quinta-feira, 11 de dezembro de 2008 | Autor:

Este pensamento me surgiu quando eu era menino e estava acampando em um lugar gélido. Ao abanar as brasas, passou pela minha mente infantil que vento frio não deveria fazer o fogo ficar mais quente. Mas assim é no mundo real. Quanto mais a oposição tenta apagar o fogo, soprando-lhe vento frio, mais aviva o seu calor!

No meu CD de áudio intitulado Mensagens, encontra-se uma mensagem que escrevi há mais de trinta anos, intitulada Preceitos aos instrutores de Yôga. O oitavo preceito reza:

A árvore podada cresce mais e o guerreiro ferido muitas vezes em batalha torna-se perito no uso das armas. Tal exacerbação do instinto de sobrevivência é obtida pela disciplina e pelas dificuldades. O melhor discípulo será aquele sobre o qual foram aplicadas as maiores exigências e as mais duras críticas. O mais talentoso instrutor será aquele que tiver enfrentado as mais atrozes dificuldades no afã de bem desempenhar sua missão.

Se quiser escutar os demais preceitos e outras mensagens minhas, creio que estão disponíveis no website www.uni-yoga.org gratuitamente, já que nosso site não vende nada.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008 | Autor:

Complementando o post Responda com cordialidade, postado ontem,  às 2 da manhã (1:54), quero agradecer a todos os meus alunos, instrutores, amigos e leitores que tomaram a iniciativa de defender o nosso nome e o nosso trabalho. Muitos escreveram para a redação da revista prestando o seu testemunho e esclarecendo aqueles que por (des)ventura ignorem a seriedade do trabalho que nossos jovens desempenham em todo o país e noutras terras. São profissionais honestos e esforçados, jovens em sua maioria, porém extremamente competentes. Não merecem ser achincalhados por uma irresponsabilidade jornalística, que venha a prejudicar um trabalho tão bonito. No final de um curso, o instrutor Vini (Vinícius), do Rio de Janeiro, veio conversar comigo e disse: “Obrigado, Mestre, por ter salvo a minha vida.” Respondi que ele também estava salvando vidas, pois também era instrutor de SwáSthya. Mas o que ele declarou em seguida deveria ser lembrado por todos os pais e por todos os jornalistas: “Não, eu quero dizer que você salvou mesmo a minha vida. Antes de praticar o seu Método, eu e meu melhor amigo enchíamos a cara e saíamos para a night. Com o Yôga eu parei de beber e não saía mais para aqueles programas. Ontem, o meu amigo tomou umas e outras, saiu de carro, bateu, matou e morreu. Eu estou indo agora para o velório dele. Eu deveria estar naquele carro e estaria morto agora se não fosse você. Portanto, obrigado, por ter salvo a minha vida.”

Declarações como esta emocionam e nos mostram que, mesmo se o Yôga fosse uma fantasia e se não servisse para mais nada, serviria para afastar nossos jovens das drogas, do álcool e do fumo. Isso, sim, é o que a imprensa precisa divulgar e defender.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008 | Autor:

Estou atualizando este post, da semana passada.

Quero compartilhar com você as medalhas que o Yôga recebeu esta semana, simbolizando o reconhecimento da sociedade aos profissionais que ensinam esta filosofia. Nestes últimos sete dias foram quatro medalhas, entre elas, a do CPOR de São Paulo, a Medalha Sentinelas da Paz, agraciada pela Consultoria Nacional de Outorgas de Porto Alegre RS, expedida pela Associação dos Boinas Azuis da ONU de Joinville SC, outra por uma Associação de Imprensa e outra pela Câmara de Cultura. Quatro comendas em uma semana já seria muito bom para coroar o ano de 2008. Mas na próxima semana ainda teremos mais uma. Parabéns a todos nós que decidimos ensinar uma filosofia de vida que conta com tanto apoio e reconhecimento de entidades culturais, humanitárias, militares, governamentais e outras.

Medalha Sentinela da Paz, uma das medalhas da semana

Medalha Sentinela da Paz, uma das medalhas da semana

Veja também: Histórico e condecorações do DeRose

terça-feira, 9 de dezembro de 2008 | Autor:

Acabamos de receber, às 11 da manhã, no Palácio do Governo do Estado de São Paulo, mais uma medalha, desta vez através da Defesa Civil, pelo nosso engajamento nas campanhas humanitárias e de responsabilidade social como a Campanha do Agasalho e no esforço para ajudar os desabrigados da tragédia de Santa Catarina. Como sempre, reconheço que essa medalha é para todos nós, instrutores e alunos que sentem-se gratos por poder ajudar e que não medem dificuldades quando são convocados a auxiliar, seja lá para o que for. Podemos ajudar bastante porque somos muitos. Somos a maior instituição de Yôga técnico do mundo. Temos mais de mil instrutores, milhares de praticantes e um milhão de alunos à distância pela internet. Mesmo quando cada um ajuda só um pouco, o resultado final é o de uma grande mobilização. Portanto, confesso que cada vez que outorgam uma comenda, medalha ou condecoração sei, honestamente, que ela não é para mim, mas é para todos os que laboram com a nossa filosofia.

Por outro lado, é muito bom que ocorram essas solenidades de outorga, pois a opinião pública, nossos instrutores, nossos alunos e seus familiares percebem que se eventualmente há algumas pessoas físicas que nos atacam, por outro lado há instituições governamentais, humanitárias, filosóficas, filantrópicas, culturais, militares etc. que nos apoiam e reconhecem o valor do trabalho que realizamos pela juventude, pela nação e pela humanidade.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008 | Autor:

Muita gente está se solidarizando comigo e muito mais pessoas estão manifestando sua indignação com respeito à coluna da jornalista Ruth Aquino ([email protected]).  Em virtude disso, peço que ao escrever à revista, meus amigos moderem sua revolta e recordem-se de que a elegância, o polimento e a fidalguia são virtudes dos praticantes do nosso método. Eu precisei fazer força para ser um pouco mais contundente na carta que escrevi, por estar sendo assim orientado pelos meus advogados e preciso confiar nos que me assessoram. Mas se você ler meus textos – nos meus livros e aqui no blog – vai perceber que minha linguagem não é aquela. Na verdade, não guardo nenhuma mágoa nem ressentimento pela Ruth, pois tenho vários amigos jornalistas e sei que quando publicam coisas assim não se trata de nada pessoal. Faz parte da profissão. É como a circunstância em que dois advogados se digladiam dentro do tribunal e mais tarde encontram-se cordialmente para tomar um café. Certa vez, em um congresso internacional de Yôga fora do Brasil, tive um debate muito sério com um indiano a respeito de Pátañjali. Vendo que meus argumentos eram serenamente mais fundamentados que os dele, fez caras, falou alto, gesticulou como um celerado. No final de tudo, veio conversar comigo, deu-me um presente e disse: “Não leve a mal, ‘Proféssor‘. Isso tudo é só circo.” Bem, eu não acho que seja tudo só circo, mas me esforço por aceitar que os jargões profissionais e os mis-en-scènes sejam mesmo necessários para o andamento do mundo no seu estágio atual de evolução. Acalento a certeza de que essa jornalista não tem nada contra mim e se a encontrar vou tratá-la com respeito e cortesia, da mesma forma como ela me tratou ao telefone.

Talvez, mais tarde, eu publique aqui a carta que enviei à revista. Não quero publicá-la já para não influenciar a linguagem nem os argumentos dos que pretendem escrever.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008 | Autor:

Foram rápidos. No dia 7 de dezembro escrevi um post comentando os ataques ao prof. Cristóvão de Oliveira, e afirmei textualmente:

 “De fato, quando alguém ataca, todos querem atacar. Talvez tenham medo de que, se não se juntarem aos agressores, sejam injuriados também. Isso é muito feio! Isso é covardia! Creio que fui o único profissional da área de Yôga a emitir um parecer pedindo ponderação. Registre-se que não conheço o professor Cristóvão e que não trabalhamos com a mesma modalidade. A questão é que, em princípio, se não pudermos defender, pelo menos que nos abstenhamos de condenar, no mínimo, enquanto não dispusermos de provas irrefutáveis e enquanto não tivermos ouvido o acusado. Este é um princípio primário do Direito e da Justiça. Exorto a que toda a população considere a possibilidade de adotar este comportamento para evitar que nossa sociedade do Terceiro Milênio tome atitudes dignas de uma Santa Inquisição medieval, em que bastava a acusação vazia de um desafeto invejoso e o acusado tinha sua reputação e sua vida destruídas, sem direito de defesa.”

Pois bem, dois dias depois, encontro o meu nome inserido em um artigo cujo objetivo era achincalhar com o Cristóvão de Oliveira e, conforme profetizado acima, uma vez que me recusei a unir-me à turba de linchadores, resolveram agredir-me também, a mim que não conheço o Cristóvão, não trabalho com a mesma linha de Yôga e nunca tive nenhum problema da mesma natureza.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008 | Autor:

Meu amigo Luciano Szafir fora internado com intoxicação por inalação de fumaça quando ocorreu um início de incêndio. Já recebeu alta, está em casa e certamente ficaria muito feliz de receber um e-mail, telegrama ou qualquer outro meio de comunicação, transmitindo os sentimentos daqueles nossos colegas que o conhecem ou que, mesmo sem conhecê-lo pessoalmente, foram cativados pela sua simpatia.