quinta-feira, 6 de janeiro de 2011 | Autor:

Publicado no jornal Folha de São Paulo, dia 5 de janeiro de 2011, na página C-10:

“A empresa Power Balance foi obrigada, na Austrália, a desmentir publicamente os supostos efeitos terapêuticos de suas pulseiras e a garantir o reembolso a consumidores que se sentirem lesados pela propaganda enganosa.” No Brasil a Vigilância Sanitária proibiu a propaganda dos efeitos terapêuticos das pulseiras. Na Espanha, a revendedora foi multada em 15 000 euros por propaganda enganosa. Na Itália, a distribuidora foi multada em 300 000 euros. Mas nesse meio tempo, muita gente se deixou enganar e enriqueceu a Power Balance comprando a pulseira com o seu rico dinheirinho. Ainda bem que foi só dinheiro! Já imaginou se fosse uma seita? Teria arrastado todos aqueles ingênuos para sua fileiras. Por isso, gosto dos céticos. Dificilmente eles seriam convencidos de alguma coisa.

Mais uma vez, o Axioma Número Um do Método DeRose provou ser um ótimo dispositivo de segurança.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011 | Autor:

Aquele que lê maus livros não leva vantagem sobre aquele que não lê livro nenhum. (Mark Twain)

Antes de se ter algum tipo de relação profissional com livros,
não se descobre quão ruim é a maioria deles. (
George Orwell)

Nos meus primeiros livros, eu recomendava uma bibliografia eclética e me orgulhava disso. Afinal, um estudante nosso travaria contato com uma profusão de autores e tradições. Depois de vinte anos de magistério, precisei reconsiderar minha posição. Hoje, são já mais de cinquenta anos de profissão e a postura adotada se mostrou positiva e saudável. É sabido que recomendo aos meus estudantes o cultivo de uma cultura geral bem abrangente através do hábito da leitura. Ocorre que a quase totalidade dos livros deste segmento embaralham Yôga com o que não é Yôga, misturam Yôga com sistemas apócrifos e mesclam Yôga com filosofias que são conflitantes com ele.

No afã de acrescentar mais alguma coisa, o autor frequentemente embaralha alhos com bugalhos, como foi o caso de um livro intitulado Mudrás, que começa descrevendo os mudrás do hinduísmo e no meio passa a ensinar mudrás de outras tradições, que não têm nada a ver com o Yôga. Só que a autora se esquece de deixar isso bem claro – pois não basta mencioná-lo en passant. Se o leitor tratar-se de um estudante em formação de instrutorado, quando formado ensinará aquela salada mista numa classe, sem nem sequer tomar conhecimento da barafunda. O pior é que tal comportamento tornou-se uma pandemia no planeta e todos acham que a misturança não tem nada de mais. No entanto, seria como ensinar um katí de Kung-Fu no meio de uma classe de Karatê, ou sair dançando gafieira numa aula de balé clássico. Uma verdadeira heresia!

Comecei a perceber isso bem cedo, mas demorei para tomar uma atitude porque estava com paralisia de paradigma e achava que, se todos faziam mesclas, não seria eu a adotar uma postura antipática, correndo mesmo o risco de exprobração pública.

Um dia, estava eu na sala do meu, então, editor (há muito tempo já não trabalho mais com aquela editora) quando fui apresentado ao jardineiro da empresa. Bem, ninguém me disse que ele era o jardineiro, mas suas roupas, seu linguajar e suas unhas o denunciavam. Entretanto, ao ser apresentado, meu editor declarou:

– DeRose, você conhece o Chico?

– Não –  respondi.

– Claro que conhece. Ele é o autor de sessenta livros desta editora, entre eles os livros sobre astrologia, numerologia, biorritmo, sucos, física quântica, maçonaria, reiki, florais, cristais, homeopatia, budismo…

Meio constrangido, supus que meu apressado julgamento anterior tivesse sido afetado pelo preconceito. Afinal, ele podia ter tido origem humilde, mas ser um gênio. Só que aí o editor acrescentou:

– Talvez você não o conheça de nome porque cada livro ele escreve sob um pseudônimo diferente. O da cura pelas frutas, por exemplo, ele assina como Dr. Fisher.

A essa altura comecei a considerar que meu julgamento original não estava tão mal assim. Se alguém já começa um livro mentindo sobre o seu próprio nome, quanto mais não inventará no conteúdo? Mesmo assim, dirigi-me ao profícuo escritor e lhe perguntei:

– Como você consegue escrever tanto? Eu levo anos para finalizar um livro!

Sua resposta foi surpreendente:

– É simpre. Eu vô a uma bisbilhoteca e pego tudo o que eles tiver sobre quarqué assunto que me parece com o tema do meu futuro livro. Levo os volume pra casa, abro tudo em cima da mesa e vô copiano uma frase de um, uma frase do outro… Em uma semana o livro tá prontim. Adespois a editora faiz uma revisão e tira os erro de portuguêis.

Fiquei tão ultrajado que nunca mais quis editar um livro meu por aquela editora. Sim, porque senti que eu estava sendo julgado um elemento da mesma laia daquele vigarista, enganador, plagiador e mais uma porção de adjetivos que não me permito escrever. Ainda expressei minha indignação antes de deixar para sempre a referida editora. Mas a justificativa do editor foi o pior:

– Esse é o mercado, DeRose. Um livro não vende mais por ser mais sério. Ele vende mais por dizer as mentiras que as pessoas querem ouvir, por ter um título apelativo e uma capa da moda.

Foi então que resolvi provar que obras sérias poderiam vender bastante e dediquei a minha vida a escrever e divulgar tais livros. Foi também, a partir de então, que nunca mais indiquei aos meus alunos ou leitores uma seleção bibliográfica qualquer, e passei a recomendar estritamente os livros que são realmente confiáveis. Reduzi a recomendação a cerca de 50 livros que incluem autores de várias linhas de Yôga, mas todos eles escritores íntegros.

Quanto às traduções, quando há mais de dez anos um livro meu foi traduzido na Espanha, ao efetuar a revisão encontrei nada menos que 3500 erros! Alertado por mim, o editor conseguiu corrigir 90% deles, o que significa que, ainda assim, o livro foi publicado com 350 erros. Que tipo de erros? Em certa passagem eu escrevi que determinada técnica era para bombear comburente para os pulmões. Referia-me, obviamente, ao oxigênio, que iria acelerar as queimas de gorduras e intensificar a característica ígnea da kundaliní. A tradutora fez constar que era para bombear combustível para dentro dos pulmões. Imagine uma coisa dessas lida por uma pessoa inculta, ou muito crédula, ou um pouco desequilibrada. Não duvido que obedecesse à risca e fosse capaz de bombear gasolina para dentro dos pulmões! Conclusão: as traduções mal feitas são perigosas e praticamente todas as traduções são mal feitas, donde surgiu o ditado “tradutore, traditore“.

Faço questão de revisar meus livros em espanhol, francês, inglês e italiano, línguas que conheço o suficiente para detectar erros de conteúdo. No entanto, sei que os demais autores não têm esse cuidado nem dominam outras línguas. O português, por exemplo, nenhum deles fala (ou falava, quando vivo). Além disso, a maioria já havia falecido à época das traduções. Calcule a quantidade de erros que coalham seus livros. Isso já descartaria da nossa lista as obras traduzidas. No entanto, sou obrigado a indicar algumas delas, respaldado no bom nome do autor e na impossibilidade do leitor médio brasileiro ler em inglês ou francês.

Os esclarecimentos deste artigo são para que você valorize os livros recomendados, para que você os leia primeiro e para que compreenda nossas reservas quanto ao aluno inexperiente e sem nenhum lastro cultural sair por aí lendo qualquer coisa.

Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, esvai-se em milhares de livros mais áridos do que três desertos. (Nelson Rodrigues)

domingo, 2 de janeiro de 2011 | Autor:

“Louco, sim, louco, porque quis grandeza

Qual a Sorte a não dá.

Não coube em mim minha certeza;

Por isso onde o areal está

Ficou meu ser que houve, não o que há.

.

Minha loucura, outros que me a tomem

Com o que nela ia.

Sem a loucura que é o homem

Mais que a besta sadia,

Cadáver adiado que procria?”

terça-feira, 28 de dezembro de 2010 | Autor:

Há algum tempo conversava com um amigo sobre a relação do consumo de carnes e o meio ambiente. Ele por sua vez, comentou comigo sobre um artigo que estava escrevendo para conclusão do curso de Pós Graduação em Ecodesign, pela Universidade Positivo de Curitiba. Achei interessante e resolvi compartilhar um trecho que inevitavelmente aos mais sensíveis e conscientes, dói o coração.

Impacto Ambiental do Consumo Animal
Por: Alexandre Tomasoni
[email protected]

(…) O Impacto na vida animal

Todos os anos bilhões de animais são confinados, torturados e mortos para que alguém possa sentar-se à mesa e saborear um pedaço de carne. Este massacre poderia ser perfeitamente evitado apenas com uma mudança no hábito alimentar para uma dieta mais saudável a base de vegetais.
Segundo o Ministério Norte-Americano da Agricultura (2009), só os Estados Unidos abatem mais de oito bilhões de animais por ano, para alimentação. Sendo assim, mais de 22 milhões são sacrificados nos abatedouros americanos por dia, isto é: mais de 950 mil por hora; 16 mil por minuto. Apesar dos progressos dos últimos anos, os animais continuam a ser mantidos em condições de criação precária, mutilados de diversas maneiras, sem anestésicos, transportados por longas distâncias em compartimentos exíguos e insalubres, para serem finalmente executados aos gritos, das formas mais cruéis possíveis.
Os animais criados para consumo, são privados de todos os seus instintos naturais, confinados por toda a vida, desde o nascimento até a morte. A grande maioria desses animais, jamais veem a luz do sol ou pisam em terra, nem tampouco podem mover-se livremente e interagir com seus parceiros e crias.
Segundo Sônia Felipe, (2008), professora de ética e filosofia política da Universidade Federal de Santa Catarina, aves criadas para o abate não tem possibilidade de selecionar os alimentos que desejam consumir, vendo, cheirando. Elas são criadas em gaiolas coletivas, por isso não ciscam. O stress gerado resulta num dos principais problemas que é o canibalismo. Para evitar isso se faz a desbicagem, que nada mais é do que a degeneração do comportamento da galinha (…).
De outro lado, a reprodução artificial faz com que as vacas leiteiras produzam leite ininterruptamente, enquanto seus filhotes são alimentados em tigelas para não engordar e não desenvolver músculos. este bezerro desmamado, ainda é trancado e amarrado num pequeno espaço para que não se mova, permanece no escuro durante seus quatro meses de vida, até ser abatido sem sequer ter visto a luz do sol, tudo isso para produzir a famosa carne nobre de vitelo.
Por sua vez, o sistema de produção da carne suína não é diferente, os porcos tem sus rabos arrancados, seus dentes removidos e assim como os bois, são castrados sem anestesia. Vivem em situações deploráveis até serem abatidos sem piedade, com muita dor e sofrimento. Em países como a China, cães e gatos são considerados animais de consumo, e da mesma forma que tratamos nossos bois, suínos e frangos, os chineses os criam e abatem com inimaginável crueldade.
Os animais são seres sensíveis e inteligentes, capazes de sentir dor, medo e afeto. O consumo da carne tornou-se a causa de maior impacto na vida desses animais, porém existem diversas outras formas de ultrapassar a barreira ética e expor esses seres aos mais diversos tipos de tortura, dor e sofrimento.
A indústria de peles é uma das mais cruéis do mundo, sendo a China fonte mundial da maioria dos produtos de pele, conforme Relatório do Ministério Norte-Americano da Agricultura (2005). Como não poderia ser diferente da produção da carne a produção de artigos de pele utiliza-se de métodos chocantes de colocação de armadilhas, transporte, confinamento e matança. Depois de uma vida passada em condições deploráveis, os animais são eletrocutados, asfixiados, envenenados ou estrangulados, nem todos morrem imediatamente, alguns chegam a ser esfolados ainda vivos. Mais de 40 milhões de animais são mortos a cada ano da forma mais hedionda e covarde possível para o uso de suas peles.
(…) O impacto ao animal ainda se estende aos circos que torturam e mantém em condições precárias seus animais, as touradas, rodeios, aos parques aquáticos de golfinhos e baleias, as barbatanas de tubarão que fornecem substância afrodisíaca, enfim, são inúmeras as atrocidades cometidas pelo homem perante os animais e que conduzem o planeta a uma situação dramática de perda de diversidade, extinção animal e aquecimento global. (…)

É uma pena termos que compartilhar toda esta realidade, mas tapar o sol com a peneira não dá mais!

Um beijo carinhoso!

Lu

Unidade Centro Cívico – Curitiba – PR
http://www.derosecentrocivico.org

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010 | Autor:
Você quer um profissional sério e sensível, que compartilhe com você os mesmos valores e fale a mesma linguagem. Onde encontrá-lo?
Você está viajando fora da sua cidade ou do seu país. Ocorre um acidente. Você precisa de um médico e de um advogado. Onde encontrá-los?
Você é esse profissional. Como divulgar os seus serviços, sem custo algum, para uma clientela cativa de um milhão de praticantes do nosso Método?
Nosso colega Dwayne, da Argentina, elaborou um programa chamado Kshema que todas as escolas do Brasil, Portugal, França, Inglaterra, Escócia, Itália, Espanha, Estados Unidos, Argentina, Chile e outras já estão adotando.

Guía de Profesiones

www.metododerose.org/gdp

¿Qué es?

Se trata de un directorio para buscar profesionales de diversas áreas que también sean practicantes del Método DeRose. Es una oportunidad para encontrar el profesional que precisamos sabiendo también que será una persona que comparte nuestro ideales.

Para los alumnos profesionales esta es también una manera de divulgar sus servicios dentro de un mercado de personas de confianza.

¿Cómo ingreso a buscar un profesional?

Si todavía no tiene un usuario debe ingresar al sitio www.metododerose.org/gdp/signup para registrarse:

1. Elija su unidad.

2. Ingrese su dirección de mail (utlice la misma con la que se registró en la unidad).

3. Elija su idioma.

4. Coloque una contraseña.

Una vez registrado puede acceder al sistema en www.metododerose.org/gdp y realizar búsquedas filtrando por su región geográfica (país, ciudad, barrio) y por profesión.

Quiero estar listado en esta guía. ¿Cómo hago?

Consulte si su escuela utiliza Kshêma. Si lo hace simplemente solicite a su intructor que lo publique en esta Guía de Profesiones.

Actualmente, por limitaciónes técnicas, el sistema esta disponible solamente para alumnos de unidades que utilicen el programa de administración Kshêma. Si la escuela no lo utiliza deberá aguardar algunos meses hasta que habilitemos nuevas formas de registro.


Tengo algunas sugerencias para mejorar la guía. ¿Dónde las envío?

Puede enviar sugerencias a [email protected]

domingo, 26 de dezembro de 2010 | Autor:

Thiago Henrique dos Santos escreveu um texto muito esclarecedor. Pincei alguns trechos que considero poderão ser bastante úteis aos nossos instrutores, alunos e amigos:

” [ … ]  No entanto, se o paradigma em ascensão não é necessariamente melhor que o paradigma já estabelecido, qual a justificativa para a substituição do velho paradigma pelo novo?

As razões são as mais variadas. Eventualmente o novo paradigma pode responder com mais eficiência um número de questões maior que o anterior, ainda que não responda parte das questões já resolvidas pelo velho paradigma. [ … ] O novo paradigma, ainda que não resolva tantas questões quanto o anterior, pode responder questões que tenham maior prioridade para a ciência. Essas prioridades mudam de acordo com a sociedade e época, de modo que o novo paradigma pode ser substituído no futuro por um velho paradigma.

[ … ] Uma analogia melhor seria dizer que mudar de paradigma é como escolher uma nova ferramenta para realizar um velho trabalho.”

Assim sendo, trocamos o paradigma antigo por um novo que se chama Método DeRose.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010 | Autor:

Que coisa mais linda! Nossos filhos e netos estão continuando a profissão e a filosofia de vida dos instrutores do Método DeRose. Se não fosse uma coisa boa, os pais não a quereriam para os seus filhos nem os avós para os seus netos. Não me lembro de todos, portanto, vou postar alguns e você vai me ajudar, lembrando-me de que há mais este e mais aquele que está realizando um belo trabalho, continuando a obra do seu pai ou mãe, avô ou avó.

Estes são os nossos filhos e netos que se formaram como instrutores:

Chandra, filha do DeRose

Naiana, filha da Cleide Alberti, de Porto Alegre

Melina, filha da Diana Raschelli, de Buenos Aires

Anahí, filha da Diana Raschelli, de Buenos Aires

Laura Ferro, filha da Cristina Scott, de Buenos Aires

Marta, filha do Luís Lopes, do Porto

Pedro, filho do Luís Lopes, do Porto

Daniel, filho do Carlos Cardoso, da Bahia

Santôsha, filho do Pedroca, de Floripa

Aurora, filha da Teresa Milanez, de Brasília

Helena, filha da Teresa Milanez, de Brasília

Idilyo, filho da Teresa Milanez, de Brasília

Gustavo Marson, sobrinho da Dora Santos, de São Bernardo

Maricel, neta da Dora Santos, de São Bernardo

Thiago, filho da Heloiza Gabriolli, de São Paulo

Chandra, filha da Amélia Caldas, de Belo Horizonte

Rena, filha da Amélia Caldas, de Belo Horizonte

Marisol, filha da Rosa Espinosa, de Porto Alegre

Marina, filha da Olga Ribeiro, de Penápolis

Hugo, filho da Zélia Couto e Santos, de Lisboa

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Somos novos, mas vamos realizar muito ainda pela nossa Cultura.

Beijos e saudades Mestre!

Aurora Milanez
Instrutora do Método DeRose
Unidade Asa Norte – Brasília

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E ainda temos vários irmãos que escolheram ser Instrutores do Nosso Método! Aqui em Joinville Helton Santana e eu, Fábio Santana, ensinamos até nossos pais em casa.

Beijos, Mestre.

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Olá Mestre!
Fiquei muito feliz ao ver meu nome em seu post!

Relembro nesse momento os olhos embargados da minha mãe a cada graduação minha. A sua fala emocionada, dizendo que tudo que ela conquistou até o presente momento poderia ser trocado, apenas pela possibilidade de colocar aquela insígnia em meu peito..

Gostaria de agradecer profundamente o meu monitor e padrasto, Antonio Viana. Agradecer minha querida mãe, pois além de me dar a vida, fez com que eu pudesse ingressar em uma profissão fantástica.
E agradeço mais ainda a você Mestre, sem o qual nada disso seria possível.

Abraços emocionados,

Thiago Gabriolli
Instrutor do Método DeRose
Unidade Plaza Sul / SP

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Y en Buenos Aires tenemos a los hermanos Gabriel, Belén y Juan Abraham, todos instructores, y también a los hermanos Cristian y Joaquina García Laborde!

Yael Barcesat – Sede Decana de Argentina

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Oi Mestre, aqui em Curitiba temos os irmãos Julia e Lucas Teixeira e Ricardo e Leonardo Poli.
Aproveito para lhe desejar um lindo Natal e um 2011 cheio de amor!
Beijinhos
!

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Olá Mestre!
Dentre aqueles que são irmãos, temos ainda os instrutores Daniel e Lucas De Nardi. Abração!
Djalma – Santo André-SP