sábado, 25 de abril de 2009 | Autor:

Vamos procurar a foto? Vai ser um exercício interessante. Quando você a encontrar, quero que me diga qual é a instrutora de Nice, apenas observando as fisionomias das pessoas.

Eu declarei que esta cidade me lembra o Leblon, mas caminhando mais e notando a quantidade de pessoas jovens, bonitas e descontraídas, na verdade, Nice tem muito mais a ver com o Ipanema de 1970, de Vinícius de Moraes, da Garota de Ipanema, do topless das meninas e das senhoras de mais idade, e das sungas minúsculas dos homens (como as que uso – ufa! Afinal estou mais “in” do que imaginava!).

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sábado, 25 de abril de 2009 | Autor:

Por motivo de viagens e compromissos diversos, atrasei um pouco a colocação de posts. Nice, no Sul da França, é belíssima e as pessoas super simpáticas. Como é praia, faz-me recordar um pouco o Leblon. Exceto pelos iates imensos, quase do tamanho de transatlânticos particulares, muitos deles!

Há uma foto no livro Quando é Preciso Ser Forte que foi tirada no Congresso de Bertiôga, reunindo um grupo de instrutores de Yoga de vários países. Todos com cara de dispepsia, inclusive eu, porque aquilo era (ainda é) “cara de professor de Yóga”. Mas havia uma colega de Nice, a mais bonita de todos (bem, não era difícil ser a mais bonita naquele contexto). Ela era a única sorridente e demonstrando um ótimo astral. Agora compreendo porquê. Esta cidade nos inspira a descontração e um estado de SwáSthya.

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segunda-feira, 20 de abril de 2009 | Autor:

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sábado, 18 de abril de 2009 | Autor:

Já estamos em Lisboa. Como sempre, recebidos com a fidalguia característica dos nossos anfitriões lusitanos. Eu gostaria que você lesse o capítulo do livro Quando é Preciso Ser Forte que relata nosso trabalho em Portugal. Dessa forma, você poderia me acompanhar melhor nesta etapa da viagem, pois a leitura lhe proporcionaria o contexto. Ontem, dei três entrevistas, procedi ao lançamento da edição portuguesa do Tratado de Yôga e depois fomos elegantemente recebidos pela Diretora Zélia para um simpático jantar em sua unidade. Daqui a pouco darei outra entrevista e, em seguida, ministrarei um curso numa tradicional universidade deste país acolhedor. À noite, outro jantar de confraternização.

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quinta-feira, 16 de abril de 2009 | Autor:

Estamos em Paris, Fée e eu, e resolvemos compartilhar com você mais esta viagem para a realização de cursos, lançamento de livro e conversas com alunos de várias escolas. A maioria prefere viajar a passeio, mas eu não tenho esse know-how, pois praticamente todas as viagens que fiz durante esta longa vida foram a trabalho. Então, isso eu sei fazer bem. Descansar e passear eu não sei como se faz. Contudo, tendo a Fée ao me lado, tudo se converte em uma grande festa e até o trabalho mais árduo é realizado em meio a risadas e bom-humor. Depois eu conto mais.

segunda-feira, 13 de abril de 2009 | Autor:

Como o mundo dá voltas! Há pouco tempo pedíamos dinheiro emprestado ao Fundo Monetário Internacional. Hoje, oferecemos dinheiro ao FMI.

Quem pede dinheiro emprestado ao sistema bancário (seja o tomador uma pessoa física, jurídica ou uma nação), afunda-se na areia movediça do pagamento de juros. Um gerente de banco amigo meu, disse certa vez: “O banco é a aids das empresas.” Acrescento: e das pessoas e das nações”!

Durante décadas, não conseguíamos sair do círculo vicioso: tomávamos um empréstimo para quitar o outro. Em 2009 a situação se inverteu. Isso faz muito bem à nossa auto-estima. Esperemos que o Governo saiba o que está fazendo.

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sexta-feira, 10 de abril de 2009 | Autor:

Fernanda, DeRose, Rosana, Nina, Vivi, Gabs, Flávio, Gisele, De Nardi, André (o honesto!), Heloiza, Borges e mais uma porção de gente boa, fomos todos participar de um curso de gramática e Novo Acordo Ortográfico, das 9 às 19 horas. Este curso precede o outro que será de redação.

Fiquei bem orgulhoso pelo interesse da galera em aprender a escrever e a falar melhor. Se até eu, escritor calejado, fui fazer o curso, todos deveriam se interessar e buscar seu aprimoramento no uso da norma culta da nossa língua. Era um domingo, mas ninguém quis saber de “dia-de-descanso”, coisa de quem não pretende ser vencedor. Qual dia de descanso qual nada! No dia anterior eles já haviam participado de um curso de filosofia comigo na Sede Central. Mas ninguém fez corpo mole. Domingo estavam todos lá. 

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