domingo, 5 de abril de 2009 | Autor:

Esta semana, dei uma palestra sobre a Índia, juntamente com o jornalista Arthur Veríssimo, em um respeitado centro cultural de São Paulo. Enquanto explanávamos, rodava o DVD Índia Exótica, do Veríssimo. Foi bastante instrutivo e também divertido. Tivemos, inclusive, a presença de representantes da própria Índia, que nos ajudaram com dados e informações sobre línguas, sobre castas, sobre o casamento indiano etc. Como é nosso costume, não divulguei antes. No entanto, compareceu tanta gente que os organizadores precisaram recorrer a mais cadeiras e deixar algumas pessoas na sala adjacente, vestíbulo do salão. Da Uni-Yôga, só convidei os membros do Conselho Administrativo, dos quais compareceram quase todos. Concederam-me a honra da sua presença várias autoridades militares, eclasiásticas, políticas, humanitárias e jornalísticas. A todos, muito obrigado pelo privilégio de sua presença.

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sexta-feira, 3 de abril de 2009 | Autor:

Hoje estamos comemorando 800 fotos! Parabéns a todos!

É tão bom poder, de madrugada, ficar contemplando os rostos daqueles que estão comigo há tanto tempo nesta luta, os rostos dos que conheço e por quem nutro uma saudadinha doce. E os rostos dos que ainda não conheço, fico a imaginar quem são, o que fazem, onde vivem, com quem praticam, quantos livros meus terão lido e, consequentemente, o quanto de intimidade nos une…

E me fascino com a idéia de que poderei vê-los todos de perto (quem sabe até abraçá-los) em alguma das “conversas com alunos” que realizo de tempos em tempos nas escolas credenciadas à Uni-Yôga ou em alguma noite de autógrafos.

Se você ainda não colocou a sua fotografia, este é um ótimo momento para se animar e inseri-la. Brevemente, vamos chegar a mil fotos!

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sexta-feira, 3 de abril de 2009 | Autor:

Martin Pereira

Hola Mestre!

Gran aclaración acerca del tema, me encanta la analogía con el Capoeira.

Cómo contribución a lo que fue la civilización en la que hace más de 5000 años surgió el Yôga, me parecio interesante esta reproducción en 3D de Mohenjo Daro.

http://www.youtube.com/watch?v=SdGbamPgf8o

Espero que lo disfrute.

Saludos!
Martín

Outros vídeos sobre a Civilização do Vale do Indo:

 

 

 

httpv://www.youtube.com/watch?v=9ar3yuptIOo

httpv://www.youtube.com/watch?v=BqLOXIIV45I

httpv://www.youtube.com/watch?v=_J1Nd9BeLVw

httpv://www.youtube.com/watch?v=X3N6M-awe0Q

httpv://www.youtube.com/watch?v=8Ac9yXwWwBY

 

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quarta-feira, 1 de abril de 2009 | Autor:

 

Na Índia, os mágicos pertencem a uma sub-casta específica e seus truques vêm sendo ensinados de pai para filho há centenas de anos. Graças a isso, desenvolvem sua arte até às raias do impossível. E fazem-no sem nenhum recurso tecnológico, pois exercem na rua, no chão de terra, onde não há possibilidade de truques com espelhos ou fundos falsos.

Em uma das viagens, nosso grupo foi abordado na rua por um desses mágicos, que logo propôs:

– Se não gostarem não precisam pagar.

Aceitamos, mesmo sabendo que acabaríamos tendo que pagar de qualquer jeito. Sentamo-nos em círculo e ele no meio. Começou com o truque elementar das três cabaças e uma bolinha de pano, para que a assistência adivinhasse sob qual delas estaria a bolinha. Mostrou as cabaças e a bolinha. Todos as examinaram. Ele colocou a bolinha sob uma das cabaças e as embaralhou propositadamente devagar, sobre o chão de terra, na rua. Quando achou que bastara de movimentar as peças, perguntou:

– Onde está a bolinha?

Todos apontaram para a mesma cabaça, pois ele embaralhara tão lentamente que era fácil acertar. Ele levantou a cuia e… não estava lá! Olharam dentro da cabaça. Não estava mesmo. Bem, quem sabe, nesta outra? Também não. Então, tem que estar nesta última. Mas… também não estava! Ele explodiu numa sonora gargalhada. Olhou para o vento e invocou:

– Charlie!

Voltou-se para nós e mandou que recolocássemos, nós mesmos, as cabaças emborcadas no chão e as embaralhássemos. Aí levantou a primeira: a bolinha estava lá! Com um sorriso maroto levantou a segunda: também havia uma bolinha ali. Levantou a terceira: também estava lá. Outra gargalhada. E outra invocação ao vento:

– Charlie!

Mandou que puséssemos as três bolinhas sob uma só cabaça e embaralhássemos. Ficamos de olho. Ele foi direto nela. Levantou-a: não havia nada ali. Levantou a segunda: lá estavam as três. Levantou a terceira: rolaram tantas lá de dentro que depois foi impossível recolocá-las, pois não cabiam mais no mesmo espaço!

Era impossível. Não havia mangas, nem fundos falsos. Era dia claro e estávamos todos em torno dele, à frente, atrás, dos lados, com espertos olhos, observando atentamente. Pedíamos que repetisse e olhávamos todos juntos, bem de perto. Nada. O truque era mesmo perfeito.

Pegou uma bolinha e pôs na boca. Quando a retirou ela estava em chamas. Truque barato. Então soltou a fumaça que havia ficado na boca. Em seguida mais fumaça. E mais. E mais, mais, muito mais. Ficamos envoltos em fumaça saída da boca do mágico, como se ele fosse um dragão com dispepsia. Que truque poderia fazer aquilo acontecer diante dos nossos olhos?

Alguém lembrou-se de advertir:

– Cuidado com as carteiras e passaportes, que podem aproveitar o fog para fazer a limpa!

Aí, ele tirou uns pregos tortos e enferrujados de dentro da boca. A essa altura já não nos impressionávamos com isso. Mas ele começou a regurgitar uma quantidade enorme, infindável, de pregos enferrujados e secos. Sim, secos, sem um mínimo de suco gástrico. Não podiam estar vindo do seu estômago.

Depois, mandou que déssemos um nó num lenço. E que cada um puxasse de um lado para que ficasse bem apertado. Pegou o lenço numa extremidade, sacudiu-o e… o nó sumiu.

Após uma variedade de truques sofisticados, mandou que cada um de nós pensasse num perfume e em seguida friccionasse o dorso das mãos e cheirasse. Quem pensou em rosa, lá estava esse perfume. Quem pensou em jasmim, lá estava ele. Quem pensou sândalo, lá estava sândalo. Para nos precavermos contra a possibilidade de alguma hipnose coletiva, cada um cheirou a mão do outro sem saber em que perfume ele havia pensado. E constatamos: o perfume estava lá e conferia.

Sempre antes de cada fenômeno ele invocara o tal de Charlie. Então, contestamos:

– Assim não vale. Você disse que era mágico. Usando poderes paranormais e invocando o elemental Charlie, é fácil. Isso não é mágica: é siddhi.

Ele respondeu:

– Se me pagarem mais vinte rupias eu ensino o truque e aí vocês vão constatar que é ilusionismo.

Pagamos e constatamos. Era mesmo truque!

Já imaginou se um desses prestidigitadores quisesse fazer-se passar por Mestre espiritual, usando seus “poderes” para convencer as pessoas? É o que ocorre com muita frequência, tanto na Índia, quanto no Ocidente.

terça-feira, 31 de março de 2009 | Autor:

A importância do livre pensar

A liberdade é o nosso bem mais precioso.
No caso de ter que confrontá-la com a disciplina,
se esta violentar aquela, opte pela liberdade.
DeRose

Eu só permaneci no SwáSthya porque ele não violentava minha liberdade, não tolhia meu livre pensamento e não me castrava com doutrinação. Essas são questões sobre as quais não há concessão.

Mas como conciliar Liberdade com Disciplina? Como conciliar a preservação da Opinião Própria com a necessidade do aprendizado e da memorização do conhecimento?

Entendo que esses fatores são elementos de seleção. Se você tiver fervilhando em suas veias o gérmen do Yôga Pré-Clássico, não sentirá que nossa disciplina violente a sua liberdade. Contudo, se senti-lo, deve “optar pela liberdade”, a liberdade de ir-se.

Quando estivemos na escola e na faculdade, fomos obrigados a decorar centenas de nomes e de fórmulas. Quando estudei anatomia, fisiologia e cinesiologia, não tive a possibilidade de questionar com meus professores que para exercer minha profissão eu jamais precisaria saber os nomes de todos os ossos e músculos do corpo humano. Se não os decorasse, simplesmente seria reprovado e ponto final. Nosso curso é igual a todos os demais, pois ainda não existe outro meio para fazer o conhecimento entrar na cabeça do estudante.

Sempre fui contra a “decoréba”. Mas tenho que reconhecer a memorização como recurso eficiente para reter o conteúdo da matéria. Decorar por decorar não tem grande valor. No entanto, memorizar e compreender o que está sendo gravado tem seu valor inquestionável.

No questionário do livro Programa do Curso Básico, as respostas que precisam ser memorizadas ipsis litteris, estão assinaladas com as letras RP (resposta-padrão). Essas, são poucas. As perguntas e respostas foram elaboradas por diversos instrutores ao longo destes últimos trinta anos e são muito interessantes – sem mencionar que são úteis também!

 

Alexandre Montagna
 

Ótimo texto. É interessante lembrar que toda resposta padrão foi elaborada e aprimorada por diversos docentes e Mestres ao longo de muitos anos. São, portanto, as frases mais bem elaboradas para suas respectivas perguntas, daí decorar ser o melhor método*.

* Em latim, de cordis; em francês, par coeur, em inglês, by heart. Decorar é gravar com o coração. (Fonte: A força da gratidão – pújá)

konnie ciuro

muchas gracias Mestre, me ha dado una importante herramienta para utilizar con mis alumnos, siempre hay alguno que pregunta por que debe estudiar de memoria… gracias nuevamente

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terça-feira, 31 de março de 2009 | Autor:

 

Descrição:

O branco simboliza a paz, a pureza, a temperança, a verdade, a franqueza, a integridade e a amizade. O vermelho simboliza a audácia, a coragem, o valor, a galhardia, a generosidade e a honra. A Cruz de Cristo evoca nossas origens lusitanas. O círculo é o emblema da eternidade afirmando a posição da Uni-Yôga como referência no que diz respeito ao tema.

Fundamentação:

Escolhemos a Cruz de Cristo, ou Cruz dos Templários, em alusão à bravura dos navegantes lusitanos que aqui chegaram, como gratidão ao tanto que devemos à nossa Terra-Mãe. Reproduz a bandeira do município de São Paulo em homenagem a essa cidade que hospeda a Sede Central da Uni-Yôga e que teve a generosidade de conferir ao seu fundador o digníssimo título de Cidadão Paulistano. Essa honraria foi concedida a muito poucos daqueles que migraram para São Paulo, provenientes de outras “nações” do subcontinente brasileiro.  

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terça-feira, 31 de março de 2009 | Autor:

Com o livro em mãos, hehe…

Olá Mestre , como foi citado sobre a ponte Tacoma e
seus fenômenos de ressonância na aula aberta ,
trouxe para os colegas o vídeo respectivo.

httpv://www.youtube.com/watch?v=j-zczJXSxnw

Grande abraço,
Rafael Schoenfelder
Curitiba Pr
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