Já estamos em Lisboa. Como sempre, recebidos com a fidalguia característica dos nossos anfitriões lusitanos. Eu gostaria que você lesse o capítulo do livro Quando é Preciso Ser Forte que relata nosso trabalho em Portugal. Dessa forma, você poderia me acompanhar melhor nesta etapa da viagem, pois a leitura lhe proporcionaria o contexto. Ontem, dei três entrevistas, procedi ao lançamento da edição portuguesa do Tratado de Yôga e depois fomos elegantemente recebidos pela Diretora Zélia para um simpático jantar em sua unidade. Daqui a pouco darei outra entrevista e, em seguida, ministrarei um curso numa tradicional universidade deste país acolhedor. À noite, outro jantar de confraternização.
Obrigado por ter colocado sua foto, tanto nos comentários, quanto na barra à direita. Quando estou trabalhando sozinho de madrugada (agora são seis da manhã aqui na Europa) o seu rosto me faz companhia. Se me sinto cansado ou entristecido por qualquer razão, vou ao box das fotos e fico passando as fotinhas, lembrando-me de cada um dos que já conheço e saboreando o prazer de ver e rever os novos rostos dos que ainda não conheço pessoalmente.
Você me faz companhia pelas noites que se sucedem e atenua a solidão das madrugadas. Às vezes, imagino que bom seria poder estar junto, conversar e conviver de perto com cada um daqueles rostinhos sorridentes que me transmitem afeto e estímulo pelo brilho do seu olhar e pelo sorriso sincero.
Quando você colocou sua foto não tinha ideia da importância que isso teria para mim. Do fundo da alma, obrigado a você.
Mais um aninho de vida para o Charles, mais um aninho de Charles para mim e para todos nós! Estamos do outro lado do Atlântico, mas nossos corações estão juntos e mais próximos que nunca. Só o tempo é capaz de consolidar as amizades verdadeiras. Espero que todos em Sampa e pelo subcontinente deem ao Charles a festa (as festas) e os presentes que ele merece. Beijos meus e da Fée.
Olá amado Mestre e família!
Peço-lhe a gentileza de divulgar o banner do blog. Estamos distribuindo o banner para as Unidades credenciadas de São Paulo sem custo algum (trata-se do banner impresso). Trata-se de um pújá efetivo da Unidade Alto da Lapa. Quem ainda não recebeu, entre em contato pelo email: [email protected]… Solicite também, a arte em JPG para divulgar o blog para o seu mailing.
Beijos do Dantas e Equipe!
COPIE E COLE A ARTE ACIMA NOS SEUS E-MAILS E SITES
Com relação à arte do banner/flyer “Conheça a nossa cultura”, para divulgar este blog, quero lembrar a todos os nossos amigos que o seu criador, o Diretor Credenciado Dantas, teve a gentileza de colocá-la à disposição de todos para que a apliquem em seus e-mails e outros recursos a fim de levar este espaço virtual ao conhecimento dos seus amigos. Obrigado, Dantas e mãos à obra a todo o mundo! Valeu, Dantas! Todos agradecemos.
Estamos em Paris, Fée e eu, e resolvemos compartilhar com você mais esta viagem para a realização de cursos, lançamento de livro e conversas com alunos de várias escolas. A maioria prefere viajar a passeio, mas eu não tenho esse know-how, pois praticamente todas as viagens que fiz durante esta longa vida foram a trabalho. Então, isso eu sei fazer bem. Descansar e passear eu não sei como se faz. Contudo, tendo a Fée ao me lado, tudo se converte em uma grande festa e até o trabalho mais árduo é realizado em meio a risadas e bom-humor. Depois eu conto mais.
O Gabs passou ontem pelo aeroporto de Heathrow, em Londres, e encontrou lá o nosso aluno Lelo. Imagine a alegria de encontrar um aluno da Sede Central naquele imenso aeroporto, no mesmo dia, na mesma hora. Não bastasse essa sincronicidade, hoje Gabs e Vivi encontraram na rua, em Paris, o Thiago Massi, nosso filiado de Barcelona. No ano passado Fée e eu encontramos no aeroporto de Paris o marido da nossa instrutora Clarice (ex-Bélgica, atual Polônia), que estava na mesma sala de embarque para viajar a Warsaw (Varsóvia) praticamente no mesmo horário.
Mas engraçado mesmo, foi uma gracinha que o anjo gregário me aprontou há vários anos. Vindo da Índia, troquei de avião em Londres. Entrei na minha aeronave da British Airways que tinha mais de 300 lugares. Então, vejo lá longe, procurando seu assento, um ensinante leigo da yóga que se declara publicamente contra nós e dizia coisas muito chulas, daquelas que nenhuma pessoa educada sequer pensaria sem morrer de vergonha. “Só falta ele se sentar ao meu lado”, pensei. E ele vindo. Até que chegou ao meu lado e, sem ver quem era, pediu licença para entrar. Levantei-me para dar passagem. Quando ele me viu, olhos nos olhos, a um palmo do seu nariz, levou um susto tão grande que estremeceu de forma indisfarçável, titubeou, deu um passo atrás como que ia desistir de entrar. Mas então eu o tranquilizei: “É o karma, companheiro! Entre.” Ele, então, entrou, sentou-se e passou a viagem toda de onze horas, cobrindo a cabeça com o cobertor. Foi hilariante.
Como o mundo dá voltas! Há pouco tempo pedíamos dinheiro emprestado ao Fundo Monetário Internacional. Hoje, oferecemos dinheiro ao FMI.
Quem pede dinheiro emprestado ao sistema bancário (seja o tomador uma pessoa física, jurídica ou uma nação), afunda-se na areia movediça do pagamento de juros. Um gerente de banco amigo meu, disse certa vez: “O banco é a aids das empresas.” Acrescento: e das pessoas e das nações”!
Durante décadas, não conseguíamos sair do círculo vicioso: tomávamos um empréstimo para quitar o outro. Em 2009 a situação se inverteu. Isso faz muito bem à nossa auto-estima. Esperemos que o Governo saiba o que está fazendo.

