sexta-feira, 5 de junho de 2009 | Autor:

Lê-se na página 47: “Quando viajo, esgoto toda a minha energia em uma semana.”

Conclusão: nosso Método deve ser muito bom!

(O correto seria transliterar Swámi Shivánanda)

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segunda-feira, 1 de junho de 2009 | Autor:

Na reunião do Conselho, foi acertado que todos os instrutores presentes poriam suas criatividades para funcionar e entrariam neste post colocando sugestões de definição do Método DeRose.

No post anterior que tratou do mesmo assunto conseguimos uma enorme quantidade de sugestões, contudo a maioria foi emitida por alunos, amigos, leitores e simpatizantes. Agora, queremos a opinião dos profissionais.

As sugestões anteriores, algumas muito boas, foram em geral longas demais ou utilizaram linguagem que precisava ser explicada ou, simplesmente, não eram cativantes.

As que nós vamos burilar agora deverão ser frases de no máximo dez palavras ou dez segundos, de fácil compreensão e que proporcionem a motivação que leve uma pessoa a sair de casa e ir a uma escola do Método.

Lembre-se de que não se trata de slogan e sim de definição. Aguardamos as sugestões dos colegas instrutores.

Ah! E que não mencione a palavra Yôga nem termo algum de sânscrito.

 

Gostei de “proposta cultural”, conforme o Diego Murmis sugere abaixo. Mas, sim, a definição está muito longa.

 

Diego Murmis

No estoy seguro de que esta definición logre lo que propongo, pero te comento lo que se me ocurrió:

El Método DeRose es una propuesta cultural, una filosofía de vida; resultado del rescate de un entramado coherente de conceptos y técnicas con raíces milenarias que se potencian, desafiando al Ser Humano a alcanzar su máxima expresión.
¿Demasiado largo?
Algunas alternativas:
[…un entramado de…]
[…conceptos y técnicas milenarias/ancestrales/tradicionales…]

Un abrazo grande,
Diego
– Buenos Aires

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sábado, 23 de maio de 2009 | Autor:

Recebi um CD gravado por um colega muito querido para aprovação do material gráfico. Com indescritível tristeza, observei que o sânscrito estava grafado em uma transliteração que não é a que adotamos. Fiquei chocado!

Se nossa sistematização adotou uma determinada convenção e TODOS os nossos livros seguem essa coerência, por que algum dos nossos discordaria e aplicaria outra convenção? Se você pesquisar na internet vai descobrir que existem diversas convenções diferentes e divergentes. Mas há muitas outras que não encontrei nem mesmo na internet. Por exemplo, as transliterações para o chinês, para o grego, para o russo, para o japonês e mais uns oitenta alfabetos. Mesmo a que se usa corriqueiramente na Índia, não encontrei entre aquelas que lograram conquistar a simpatia dos acadêmicos.

A pergunta que não quer calar é: você que usa outra convenção diferente da que nós adotamos, não percebe que isso é anti-didático? Não percebe que confunde os alunos e até os próprios instrutores?

Não percebe que, além de semear confusão, transmite falta de sintonia com o sistematizador do Método?

Não percebe que gera para você uma imagem de que está discordando da linha de conduta adotada por nós?

A percepção comprometedora é a de que você está mais de acordo com outra orientação, com outro grupo ou com outro Mestre que não os seus.

E eu fico particularmente entristecido, pois se eu ensino uma convenção e você a rejeita para adotar a que outro Mestre ensina, nesse caso você está rejeitando a mim e o meu ensinamento.

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quinta-feira, 21 de maio de 2009 | Autor:

Para levar o nosso apoio e reforço de egrégora ao pioneiro Marcelo Tessari que está defendendo nosso Método em New York, Fernanda viajou hoje cedo para lá. Marisol também está na Big Apple. Ainda que só façam atividades recreativas, a missão estará sendo plenamente contemplada. Nós aqui no Brasil é que vamos ficar sentindo a falta da alegria contagiante e das sonoras gargalhadas da Fée. Mas será uma viagem relâmpago. Na terça-feira a Fezinha já estará de volta aqui conosco. Até então, façamos em coro:

sniff, sniff, sniff… 

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terça-feira, 19 de maio de 2009 | Autor:

Eu estava me preparando para contar qual havia sido a decisão, ir de vez para a Europa ou permanecer no Brasil. Mas contar isso a você é difícil para mim. Então, estava demorando para dar a notícia. Imagine, viver longe dos meus amigos e visitar o país apenas duas vezes por ano para dar somente uns dois ou três cursos de cada vez, no lugar de dois cursos cada fim de semana pelo ano todo… Mas, em compensação, valorizaríamos mais cada curso, cada minuto em que pudéssemos estar próximos. É claro que nunca mais seríamos tão próximos, pois não daria tempo de estarmos tão juntos, assim, ao alcance da mão, o abraço apertado, os olhos nos olhos, o ósculo de amizade. Mas, por outro lado, quantas vezes você me abraça POR ANO? Não iríamos poder nos ver todas as semanas… mas a maioria tem compromissos e não pode mesmo vir uma vez por semana às minhas aulas. Não iríamos poder sair sempre para almoçar… mas nós não temos mesmo ido almoçar praticamente nunca. Na verdade, tenho ido mais vezes por ano e tenho dado mais cursos na Europa do que em Minas Gerais, Porto Alegre, Florianópolis, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Cuiabá, São José dos Campos, Rio Claro, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Rio Grande, Pelotas, Londrina, Blumenau, Joinville e tantas outras cidades do nosso país.

Com estes pensamentos, me emocionei e comecei a rememorar uma das nossas mais lindas características, o sentimento gregário. Fui lá no Tratado de Yôga e li o texto abaixo:

“Sentimento gregário é a energia que nos mobiliza para participar de todos os cursos, eventos, reuniões, viagens e festas do SwáSthya Yôga, pois isso nos dá prazer. Sentimento gregário é o sentimento de gratidão que eclode no nosso peito pelo privilégio de estar juntos e participando de tudo ao lado de pessoas tão especiais. É o poder invisível que nos confere sucesso em tudo o que fizermos, graças ao apoio que os colegas nos ofertam com a maior boa vontade. Sentimento gregário é a satisfação incontida com a qual compartilhamos nossas descobertas e dicas para o aprimoramento técnico, pedagógico, filosófico, ético etc. Sentimento gregário é o que induz cada um de nós a perceber, bem no âmago da nossa alma, que fazer tudo isso, participar de tudo isso, não é uma obrigação, mas uma satisfação.”

……..

Nesse meio tempo, Priscila Ramos me deu uma ajudinha e escreveu dez motivos para ir e outros dez para ficar. Assim sendo, transcrevo os motivos citados pela Pri para eu ir viver em países nos quais o Método DeRose está sendo tão valorizado e crescendo muito.

“10 Motivos para ficar na Europa

1. Boire du chocolat chaud et manger du pain au chocolat et des croissants parisiènnes

2. Faire des promenades les samedis dans la Saint-Germain

3. Portugal, Rome, Londres et Barcelona sont très proches

4. L’hospitalité portugaise

5. Librairies et cafés tout les places

6. La liberté individuelle de faire ce qui tu veux (je pense que c’est plus respecté en Europe)

7. La possibilité de connaître des different pays, cultures e personnes

8. La culinaire française et italien

9. La musique et les films françaises

10. C’est très très chic vivre lá-bas!”

Obrigado, Pri, por expor tão bem os motivos que poderiam me mover a dar um passo tão importante.

Bem, já escrevi demais. Tenho, a seguir, uma sucessão de reuniões. Depois continuo para lhe contar o desfecho.

quinta-feira, 14 de maio de 2009 | Autor:

Vamos ver qual será o resultado. A maioria foi muito boa, mas talvez tenha faltado o apelo que levaria alguém a sair da sua casa para buscar uma escola do Método. Como eu queria que os últimos posts tivessem mais ênfase, evitei colocar outros que dispersassem a atenção do leitor.

 

Luciano López Guzman nos enviou esta frase do Edgardo Madanes, escultor, professor de artes e nosso aluno da Argentina:

Hay lugares a los cuales no accedemos habitualmente,
lugares por los cuales no podemos transitar,
lugares donde podríamos construir un refugio
alejado de lo cotidiano y crear un espacio
con leyes y códigos propios.
En este lugar (que no es ni muy alto ni muy bajo, no es cielo ni es tierra),
es donde voy a dibujar el espacio,
recorrerlo en todas sus dimensiones,
señalar el aire y corporizarlo

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quarta-feira, 13 de maio de 2009 | Autor:

A liberdade é o nosso bem mais precioso. No caso de ter que confrontá-la com a disciplina, se esta violentar aquela, opte pela liberdade.

Este foi um insight que tive e que foi publicado no meu livro Sútras – Aforismos de lucidez e êxtase. Quando o escrevi, há mais de vinte anos, ele foi dirigido àqueles que na época questionavam nosso método de trabalho. Deu certo! Ao ler o pensamento, caiu-lhes a ficha. Ninguém os estava prendendo na escola. Até bem pelo contrário. Para permanecer, precisavam pagar a mensalidade. Mas para sair era só sair! Quando não gostamos de um curso de inglês ou de uma academia de ginástica, simplesmente saímos. E, ao sair, não ficamos incomodando, reclamando, insultando, perseguindo. A menos que sejamos emocionalmente perturbados ou que queiramos chamar a atenção ou ganhar alguma coisa com isso. Talvez no Yôga isso aconteça devido a alguma idiossincrasia psicológica de alguns dos que se inserem no nosso ambiente por engano, pensando tratar-se de alguma espécie de seita ou terapia, da qual necessitem. E, ao descobrir que não somos nem uma coisa nem outra, revoltam-se.

Os descontentes partiram e os satisfeitos ficaram. Foi impressionante! Com a saída de uma meia dúzia, os outros milhares de praticantes deslancharam, a escola cresceu e se espandiu por diversos países, centenas de novos instrutores foram formados e viveram felizes para sempre.

É interessante como, às vezes, basta lembrar as pessoas de que elas são livres para que percebam isso. Infelizmente, alguns se arrependeram de terem se afastado da nossa egrégora, pois não é fácil encontrar uma escola como a nossa, que ensine tanta coisa, com um clima tão descomplicado, com pessoas tão felizes, educadas, sensíveis, de excelente nível cultural. Mas eu sempre peço ao Grande Arquiteto do Universo que as ilumine para que encontrem o que estão buscando e nos deixem em paz para que façamos o nosso trabalho junto àqueles que gostam da nossa didática e do conteúdo do nosso método.