terça-feira, 2 de junho de 2009 | Autor:
Dicionário Houaiss:
Conjunto de padrões de comportamento, crenças, conhecimentos, costumes etc. que distinguem um grupo social.

 

 

Dicionário Michaelis:

Sistema de idéias, conhecimentos, técnicas e artefatos, de padrões de comportamento e atitudes que caracteriza uma determinada sociedade.

 

gustavo321

Infopedia:

Sistema complexo de códigos e padrões partilhados por uma sociedade ou um grupo social e que se manifesta nas normas, crenças, valores, criações e instituições que fazem parte da vida individual e colectiva dessa sociedade ou grupo;

ou ainda:

conjunto de costumes, de instituições e de obras que constituem a herança de uma comunidade ou grupo de comunidades

ou…

conjunto dos conhecimentos adquiridos que contribuem para a formação do indivíduo enquanto ser social; saber

Abracos

terça-feira, 2 de junho de 2009 | Autor:

lelia

Querido Maestro De Rose:

Muchisimas Gracias por el apoyo, la difusion emitida en Uni-Yoga y su Blog, y todos los materiales que hemos recibido en nuestra unidad.

Tanto aprecio por la generosidad!

Adoramos la presencia y participacion de Marisol y Fee como otras tantas visitas que hemos recibido a lo largo del ano.
Las puertas de nuestras casas estan abiertas e invitamos a participar de las actividades y eventos de nuestra escuela en la esta Gran Manzana que es Manhattan..
eso si…eh… vengan a New York bien descanzados y llenos de fuerza… por que desde aqui no se para…:-)! hay mucho para ver, disfrutar, aprender y difundir!!!

Un carinoso abrazo desde mi corazon,

Lelia Stina.

terça-feira, 2 de junho de 2009 | Autor:

mallet

Olá Mestre.

Gostaria de sugerir aos nossos colegas um site que promove o intercâmbio para aprendizado de línguas. http://www.livemocha.com
O site apresenta aulas de diversas línguas em vários níveis e o usuário conta com o auxílio de outros usuários online para orientação e correção sobre grafia e pronúncia.
Vale mesmo a pena conferir!
Fica aqui a dica.

Beijos,
Mallet

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terça-feira, 2 de junho de 2009 | Autor:

Recebi um cartão muito meigo no final do Fest-Yôga. Reproduzo o texto:

“Mestre, entrego-lhe este cartão como retribuição pela minha alegria sincera que senti por ter tido a oportunidade de participar desta festa maravilhosa.

Até que enfim! Foram três anos de espera que valeram a pena, dos meus 15 anos até a maioridade.

[Explicação: não é permitido a menores de idade participar do Festival.]

Tomara que para você tenha sido tão bom quanto foi para mim.

Já disse e repito, o senhor é O Cara, Mestre.

Muitos beijos cheios de satisfação.

Camilla Monteiro – Unidade Alphaville.”

São manifestações assim que recompensam por todo o trabalho e por todas as decepções.

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segunda-feira, 1 de junho de 2009 | Autor:

Na reunião do Conselho, foi acertado que todos os instrutores presentes poriam suas criatividades para funcionar e entrariam neste post colocando sugestões de definição do Método DeRose.

No post anterior que tratou do mesmo assunto conseguimos uma enorme quantidade de sugestões, contudo a maioria foi emitida por alunos, amigos, leitores e simpatizantes. Agora, queremos a opinião dos profissionais.

As sugestões anteriores, algumas muito boas, foram em geral longas demais ou utilizaram linguagem que precisava ser explicada ou, simplesmente, não eram cativantes.

As que nós vamos burilar agora deverão ser frases de no máximo dez palavras ou dez segundos, de fácil compreensão e que proporcionem a motivação que leve uma pessoa a sair de casa e ir a uma escola do Método.

Lembre-se de que não se trata de slogan e sim de definição. Aguardamos as sugestões dos colegas instrutores.

Ah! E que não mencione a palavra Yôga nem termo algum de sânscrito.

 

Gostei de “proposta cultural”, conforme o Diego Murmis sugere abaixo. Mas, sim, a definição está muito longa.

 

Diego Murmis

No estoy seguro de que esta definición logre lo que propongo, pero te comento lo que se me ocurrió:

El Método DeRose es una propuesta cultural, una filosofía de vida; resultado del rescate de un entramado coherente de conceptos y técnicas con raíces milenarias que se potencian, desafiando al Ser Humano a alcanzar su máxima expresión.
¿Demasiado largo?
Algunas alternativas:
[…un entramado de…]
[…conceptos y técnicas milenarias/ancestrales/tradicionales…]

Un abrazo grande,
Diego
– Buenos Aires

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segunda-feira, 1 de junho de 2009 | Autor:

Embora saibamos que os familiares não chegarão a ler estas palavras, sinto que preciso escrevê-las por uma questão de solidariedade, um sentimento que eu necessito expressar. Sofri na alma a notícia, pois viajo de São Paulo a Paris várias vezes por ano. É uma rota familiar. É um aeroporto em que chego e do qual parto tantas vezes desde 1975.

Como vivo em aviões o ano inteiro há mais de trinta anos e realizo várias travessias do Atlântico por ano, sinto a tragédia muito próxima da minha própria realidade. Por várias vezes, senti de perto o que é uma pane ou um outro inconveniente qualquer a bordo.

Certa vez, eu estava viajando para Paris em companhia do Prof. António Pereira e da instrutora Mariana Rodrigues e quando íamos aterrissar no Aeroporto Charles De Gaule algo deu errado. O piloto arremeteu com tanta força que o ruído das turbinas parecia entrar pela cabine, a aeronave verticalizou tanto que pensamos fosse estolar. Passageiros gritavam, bagagens caíam. Dali a alguns minutos ouvimos a voz trêmula de um assustado comandante dizendo-nos que estava tudo bem, que não acontecera nada. Foi aí que muita gente tomou consciência do quanto chegamos perto de ter acontecido alguma coisa.

De outra feita, um raio atingiu a asa do nosso avião. Foi um clarão ofuscante, um estrondo terrível, um sacolejão na aeronave, tudo isso seguido de indescritível preocupação dos passageiros e comissários de bordo. As pessoas se seguravam instintivamente em seus assentos, como se isso fosse adiantar em caso de acidente. Pouco depois, o comandante avisou que caíra um raio, mas havíamos saído ilesos. Bem, isso, já havíamos percebido!

E quando entraram passageiros que jurávamos ser terroristas (mas deviam estar viajando para explodir alguma coisa noutro lugar); e quando a turbulência parecia partir o avião ao meio; e quando pessoas mal-educadas bebiam demais e geravam tumultos a bordo; e mais isto e mais aquilo e mais os sequestros já descritos no meu livro Quando é Preciso Ser Forte. Não sei como não desisti e ainda estou viajando tanto. Já era para ter fincado pé num só lugar. Contudo, noblesse oblige.

Assim, quando recebi a notícia do sinistro, projetei minha consciência para dentro do avião e revivi cenas pelas quais já havia passado. Mentalmente tentei acalmar os passageiros, onde quer que estivessem, vivos ou não. Depois, passei a dirigir minha atenção aos entes queridos que ficaram em terra, que se despediram deles desejando boa viagem, bem como dos que os aguardavam no destino, esperando sua chegada para cobri-los de carinhos. Que dizer a essas pessoas, senão apenas abraçá-las em respeitoso silêncio?

 

Joao Marcelo

P.S.: se alguém pode fazer as palavras do Mestre chegarem de alguma forma a estas pessoas, ou mesmo a poucas delas, por favor, faça!!!!

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segunda-feira, 1 de junho de 2009 | Autor:

Esta região da ilha tem problemas de conexão. O lap-top não pega nos quartos e às vezes conseguimos conectar na recepção do hotel. Outras vezes, nem na recepção. Aí complica. Mas hoje à noite vou estar em São Paulo e tudo se normalizará.

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