terça-feira, 24 de março de 2009 | Autor:

Hoje quero homenagear um jovem instrutor que tem demonstrado elogiável capacidade de trabalho, caráter admirável, um vencedor que serve como modelo de competência e de sucesso a muitos alunos e a novos instrutores. Conhecido e admirado em todo o Brasil, já tem seu nome mencionado em outros países como exemplo de inteligência, boa educação, boa índole e merecedor das tantas amizades sinceras que lhe devotam carinho.

Conheço Heduan há vários anos e a cada dia sinto mais admiração por esse jovem promissor que tem demonstrado lealdade, fidelidade e boa têmpera. Sem dúvida, muito do seu valor proveio da herança cultural, da educação do berço, da sua família. Mas outro tanto deve ser creditado ao seu esforço pessoal, estudo e trabalho sério que vem desenvolvendo em Curitiba.

Ao Heduan, nosso reconhecimento, admiração e afeto.

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terça-feira, 24 de março de 2009 | Autor:

Lembro-me de uma linda manhã de sol, em que os campos floridos ondulavam com a brisa fresca. Eu devia ter uns quatro anos de idade e minha mãe me ensinava como caminhar na trilha de terra evitando pisar sobre as folhas secas para não ferir alguma serpente que estivesse dormindo e não percebesse nossa aproximação, dizia ela. Segundo minha mãe, a serpente não era má e não me morderia por mal e sim por medo de mim, que era um animal muito maior do que ela.

Mamãe me ensinava também a perceber o ruído particular que cada animal, ave ou inseto fazia ao se deslocar ou ao espreitar. De fato, depois que passei a prestar atenção, podia perfeitamente separar o ruído do vento na vegetação, do chamado de um inseto quase imperceptível, e do leve bater de asas de uma ave de rapina voando baixo para caçar um roedor desavisado. Um dia ela me disse:

– Shhh! Ouça.

Mas não ouvi nada. Então, ela apontou com o dedo médio, como era costume entre nosso povo. Olhei e nada vi. Mas comecei a perceber um leve ruído como se fosse uma lixa passando de leve sobre o chão arenoso.

– Não se mova para não assustá-la!

Em poucos instantes, vimos uma majestosa naja amarronzada de uns dois metros de comprimento saindo de trás do capinzal. Por tudo o que minha mãe me ensinou, posso dizer que lhe devo a vida várias vezes.

Passávamos a manhã inteira brincando de furar o solo de terra fofa com o dedo polegar e jogando dentro do orifício umas sementinhas. Depois, passávamos algumas semanas brincando de colocar água e esterco de vaca em torno de cada local plantado. Também devíamos conversar e rir bastante ali por perto. Mamãe dizia que se a sementinha ouvisse nossa conversa e nossos risos ela iria pôr a cabecinha de fora para ver o que se passava. Então, ficávamos dias a fio conversando e contando casos engraçados, esperando ansiosamente que a semente pusesse a cabeça para fora da terra.

Minha mãe tinha razão. Dali a alguns dias, vi, com uma alegria impossível de descrever, o primeiro broto saindo para o sol. E depois outro, e outro.

– Agora – disse-me ela – devemos mostrar às plantinhas que o mundo aqui fora vale a pena. Vamos ficar sempre felizes uns com os outros que é para as plantinhas não voltarem lá para dentro. Também devemos cuidar delas porque, coitadinhas, não podem se deslocar como nós para ir beber água quando tiverem sede, nem para fugir quando alguém for pisar nelas.

Colocamos proteções de bambu à sua volta e todas as manhãs lhes dávamos água, porque era verão e o calor estava muito forte. Havia uns dias em que precisávamos protegê-las do sol e cobríamos uma grande área com um tecido quase transparente e já meio velho, mas que era mantido imaculadamente limpo. Nunca perguntei por que esse tecido era lavado, se ia ficar exposto ao sol e ao vento que, às vezes, levantava nuvens de poeira vermelhenta. Mas, incansavelmente, as mulheres da aldeia, lavavam os metros e metros de tecido, sempre cantando e dando risadas das coisas mais simples.

Certa vez foi por causa de uma rã que saltou para dentro da cesta de vime. Uma das mulheres comentou que a rã estava querendo acasalar e, por esse motivo absolutamente ingênuo, as mulheres deixaram-se rir até o entardecer.

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segunda-feira, 23 de março de 2009 | Autor:
domingo, 22 de março de 2009 | Autor:

Estive no Rio para realizar uma noite de autógrafos de três livros: a nova edição do Ser Forte, o recém-lançado Programa do Curso Básico (nova versão) e o Tratado de Yôga. Fui surpreendido pelo interesse dos alunos e instrutores da Cidade Maravilhosa. Todos os livros levados para o evento esgotaram-se em poucos minutos e ainda faltou.

No dia seguinte, curso de karma e dharma, lotado. Realmente, fiquei muito feliz. Meu agradecimento aos diretores, instrutores e praticantes das escolas do Rio de Janeiro.

Contamos até com a visita de uma ilustre professora de Hatha Yoga que tem seu nome indelevelmente gravado nos anais da Yoga no Rio, minha estimada amiga Miriam Both. Ela iluminou com sua presença a noite de autógrafos, contando algumas experiências vividas.

sexta-feira, 20 de março de 2009 | Autor:

Leia o artigo na íntegra em www.cdof.com.br/yoga3.htm

quinta-feira, 19 de março de 2009 | Autor:

Mafra

Oi Mestre!

Sua entrevista já foi publicada!

Ficou ótima Parabéns!

http://www.casadoyoga.com.br/yoga_entrevista_derose.html

quinta-feira, 19 de março de 2009 | Autor:

O curso será ministrado pelo presidente da API, Associação Paulista de Imprensa, o jornalista e advogado J.B. Oliveira. JB já havia ministrado um curso de oratória ao qual compareceram mais de vinte instrutores nossos. Eles gostaram tanto que pediram ao ministrante que lhes montasse um curso voltado para o bem escrever.

O curso é só para instrutores da Nossa Cultura, mas colegas de todo o Brasil podem participar pois será dado aos domingos. Quem está à frente da organização é o companheiro De Nardi. Ele enviou o seguinte comentário, que reproduzo para o conhecimento de todos: 

Mestre
Você pode divulgar? Já fechamos as datas e os custos. O número máximo de pessoas será 30. Os interessados podem mandar e-mail para mim [email protected]

a) primeiro curso, dia 05 de abril: Gramática com os princípios gerais do NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO.
Horário: das 09h00 às 19h00

b) segundo curso, dia 14 de junho: Redação.
Horário: das 09h00 às 19h00

O valor será de R$300 para os dois cursos.

Beijos

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