SwáSthya Yôga é o resgate do conceito primitivo de treinamento, que consiste em execuções mais naturais, anteriores ao costume de repetir as técnicas. A popularização do sistema repetitivo ocorreu por influência da ginástica ocidental, durante a colonização britânica da Índia, portanto, é moderna. As técnicas antigas, livres das limitações impostas pela repetição, tornavam-se ligadas entre si por encadeamentos espontâneos. No SwáSthya Yôga esses encadeamentos constituem movimentos de ligação entre os ásanas não repetitivos nem estanques, o que predispõe à elaboração de execuções coreográficas.
A codificação das regras gerais de execução
Uma das mais notáveis contribuições históricas da nossa sistematização foi o advento das regras gerais, as quais não são encontradas em nenhum outro tipo de Yôga… a menos que venham a ser incorporadas a partir de agora, por influência do SwáSthya Yôga. Já temos testemunhado exemplos dessa tendência em aulas e textos de vários tipos de Yôga em diferentes países, após o contacto com o SwáSthya.
É fácil constatar que as regras e demais características do nosso método não eram conhecidas nem utilizadas anteriormente: basta consultar os livros das várias modalidades de Yôga publicados antes da codificação do SwáSthya. Em nenhum deles, vai ser encontrada referência alguma às regras gerais de execução.