quinta-feira, 14 de abril de 2011 | Autor:

Ao cruzar meu Rubicão a sorte estará lançada! Tenho consciência de que quem não larga uma pombinha na mão por duas voando, acaba com as três. Desde quando I was a kid, quando precisava escolher entre uma coisa ou outra, sempre optei pelas duas. Da vero, há alguns anos já está em andamento um projeto très interessant. Ele consiste em manter as duas viagens anuais para a Europa, pero quedandome un poquito más cada vez hasta que je reste trois mois par voyage. In questa soluzione io could stay in many countries pendant ce période de três meses e anche permanecer no Brésil, presque tout le temps. Con questo, preservo o alles blau en nuestro cuori.

Cosi, acabarei permanecendo mitad del año, six months, viajando (três meses lá, três cá, três lá, três cá), y sin embago podré decir: mundus nostrum est.

Danke a tutti amici miei que me acariciaram a alma con sus palabras cariñosas and a great stimulum.

Muxus de seu freund De Rose.

PS – Mankis nur esperanto en mia teksto…

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quarta-feira, 13 de abril de 2011 | Autor:

Comecei minha aula em Londres, que tinha tradução simultânea, com a seguinte frase improvisada:

“I will give this classe in Portuguese because I respect so much the language of Shakespeare, and I do not want to ofend thee with my imperfections.”

Pude perceber um lampejo no olhar dos alunos britânicos no final da frase. Ao expô-la, posteriormente, para eventuais correções, na minha aula de inglês, a professora explodiu em uma gostosa gargalhada e disse: “It’s perfect! It’s Shakespeare! Did you read Shakespeare in the original?”

segunda-feira, 11 de abril de 2011 | Autor:

Oi Mestre

“Com o que me pagam em Londres eu trabalharia até de graça.”
Talvez você tenha pensado em dizer: “Pelo que me fazem em Londres eu trabalharia até de graça”?

Parabéns ao Gustavo pelo sucesso!

Um abraço
César Campello
Unidade Saquarema – RJ

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Um dia, parodiando Grouxo Marx, Wood Allen disse: “Eu jamais entraria em um clube que me aceitasse como sócio.”

Talvez ele tenha pensado em dizer: “Eu nunca entraria para um clube.”  Não, não é isso.

“Eu nunca seria aceito como sócio em um clube.”  Também não, não tem humor.

“Eu jamais entraria para um clube que tivesse gente do meu naipe.”  Acho que também não teria graça.

Então, vamos deixar “Com o que me pagam em Londres eu trabalharia até de graça.”

 

segunda-feira, 11 de abril de 2011 | Autor:

http://www.youtube.com/watch?v=Q7Tl4vll4IM&feature=player_embedded

sábado, 9 de abril de 2011 | Autor:

Estou felicíssimo. Meu Diretor de London, Prof. Gustavo Cardoso, mora numa casa térrea em South Kensington, um dos mais chiques bairros de Londres. Só não tem garagem para o seu BMW. Na mesma rua, instalou sua escola de dois pavimentos, muito bem decorada. Os alunos que conheci são todos perfis, jovens, bonitos, elegantes, educados. Faço votos de que todas as escolas da Europa, Estados Unidos e Américas conquistem o mesmo sucesso.

Mas qual será o segredo do colega Gustavo?

Não tem segredo. Ele conta para todo o mundo há anos em todos os eventos nos quais lhe dão a palavra. Acabou de nos contar de novo no DeRose Pro – Tático, em Curitiba, há duas semanas. Ele valoriza seu trabalho e sua profissão. Ele cobra a remuneração justa e honesta pelo seu trabalho. Ele não opõe resistência passiva quando seu Supervisor lhe dá uma sugestão. Enquanto os outros ficam com medo e não reagem, Gustavo vai lá e faz (“Os que dizem que é impossível devem sair da frente daqueles que estão fazendo.”).

Acabo de ministrar neste sábado uma atividade cultural de técnicas e conceitos que começou às 10 da manhã e terminou à 21 horas, com teoria, prática, diálogo, aconselhamento, jantar e concerto realizado na escola com várias peças de Mozart, executado pelos próprios alunos.

No final do curso, quando me perguntaram se eu estava cansado e se estava satisfeito, respondi: “Com o que me pagam em Londres eu trabalharia até de graça.”

Estou indo dormir com o corpo cansado, mas com o coração leve e feliz por conta do respeito demonstrado pelo conhecimento acumulado em mais de 50 anos de magistério, pelo trabalho, pelo esforço, pela idade e pela saúde do ministrante.

A pergunta que eu lhe faço é: você teria coragem de organizar um evento igual a esse na sua cidade?

 

sexta-feira, 8 de abril de 2011 | Autor:

Sempre achei que o ritual de colocar no rosto o creme de barbear, passar a lâmina, lavar a lâmina para poder passar de novo e assim sucessivamente por várias vezes, depois lavar o rosto para retirar os resíduos do creme de barbear… tudo isso dava muito trabalho e tomava muito tempo. Além do mais, no inverno, era desagradável jogar água fria no rosto. Está bem, as casas têm água quente, mas isso obrigaria a conservar as torneiras abertas para manter a água na temperatura certa e deixar o precioso líquido se escoando desnecessáriamente.

Então, um dia descobri que era muito simples, prático e rápido barbear-se a seco. Basta usar lâminas novas. Para quem tem barba muito grossa, barbear-se depois do banho, quando os fios ficam mais macios, também pode ser uma solução mágica.

A partir dessa descoberta, fiquei a pensar: como somos inertes e submissos aos paradigmas! Meu pai fazia a barba da forma tradicional, molhada, incômoda, demorada e desperdiçando água porque aprendera aquilo com o pai dele. E todos continuamos fazendo assim por mera inércia, sem perceber que no passado as lâminas não eram tão boas e talvez fosse mesmo necessário lambuzar a cara com sabão. E as pessoas tinham mais tempo para esse ritual. Mas hoje, para alguns homens, já é possível aplicar mais qualidade de vida nesse rito diário.

Isso pode parecer bobagem, mas poupa tempo, economiza o custo do creme de barbear, poupa água e reduz o desgaste que leva muitos homens a não se barbear nos feriados e nas férias, o que indica que não gostam de fazê-lo. E no final, melhora a aparência pessoal, pois permite que os cavalheiros retoquem rapidamente o escanhoamento antes de sair para um jantar, festa ou evento.

Como efeito colateral, imagine que de 200 milhões de habitantes do Brasil, 50 milhões sejam homens adultos que façam a barba diariamente. Calcule a quantidade de espuma de sabão ou creme de barbear que 50.000.000 de pessoas atiram diariamente nos nossos rios. E se cada um deles gastasse apenas um litro de água (tem gente que desperdiça muito mais), seriam cinquenta milhões de litros de água todos os dias só no ritual de fazer a barba!

 

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quinta-feira, 7 de abril de 2011 | Autor:

http://deroselondon2011.wordpress.com/